quarta-feira, 4 de março de 2026
COVARDES E SANGUINÁRIOS
domingo, 2 de novembro de 2025
DIREITA, VOLVER! ANISTIA A BOLSONARO SAI DA PAUTA, SUBSTITUÍDA PELA DEFESA DO MATADOR SERIAL CLÁUDIO CASTRO.
| Mortes nas operações policiais devastadoras de Cláudio Castro aproximam-se do milhar |
sexta-feira, 9 de maio de 2025
CUIDADO COM AS HISTÓRIAS QUE VOCÊ IMAGINA, PODEM TORNAR-SE REALIDADE!
Só que desta vez a realidade invade não a vida fictícia dos personagens, mas sim a existência verdadeira do próprio criador da clássica HQ de 1957. o escritor Héctor Germán Oesterheld.
Mas, deixando o principal para o fim, lembremos incialmente o exemplo de duas obras primas literárias ancoradas na realidade e que renderam filmes interessantíssimos.
Refiro-me, primeiramente, à distopia por mim considerada a melhor de todos os tempos: 1984, escrita por George Orwell em 1948, a partir dos acontecimentos que ele vivenciou nos campos de batalha da guerra civil espanhola.
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| Os Juan Salvos dos quadrinhos e das telas |
Atingido por um disparo inimigo, Orwell volta para a Inglaterra e escreve dois livros contundentes, a partir de suas observações da tragédia espanhola:
--Lutando na Espanha, no qual culpa os soviéticos por terem tirado do povo os motivos que o haviam levado a revoltar-se espontaneamente contra a investida fascista, partindo para a resistência heroica; e
Já o diretor George Roy Hill foi uma escolha bem mais apropriada no caso de Matadouro Cinco (1972), filme no qual quem ficou devendo foi o elenco, encabeçado por Michael Sacks (quem?!).
Lançado em 1969. o best-seller do Kurt Vonnegut Jr., por sua vez, foi o melhor fruto literário daquela voga contestatória na Europa e EUA; e também tem o autor como co-roteirista.
Começa como uma sci-fi rotineira sobre homem abduzido e suas peripécias com os extraterrestres, mas a dramaticidade sobe aos píncaros quando a ação, surpreendendo os leitores, se desloca para a cidade alemã de Dresden, alvo de um bombardeio tão inútil quanto criminoso por parte dos aliados na segunda guerra mundial. Piores do que este, só mesmo os de Hiroshima e Nagasaki...
O desfecho foi trágico: Oesterheld e suas quatro filhas desapareceram para sempre. Será um milagre se algum dos cinco ainda reaparecer com vida, tanto tempo depois.
Resta saber se o imaginário Salvo será salvo na minissérie ou vai evaporar também... (por Celso Lungaretti)
segunda-feira, 2 de dezembro de 2024
...VEIO A MOÇA E CONTINUOU!
Ingenuamente, acreditei que sempre haveria uma guerra tão justa assim à espera de mim, quando me sentisse velho demais para travar o bom combate.
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| Também depondo na auditoria da Marinha, um dia depois daquela foto famosa da Dilma |
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| Batizamos tais cartazes de imortais da Oban. Eu sou o sétimo da lista. |
sábado, 27 de maio de 2023
O DESAGRAVO ESPANHOL A VINI JR. MUDARÁ ALGO NOS ESTÁDIOS? XAVI HERNÁNDEZ CRÊ NUMA MELHORA. PEP GUARDIOLA DUVIDA
quarta-feira, 1 de julho de 2020
IMPERDÍVEL: O BRASIL ESTARÁ COMEÇANDO A COLOCAR JAIR BOLSONARO DE JOELHOS?
Com Bolsonaro o Brasil começou a entrar no túnel escuro das ameaças à democracia. De repente, quase num passe de mágica, o presidente que era como um novo ditador, esmurrando a cada instante os valores da democracia, zombando dela, parece ter se convertido num pacífico Francisco de Assis.
Bolsonaro, pela primeira vez, fala de diálogo, de reconciliação e defende, assustem-se, a democracia.
E a isso se une, ainda, o medo de Bolsonaro dos fantasmas que assombram e ameaçam toda a sua família, desde o assassinato de Marielle até a recente prisão de Queiroz, aquele que guarda tantos segredos que devem estar tirando o seu sono.
Ao que parece, Bolsonaro teria confidenciado recentemente a alguns amigos que estava começando a se cansar de tantas brigas. Não sabemos se se trata de cansaço ou de medo. Dá na mesma.
É mentira o dito de que os tempos passados eram melhores. Pelo contrário, sempre foram piores do que hoje, embora nos custe admitir isso.
Se o mundo de hoje ainda nos horroriza, é porque perdemos a memória do que foi a história. Isso não justifica a pobreza, a violência nem as violações dos direitos humanos ainda vivos em tantos lugares do mundo.
Mas, na sua totalidade, o mundo é hoje, como nos lembram cientistas e sociólogos, mil vezes mais habitável do que no passado.
Tomara que os jovens brasileiros que não conheceram a barbárie das ditaduras, que no Brasil são milhões e que hoje apostam na democracia, sejam o novo fermento de esperança contra o obscurantismo em que o país tinha começado a entrar.



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