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quinta-feira, 28 de maio de 2026

FLÁVIO BOLSONARO PRESTA VASSALAGEM A DONALD TRUMP: ATÉ QUANDO ESSE CLÃ REPULSIVO ENVERGONHARÁ O BRASIL?

O MORDOMO DA CASA BRANCA

O senador Flávio Bolsonaro empenhou-se em conseguir uma foto ao lado do presidente dos EUA, Donald Trump, com o objetivo de provar, aos que duvidam de sua candidatura no campo da direita, que é forte o bastante para ter acesso à Casa Branca (espécie de Meca dos reacionários de todo o mundo), mesmo sendo apenas um parlamentar brasileiro medíocre. 

Nesse sentido, pouco importa se o encontro durou um minuto ou uma hora, conforme diferentes versões. O que interessa, para o clã Bolsonaro, é que aconteceu e foi registrado numa imagem que pode dar sobrevida a uma candidatura questionada mesmo por alguns dos mais fiéis adeptos do bolsonarismo, graças aos enroscos de Flávio com o banqueiro Daniel Vorcaro, protagonista de um dos maiores escândalos da história recente do País.

Dito isso, a imagem vale muito mais do que mil palavras. Fora os fanáticos seguidores de Jair Bolsonaro, ninguém consegue enxergar ali alguém que pretende ser chefe de Estado no Brasil. Pelo contrário: na pose de mordomo da Casa Branca, Flávio transpira subserviência a Trump. Tal comportamento é o exato oposto do que se espera de um presidente da República, que representa o Estado brasileiro nas relações internacionais e, por isso, deve ser sempre altivo.

Mas ali Flávio Bolsonaro não representava o Brasil e, caso seja eleito, continuará sem fazê-lo. O único propósito de Flávio é representar sua família, sobretudo seu pai, hoje em prisão domiciliar em razão de uma tentativa de golpe de Estado. 

Por isso se comportou como um orgulhoso sabujo de Trump: para deixar claro que, uma vez presidente, colocará o Brasil a serviço do trumpismo. 

Coisas assim deveriam horrorizar os bolsonaristas que se dizem patriotas.

Mas o bolsonarismo que Flávio herdou do pai e que tenta manter, de maneira um tanto atabalhoada, não hesita em sacrificar os interesses brasileiros se isso representar a manutenção do poder do clã Bolsonaro. 

Ao lado de Flávio no encontro com Trump estava o irmão Eduardo, certamente o responsável pela visita. Deputado que perdeu o mandato por faltas, Eduardo, autoexilado no Texas, há tempos trabalha para envenenar as relações entre Brasil e EUA com o objetivo de fustigar Trump a intervir aqui em favor de Jair Bolsonaro.

Como se recorda, a traição dos Bolsonaros ao País funcionou num primeiro momento, quando Trump impôs draconianas tarifas comerciais ao Brasil como forma de pressionar o País a rever a condenação de Jair Bolsonaro. Depois, no entanto, o instinto transacional de Trump falou mais alto e ele percebeu que faria melhor negócio se dialogasse com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva – a quem chamou de presidente dinâmico

Mas esse revés não parece ter desanimado a família Bolsonaro, que continua empenhada em envergonhar e prejudicar o Brasil usando suas relações com a extrema direita americana para ter acesso a Trump e usar essa suposta proximidade com o presidente americano como trunfo eleitoral.

Todo esse esforço, contudo, resultou apenas numa foto que rapidamente serviu de matéria-prima para todo tipo de piada nas redes sociais. Não poderia ser diferente, considerando-se que nada a respeito desse encontro deve ser levado a sério, pois só serviu para dar um respiro a Flávio em meio ao escândalo de sua relação com Daniel Vorcaro. 

Se a campanha de Flávio tivesse produzido a imagem com inteligência artificial, ou se o aflito senador tivesse posado com um Trump de papelão, teria obtido o mesmo resultado e ainda pouparia o dinheiro da viagem a Washington.

Mas Flávio adicionou pilhéria à bazófia.  Considerando-se que o senador mentiu seguidas vezes sobre suas relações com Daniel Vorcaro, é muito difícil acreditar em qualquer coisa que ele diga a respeito do encontro com Trump – ainda mais porque só temos a sua versão sobre a reunião. 

A julgar pelo que ele relatou aos jornalistas pouco depois do encontro, Flávio falou de tudo com o presidente americano, desde terras raras até crime organizado, passando por tarifas e a saúde do pai. E ainda deu dez minutos de lambuja para Trump comentar sobre as obras para o salão de baile na Casa Branca. Já a julgar pelo site da Casa Branca ou pelas redes sociais de Trump, que ignoraram o encontro, a coisa toda se resumiu mesmo à imagem embaraçosa de Flávio. (editorial d'O Estado de S. Paulo de 20/05/2026)

domingo, 26 de abril de 2026

TRUMP ESCAPA DO 3º ATENTADO, MAS AINDA NÃO AMEAÇA O RECORDE DE HITLER.

Donald Trump não tem muito do que se queixar: o atentado a tiros que ele sofreu neste sábado (25) foi apenas o terceiro desfechado contra ele.

Já contra o seu ídolo Adolf Hitler, de quem  ele não passa de uma tosca miniatura, foram executadas ou apenas planejadas 42 tentativas. 

Quanta gente morreu por causa da incompetência desses patriotas!

Saiba mais sobre tais tentativas clicando aqui):

  1. a da cervejaria Hofbräuhaus, em 1921;
  2. da Missão Espiritual de Maurice Bavaud, em 1938;
  3. do aniversário do Putsch da Cervejaria, em 1939;
  4. das garrafas de conhaque explosivas, em 1943;
  5. do homem-bomba Rudolf von Gertsdorff, também em 1943; e
  6. a Operação Valquíria, em 1944.
O fracasso de todas elas é um forte argumento para os ateus negarem a existência de Deus. (por Celso Lungaretti)
Clique aqui para acessar no Youtube 
o bom filme Operação Valquíria

sexta-feira, 24 de abril de 2026

ALTO ASSESSOR DE TRUMP DIZ QUE TODAS AS MULHERES BRASILEIRAS SÃO PUTAS

Paulo porco chauvinista Zampolli
Assessor para assuntos globais do Governo Trump, Paolo Zampolli se referiu a uma amiga de sua ex-esposa como uma dessas putas brasileiras, essa raça maldita de brasileiras, são todas iguais.

Zampolli esteve casado durante duas décadas com a brasileira Amanda Ungaro e a separação foi turbulenta. Têm um filho de 15 anos, cuja guarda estão disputando na justiça.

Ela o acusa de abuso sexual e violência doméstica. Ele, sem saber que estava sendo gravado por um repórter italiano, foi misógino e grosseiro ao extremo: Aquela vaca, estávamos juntos, trepava com ela, depois ela também ficou louca. 

Ainda na linha de que as mulheres brasileiras sejam prostitutas e casem com estrangeiros para os extorquir, ele afirmou que elas são programadas para criar problemas e confusão.
 
Estou solidário com nossas mulheres e espero dos movimentos feministas que reajam com a mesma contundência adotada contra futebolistas, cineastas e boxeadores. 

O alvo desta vez é um suíno consumado. No mercy com ele. 

O EXEMPLO VEM DE CIMA

Não são de estranhar-se os sucessivos episódios de incontinência verbal nos altos escalões do Governo Trump: o exemplo vem do próprio chefe da quadrilha.

Poucos dias atrás, Trump, queixando-se dos imigrantes indianos, foi altamente ofensivo com o país do Mahatma Gandhi: Um bebê se torna instantaneamente cidadão e depois traz toda a sua família da China, da Índia ou de qualquer outro buraco infernal do planeta.

Dá para imaginarmos que esse absurdo tenha sido criado por algum ghost writer, mas foi distribuído às redes sociais com Trump como autor. A responsabilidade é toda dele.  

Seu pior sincericídio foi recentemente ter ameaçado extinguir a civilização iraniana. Nem percebeu que estava se igualando a Adolf Hitler, Joseph Stalin e Pol Pot. (por Celso Lungaretti) 

terça-feira, 7 de abril de 2026

O EXTERMINADOR DO PRESENTE PROMETE LIBERAR 'TODO O INFERNO' CONTRA O IRÃ E DIZ QUE UMA CIVILIZAÇÃO MORRERÁ HOJE

O sociopata sanguinário que preside os Estados Unidos fez uma afirmação que o iguala aos nazistas: 
Uma civilização inteira morrerá nesta noite, para nunca mais ser ressuscitada. 
Pode ser um mero blefe, como quando Hitler ocupou no grito a Renânia, a Áustria, os Sudetos (e depois o restante da Checoslováquia) e, por fim, anexou  o Memel. 

Ou vir a ser o pior  crime contra a humanidade dos muitos que Trump já cometeu, fazendo até lembrar o Holocausto. 

Nos dois casos, ele segue fielmente as pegadas do exterminador alemão.  

De resto, já houve muita especulação sobre se Hitler teria ou não sido um satanista. Não creio que o fosse, mas é bem possível que imaginasse ser. 

Também nisto Trump se parece com ele. Afinal, quem promete liberar todo o inferno contra outra nação, pode muito bem estar acreditando que tem poder para tanto. (CL)
.
OBSERVAÇÃO - era mesmo só um blefe. Trump não consgue sair-se bem com quem paga pra ver. É mesmo um palhaço.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

FLÁVIO QUER INTERVENÇÃO DE TRUMP NO BRASIL SE PERDER EM OUTUBRO

A
tentativa golpista acabou sendo prejudicial ao próprio Eduardo, mas isso não desestimulou seu irmão Flávio, agora candidato à presidência, de continuar no mesmo caminho. 

A atração exercida sobre os filhos de Bolsonaro pelo golpismo levou o próprio Estadão a elaborar a teoria de ser genética essa tendência. 

Na verdade, seria mais que uma simples tendência natural, e sim uma estratégia empregada diante de resistência e obstáculos contrariando seus desejos e objetivos.

É importante assinalar essa posição do Estadão, uma espécie de mea culpa por ter se aliado aos militares golpistas em 1964. Lembro-me bem do telegrama recebido do Júlio de Mesquita Filho, quando secretariava, ao lado de Mário Martins, a última grande reunião pública de crítica e protesto contra a ditadura, o Encontro com a Liberdade, em janeiro de 1967, no Teatro Paramount abarrotado, em São Paulo.

No telegrama, o velho Mesquita se solidarizava com o Encontro contra a Lei de Imprensa. Enquanto eu lia o telegrama, esperava uma reação positiva daquele grande público formado, na grande maioria, de jovens. Mas veio, para minha surpresa, uma enorme vaia contra o Estadão e contra os Mesquitas. 

No dia seguinte, o jornal deu algumas linhas ao Encontro sem mencionar as vaias. Sempre me ficou a impressão de se ter perdido ali uma grande oportunidade de união contra a ditadura, mas os ânimos estavam excitados e a moçada universitária de esquerda não perdoava o apoio do Estadão ao golpe.

Tantos anos depois, o candidato da dinastia Bolsonaro à presidência, Flávio, não aceitou a derrota golpista do pai e foi aos EUA, como já fizera seu irmão, pedir apoio da extrema-direita, direita, evangélicos dos EUA, para uma nova tentativa golpista, desta vez com o apoio do Trump. 

Indiretamente, Flávio sugere que Trump poderia repetir a extração do presidente Lula do Palácio do Planalto em Brasília, como fizera com Maduro em Caracas. 

O argumento é o mesmo já empregado por Trump e por Bolsonaro:  se Flávio Bolsonaro ganhar em outubro, as eleições terão sido livres e corretas, mas se Flávio perder, terá havido fraude nas eleições e os EUA deverão intervir! E como reagem os patriotas vestidos com a bandeira ou com as cores da nossa bandeira?

Isso é grave, não se trata de uma hipótese de pressão contra o Brasil, mas sim de um pedido quase direto de intervenção de um candidato à presidência, considerado pelas primeiras sondagens em situação de empate com Lula. 

Ou seja, se perder poderá provocar um novo 8 de janeiro para justificar uma intervenção estadunidense. Se ganhar, vai governar como um vassalo de Trump, um lacaio, um vendido, um entreguista de nossas riquezas e um traidor. 

por Rui Martins
O próprio Estadão não deixa por menos no seu editorial com o título Tal pai, tal filho. O jornal se reporta ao discurso de Flávio Bolsonaro no recente encontro da extrema-direita em Dallas, onde não pronunciam só discursos mas se tramam golpes.

E continua o Estadão:
Flávio defendeu o monitoramento das eleições brasileiras pelos EUA e sugeriu pressões diplomáticas externas para "garantir um pleito livre e justo", alegando que se perder terá havido fraude e manipulação nas eleições. Isso deveria ser suficiente para um processo de tentativa pré-golpista! 

segunda-feira, 23 de março de 2026

A MÚSICA DO DIA, DEDICADA A DONALD TRUMP, SÓ PODERIA SER "PALHAÇO"

Um dos principais cantores brasileiros do século passado, o rei da voz Francisco Alves obteve grande sucesso com Palhaço, marcha carnavalesca de 1947, composta a seis mãos por Benedito Lacerda, David Nasser e Herivelto Martins.

A quem ela poderia ser dedicada hoje em dia? Não há dúvida nenhuma: a Donald Trump, um inequívoco histrião hors concours,

Ele pensou que fosse um grande conquistador (mas não passa de um pequeno parlapatão). Então, como se ainda estivesse em 1930/40, agiu contra países mais fracos tal qual Hitler e Mussolini agiriam.

A consequência foi ele ter entrado como um leão numa guerra que deveria ser apenas Israel x Irã e agora estar saindo com o rabo entre as pernas, como um cão enxotado a pontapés, tendo de propor uma trégua e se de dispor a negociações.

As ilusões de Trump não completaram nem sequer um mês. E todos nós assistimos de camarote ao retumbante fracasso desse palhaço. (CL)

Acesse "Palhaço" no Youtube clicando aqui 

domingo, 22 de março de 2026

ASSIM COMO ARARUTA TEM O SEU DIA DE MINGAU, O LULA ÀS VEZES FALA O QUE O MUNDO PRECISA OUVIR.

É muito raro o Lula vir ao encontro de uma posição que eu já defendia, mas não impossível. 

A última vez foi quando ele declarou que o pandemônio armado pelo Bozo face à covid causara a morte de mais algumas centenas de milhares de brasileiros que, fosse outro o presidente,  teriam sobrevivido. 

Isto eu escrevia desde muito antes, baseado em estudos das mais conceituadas instituições estrangeiras. E a diferença entre nós foi que jamais cessei de martelar tal tecla, enquanto o Lula se deixou intimidar pelas críticas da grande imprensa e arquivou o assunto.

Agora, concordamos em que, se a Organização das Nações Unidas não toma providência nenhuma contra os massacres e a pirataria internacional do Donald Trump, não tem mais razão de existir.

Foi o que eu escrevi há 20 dias: "...talvez vejamos a extinção da ONU, por haver se tornado uma despesa inútil. Existe para evitar genocídios, mas nunca consegue impor o respeito às  práticas civilizadas por parte dos arrogantes estadunidenses e israelitas",

Agora, 
Num momento de incomum franqueza, ele bateu pesado na ONU ao discursar neste sábado (21) no 1º Fórum Celac-África. Torço para que  o Lula não recue desta vez:

"
O que estamos assistindo no mundo da falta total e absoluta de funcionamento das Nações Unidas. O Conselho de Segurança da ONU e seus membros permanentes foram criados para tentar manter a paz . (...) Quando é que vamos tomar atitudes para não permitir que países mais poderosos se achem donos dos países mais frágeis?

Estou indignado com a passividade dos membros de segurança que não foram capazes de resolver o problema na Faixa de Gaza, no Iraque, na Líbia, na Ucrânia, no Irã. Ou seja, tudo se resolve por guerra? 

É preciso que a gente levante a cabeça, não é possível alguém achar que é dono dos outros países. O que estão fazendo com Cuba agora? O que fizeram com a Venezuela? Isso é democrático? Em que artigo da carta da ONU está dito que o presidente de um país pode invadir o outro? 

Esta é a maior concentração de conflitos desde a 2a Guerra Mundial. As guerras na Ucrânia, em Gaza, no Irã e em tantos outros conflitos nos afastam do caminho do desenvolvimento e geram efeitos econômicos, sociais e políticos no mundo todo além de aumentarem o preço da energia e dos alimentos".

O BRASIL DEVERIA LIDERAR OS PAÍSES
NÃO-CAPACHOS DE NOSSO CONTINENTE
.
Quando os EUA fizeram gato e sapato da soberania da Venezuela, eu cobrei do Lula uma posição mais incisiva para evitarmos tais barbaridades. Queria que o Brasil liderasse os países não-capachos do nosso continente num firme repúdio  aos desvarios do Trump.

Antes tarde do que nunca, o Lula parece ter compreendido que os Trumps deste mundo não são detidos  por algo menos do que as graves ameaças econômicas que o Irã está criando.
(por Celso Lungaretti
   
"Ana, Ana, a ONU está me dando sono. Acorda, olha
o dono, o dono do sono, o dono do Esporte Clube
das Nações" (veja o vídeo completo clicando aqui)

quinta-feira, 12 de março de 2026

VERGONHA: A FIFA LAMBE O CHÃO QUE OS ULTRADIREITISTAS PISAM!

"
A seleção nacional de futebol do Irã é bem-vinda à Copa do Mundo, mas eu realmente não acredito que seja apropriado que eles estejam lá, por sua própria vida e segurança
", disse o genocida Donald Trump em sua plataforma digital.

Com os EUA admitindo publicamente que são incapazes de garantir a vida e segurança dos integrantes de uma seleção que tem total direito de disputar o Mundial, a Fifa está obrigada a transferir a competição para alguma nação que não anteponha ressalvas intimidantes ao cumprimento dos seus deveres.

Já chega a vergonha que o Comitê Olímpico Internacional passou durante o pesadelo nazista, quando consentiu que os Jogos Olímpicos de Verão de 1936 fossem realizados em Berlim.

Depois de o COI fornecer palco para uma apoteose hitlerista, agora a Fifa se prostrará à ameaça velada de um sub-Hitler? (CL)

quarta-feira, 11 de março de 2026

DE 1964 PARA 2026: "AINDA ESTAMOS AQUI".

Os mortos-vivos que nos aterrorizavam nas décadas
de 1960 e 1970 precisam ser decapitados de novo
D
iscursando na Flórida para uma plateia de ministros da Defesa e generais de 16 países, Stephen Miller, o vice-chefe de gabinete do genocida Donald Trump, incitou-os a passarem por cima das leis de suas respectivas nações. Cinicamente, deu-lhes até sua permissão (!) para tanto...

Ainda por cima, vangloriou-se dos crimes cometidos pelos EUA no combate ao narcotráfico: 
"Sob a liderança do presidente Trump, estamos usando o poder coercitivo, o poder militar, a força letal para proteger e defender a pátria americana.  
Enfrentamos a Al-Qaeda e o ISIS com armas extremamente letais porque essas organizações só podem ser derrotadas com o poder militar.  
Miller e Goebbels: cara de um, focinho do outro.

Vocês estão lidando com muitos advogados em seus países. Têm a minha permissão para não escutá-los".

Muitos advogados apenas? O tom belicoso desse neonazista não deixa dúvidas quanto a não serem só eles que devem se curvar ante os agentes da repressão, mas também presidentes e ministros.

Os mortos-vivos que nos aterrorizavam nas décadas de 1960 e 1970 precisam ser decapitados de novo. (por Celso Lungaretti)

quarta-feira, 4 de março de 2026

COVARDES E SANGUINÁRIOS

"O jornal de manhã chega cedo
Mas não traz o que quero saber
As notícias que leio, conheço
Já sabia antes mesmo de ler"
(Caetano Veloso e Gilberto Gil)
Os versos acima são da canção tropicalista Domingo, mas caem muito bem para o momento atual. 

Quase seis décadas se passaram e as notícias, inclusive as de horrores dantescos, continuam se repetindo sem cessar. Estamos condenados ao eterno retorno? Ao trem fantasma?

Agora assistimos à nova temporada de extermínio perpetrado pelos Estados Unidos e Israel, que continuam seguindo fielmente os passos de Hitler. 

Dos EUA eu não esperava algo diferente, mas os israelitas traem sua própria história
(vide aqui): sofreram o Holocausto no século passado e agora o impõem aos países árabes.  

Israel é o quarto Reich e os Estados Unidos em nada mudaram desde que despejaram bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki, talvez o pior crime de guerra da história da humanidade.  

A única novidade que talvez vejamos será a extinção da Organização das Nações Unidas, por haver se tornado uma despesa inútil: existe para evitar genocídios, mas nunca consegue impor o respeito às  práticas civilizadas por parte dos arrogantes estadunidenses e israelitas.

Não comentarei as novas agressões covardes e sanguinárias a nações muito mais fracas. São iguais a todas que as antecederam, também impunes. De que adianta as deplorarmos se nada de concreto resulta?! 

Fazem enorme falta as brigadas de voluntários estrangeiros que foram combater os fascistas na guerra civil espanhola. Os novos assírios (o povo mais cruel de todos os tempos) mataram inclusive nossas esperanças e nossa disposição de lutar por causas justas.  (por Celso Lungaretti)

domingo, 22 de fevereiro de 2026

COMBATE AO NARCOTRÁFICO É O PRETEXTO DOS EUA PARA INTERVENÇÕES NOUTROS PAÍSES. LULA LHES OFERECERÁ AJUDA

Ser bom vassalo é esquecer aquilo que a 
gente quer
 Aquilo pelo que um dia lutamos. Aquilo em nome do
qual companheiros estimados morreram e sofreram.
(Arema Conta Tiradentes)
O Lula acaba de dar detalhes sobre a próxima vassalagem que prestará ao Trump, ainda sem data marcada. 

Ele vai aos EUA para negociações e, no momento em que estadunidenses realizam operações militares na América Latina pretextando o combate ao narcotráfico, Lula dirá que assim seja, meu amo. Se não, vejamos:
Nessa conversa, quero aprofundar o combate ao narcotráfico, ao tráfico de armas, à lavagem de dinheiro. Qualquer coisa que puder colocar os magnatas da corrupção na cadeia, estamos dispostos a trabalhar.
E quanto à pirataria internacional ora praticada pelos Estados Unidos, que tiveram a desfaçatez de vir aprisionar o presidente de um país latino-americano vizinho ao nosso? A isto ele responde só com conversa pra boi dormir: Queremos uma relação respeitosa na América Latina, porque nós definimos que a nossa zona é de paz

É simplesmente repulsiva a intenção do Lula de colocar nossa Polícia Federal como prestadora gratuita de serviços para os EUA: 

Se o governo americano estiver disposto a combater o crime organizado, nós estaremos na linha de frente, baliu Lula. 

E dá-lhe mais conversa para boi dormir: Agora os EUA estão ameaçando o Irã. É preciso colocar um paradeiro nisso. O mundo está precisando de paz.

Como nos contos da carochinha, faltou o Lula apontar quem vai colocar o guizo no pescoço do gato. De algo temos certeza: não será o Brasil. (por Celso Lungaretti)

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

IMAGINE UM DONALD TRUMP DECIDINDO QUEM SOBREVIVE E QUEM MORRE

dalton rosado
A DESESPERANÇA
"...em meio a essa imensa confusão, apenas uma coisa
é clara: estamos esperando a vinda de
Godot" (Samuel Beckett) 
Reina um niilismo passivo diante do fracasso dos ordenamentos políticos.

É uma constatação que se impõe, ainda mais se levarmos em conta o descompasso com o enorme ganho do saber adquirido pela humanidade ao longo do lento processo de apreensão do dito cujo e que, aos poucos,  ganhou celeridade nos últimos 50 anos. Isto se deu, com velocidade extrema, a partir do advento da microeletrônica/cibernética e seu uso em todos os aspectos da vida social.

Certamente que a política, enquanto esfera de apoio jurídico-constitucional de uma ordem econômica escravista estabelecida como forma de relação social funcional a partir de uma lógica contraditória e, portanto, ilógica, tornou-se disfuncional em face dos parâmetros modernos de produção social que lhe são antagônicos.

O trabalho abstrato, fundamento da escravização indireta pelo salário e correspondente extração de mais-valia (que é a base primária de uma economia fundada na forma-valor e que se reproduz cumulativamente, segregando os próprios trabalhadores a partir desse fundamento), tornou-se disfuncional, substituído que está sendo em maior parte pela máquina. 

Como consequência, o edifício da ordem jurídico-constitucional desaba juntamente com a razão de ser de sua existência: o apoio jurídico-constitucional ao capitalismo.    

A política tornou-se disfuncional por invalidez; tornou-se inativa como serva obediente sem soberania de vontade que sempre decidiu em favor do capital porque, com o advento da máquina (trabalho morto), em substituição majoritária do trabalho abstrato (trabalho vivo, assalariado), é o próprio capitalismo que sofre de anemia profunda por esvair-se o sangue que lhe mantem vivo. 

Ou seja, vive o momento da impossibilidade de reprodução aumentada do valor nos níveis necessários por seus próprios fundamentos; assim, a política ficou órfã impotente com a doença terminal do seu amo, o capital.

Este é o ponto fulcral da desesperança, ou niilismo passivo: a espera de um Godot que está morto, qual seja a política.

Como estamos todos acostumados a buscar respostas na institucionalidade política (incapaz de nos oferecer tais respostas), reina a desesperança, que se traduz num niilismo passivo.

Vivemos sob uma forma de relação social destrutiva daquilo que se pode considerar como saudável, seja do ponto de vista da materialização do provimento equânime das necessidades de consumo e demandas sociais básicas, seja do ponto de vista da afirmação das virtudes humanas como tais, ou seja ainda pela questão ecológica.

Além disso, o estágio atual das contradições capitalistas aponta para a destrutibilidade da sua própria forma, traduzida na criação de entraves que impedem a consecução do seu objetivo teleológico: a autorreprodução vazia de sentido humano do capital expresso no dinheiro e das mercadorias sensíveis cujo valor de troca se expressa no tempo-valor.

Ora, com a mecanização preponderante na produção de mercadorias, extingue-se substancialmente o critério de mensuração de trocas destas na guerra concorrencial de mercado de modo a que apenas aqueles grandes conglomerados capitalistas detentores de capacidade de investimento em capital constante em grandes volumes poderão produzir.

É evidente, portanto, que para a sobrevivência desse sistema de verticalização do poder sob critérios de produção controlados pela máquina e seus proprietários, já não será o valor abstrato o critério de mensuração da riqueza, mas a força absolutista político-militar a fornecer um voucher sobrevivência como recentemente propôs Elon Musk. 

Imagine um Donald Trump decidindo quem come e como se obter o alimento? Quem manda e quem obedece?  Quem vive (ou sobrevive) e quem morre?  

É preciso compreender que a máquina e o saber que a criou representam a transição de um modo de produção baseado na força muscular humana para um modo de produção mais confortável e produtivo alterando substancialmente o caráter da sociedade para pior ou para melhor, dependendo do nível de consciência e unidade que os segmentos majoritários da população possam ter sobre seus próprios destinos.

O claro crescimento da direita nos processos eletivos mundo afora, com o surgimento de partidos flagrantemente defensores dos famigerados postulados nazistas deriva da falta de uma proposição de relação social que negue o capitalismo na sua raiz constitutiva: o valor e a dissociação de gênero.

Não há democracia (se se quiser emprestar ao termo uma conotação de livre exercício da soberania da vontade) sob o capital, e não é votando que se rompe com a mesmice, posto que as eleições burguesas mais não são do que um canal de positivação de uma estrutura política de positivação do capital e que somente leva ao descrédito das massas eleitoras diante do fracasso da tentativa bem-intencionada de humanização do capital pelos partidos ditos progressistas.

Então, por que se insistir numa forma jurídico-constitucional-eletiva que comprovadamente é incapaz de prover as demandas sociais de modo equilibrado e aperfeiçoado, e que se deteriora a olhos vistos?

Neste ano de 2026 temos eleições e vai se repetir a polarização entre a direita (que possivelmente virá com uma tentativa de revestir o lobo na pele de um cordeiro) e a social-democracia trabalhista lulista (cujo conteúdo reformista e conciliador propõe a retomada de crescimento econômico, ou seja, mais capitalismo, como forma de crescimento do bolo que possibilite a distribuição de algumas fatias, como queria Delfim Netto nos anos 60).

Mas há alternativa a isso, e passa pela compreensão de que um novo modo de produção requer um novo caráter de sociedade. Podemos conjecturá-la? (por Dalton Rosado)
"Só sinto frio na alma, estou vazio de sentimento.
Não sinto água no corpo, nem amor, nem ferimento"

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

O GRANDE IRMÃO TINHA UMA POLÍCIA DO PENSAMENTO; JÁ O GRANDE FANFARRÃO O CONTROLA COM RECURSOS CIBERNÉTICOS.

rui martins
GROKIPEDIA CONTRA WIKIPEDIA
O
alerta foi dado pelo governador democrata da Califórnia, Gavin Newsom, ao denunciar o TikTok, versão estadunidense, de praticar censura em favor de Donald Trump. 

Newsom recebeu denúncias de usuários do TikTok com dificuldades para postar vídeos sobre a morte do enfermeiro Alex Pretti pela polícia anti-imigração ICE.

O jornal suíço Le Temps publicou com destaque uma reportagem sobre acusações de censura e controle do TikTok, num estranho e perigoso conluio do Vale do Silício com a Casa Branca. 
 
1984 orwelliano vem chegando
Além disto, o próprio uso da inteligência artificial poderia ser manipulado politicamente, pois o ChatGPT passou a utilizar nos EUA, como fonte de informação, a enciclopédia Grokipedia, lançada por Elon Musk para concorrer com a Wikipedia.

O risco é o controle da informação pela IA segundo a versão dos seguidores de Trump, dispensando mesmo a necessidade de censura. Não será ainda o controle total previsto por George Orwell, mas um 1984 regional.

Outro perigo é o de uma enciclopédia desse tipo inventar e impor uma outra narrativa histórica, segundo a visão ideológica de Elon Musk.

Inicialmente serão os conservadores e fundamentalistas eleitores de Trump os utilizadores dessa enciclopédia, mas rapidamente suas interpretações serão difundidas em outros países (como o Brasil), e nas nações com movimentos ultradireitistas influentes e em expansão. 

Já existem mesmo previsões de um fim para a neutra Wikipedia, não se podendo excluir a potência financeira e tecnológica do grupo chefiado por Elon Musk. Os efeitos desses meios de doutrinação e controle se farão sentir nas novas gerações, a longo prazo. 

Estes autoritários são farinha do mesmo saco 
Trump, Musk e a extrema-direita fundamentalista, que deles já dispõem, poderão testá-los na preparação das eleições de novembro nos EUA.

Se já nas eleições brasileiras de 2918 as redes sociais da ultradireita despejavam fake news aos montes, pode-se imaginar o impacto do uso da IA nas de 2026. 

Vale lembrar que a propagação de mentiras e falsificações de notícias terão  o total apoio dos EUA, cujo presidente fanfarrão quer porque quer controlar os países sul-americanos. (por Rui Martins)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

A SOBREVIDA DO CAPITALISMO PARECE A DOS ZUMBIS DA FICÇÃO: FALTA-LHE VIDA, MAS NÃO SE CONFORMA COM A MORTE.

dalton rosado 
A CONJUNTURA POLÍTICO-ECONÔMICA MUNDIAL 
"As máquinas e robôs da Inteligência Artificial farão mais 
e melhor as coisas que o homem pode fazer...  Vamos
instituir uma renda básica universal para suprir 
a capacidade de consumo" (Elon Musc)
Nos últimos 200 anos, o mundo conviveu com a repetição cíclica de crises do capitalismo e com guerras civis e a busca de hegemonia de países contra países. A conclusão é clara: o capitalismo é genocida.      

Agora, quando a depressão econômica mundial se expressa na queda acentuada da curva de crescimento do PIB mundial simultaneamente ao aumento da dívida privada e pública, numa rota de acelerada de colisão rumo ao colapso, com ele vem a desagregação política de uma ordem criada para servir ao Deus Valor, que se autodestrói pelos próprios fundamentos.

Assim, a disfuncionalidade social da metafísica do capital gera a inconciliável briga por um espólio falido pela via política que é incapaz de compreender e aceitar que a lógica do capital chegou ao fim da linha, com os governos e seus governantes ególatras querendo continuar o féretro de um defunto que insiste em não ser sepultado. 

Há coisa mais ridiculamente narcisista, mas belicamente perigosa, do que a reencarnação do lebensraum nazista pelo TrumPIRATA do Caribe querendo ser dono do mundo? 

Na esteira da megalomania político-econômica de bilionários na política se pode aceitar que eles instituam um voucher de sobrevivência por eles controlado, como propôs Elon Musk?!

Por outro lado, diante da clara decadência do capitalismo estadunidense ora em curso, que se soma à decadência das nações da União Europeia, acirra-se a disputa pela hegemonia capitalista, por parte dos países que se aglutinam como força de produção de mercadorias a partir da junção de multinacionais que se deslocam dos países de origem em busca de mão-de-obra barata.

Trata-se de um endividamento crescente para fazer face à exigência de capital constante (equipamentos, instalações, energia, pesquisa, etc.) e subsídios fiscais. Tal deslocamento da produção de mercadorias se soma ao fenômeno da Inteligência Artificial, ao permitir que máquinas simulem habilidades humanas nos vários campos da vida social.

Com isto o trabalho abstrato se torna cada vez mais prescindível, em maior parte na produção de mercadorias, gerando novos nichos de receita para os países detentores dessa tecnológica microeletrônica/cibernética, mas que, paradoxalmente, implode toda a lógica de produção do valor, ou seja, torna inviável a relação social capitalista pela redução da massa global de valor.

Sem produção de valor nos níveis necessários para a irrigação funcional da mediação pelo dinheiro como valor válido (ou seja, advindo da produção de mercadorias), todo o organismo capitalista morre de inanição.
 
O dinheiro, que deveria ser a expressão monetária do valor, agora é em grande parte dele desconectado: vive sob emissão de moeda sem lastro, oficial mas falsa, gerando inflação. Tal fenômeno ora assola o mundo inteiro.

Sendo ele a mercadoria das mercadorias e a única sem valor de uso intrínseco (não passa de uma abstração meramente numérica no mais alto grau de sua metafisica funcional), o dinheiro, quando desconectado do valor, corresponde ao recurso suicida de uma ordem econômica que roda em falso, como ora ocorre.

É sob esse contexto de depressão capitalista que a guerra comercial perde espaço para a força militar altamente desenvolvida sob um comando político de governos que manipulam a insatisfação popular, inconsciente do que está por trás da perda coletiva da qualidade de vida pela maior parte da população.

O crescimento eleitoral da direita no mundo atual se escuda numa mentira de salvação, tal como cresceu Hitler diante da penúria da Alemanha no final da década de 1920 e ao longo dos anos 30, com a enganosa cantilena nacionalista e racista de retomada alemã do progresso e prosperidade.  

Enquanto isto vivemos o aquecimento global gerado pela emissão na atmosfera dos combustíveis fósseis, com o petróleo ainda disputado a tapa e novas extrações sendo liberadas como fonte de sustentação econômica.    
      
A irracionalidade da permanência do uso dos combustíveis fósseis se prende advém de haver uma enorme gama de atividades econômicas ligadas à produção e comercio dos combustíveis na era do desemprego estrutural, tornando-se uma exigência suicida do sistema produtor de mercadorias; tudo converge a uma fuga para a frente, como se fôssemos uma manada que segue veloz para o precipício.   

Há, portanto, uma cegueira quanto à identificação social da causa dos problemas e, mais ainda, da solução dele.

A causa fundamental dos problemas sociais reside no sistema produtor de mercadorias que entrou numa espiral de contradições que revelam a sua ilogia diante do avanço do saber tecnológico aplicado ao próprio sistema e por ele provocado paradoxalmente; e com ele, a queda da máscara de caráter democrático da política.

Ora, por que não se quer identificar a causa do problema e se intensifica a prática dessa mesma causa como solução?

Por que não se pode produzir bens de consumo e serviços apenas pelo seu valor de uso que satisfaça as necessidades humanas e sociais, superando-se o famigerado valor de troca, substrato oportunista de uma relação social escravista?

Em sua maioria, os economistas (principalmente os burgueses) só apontam saídas ineficazes, ignorando os números macroeconômicos, sem falar que precisam eles mesmos criticar a ciência da qual e na qual são profissionais? 

Tais números estão a demonstrar a correção dos prognósticos de Karl Marx em sua crítica da economia política, na qual demonstrou cientificamente a marcha para o que hoje está a ocorrer.

Nada se faz nesse sentido, justamente porque a negação do valor de troca desnudaria toda a engrenagem da dominação política que está posta a seu serviço.   

As populações empobrecidas do mundo, cuja grande rebelião ora atinge pincipalmente a juventude que chega à idade adulta esbarrando no desemprego estrutural, precisam tomar consciência de que nunca foi tão factível se prover as necessidades de consumo.

Bastaria aliar-se o uso das máquinas ao conhecimento adquirido pela humanidade nos vários campos do saber que promove níveis de produtividade jamais imaginados. Como? Destravando-se da vida social o famigerado critério da viabilidade econômica, que impõe a todo o fazer uma paralisia inaceitável.

Antes de nos armarmos para a guerra, por que não nos desarmarmos para a paz, diferentemente do que propõe o entusiasta digno do Prêmio Nobel da Guerra, sentado na cadeira presidencial dos EUA como se fosse chefe de gang de bullying de escola primária?

Viva Karl Marx e sua crítica da mercadoria, contida no livro O Capital, praticamente um resumo de tudo o que escreveu (por Dalton Rosado)

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