Esse é o leitmotiv da rendição do governo de Donald Trump diante do clamor mundial e perda de prestígio interno do seu governo, que recua sem ver saída para a nova realidade que se apresentou perante um governante bilionário e ególatra, cuja capacidade de percepção da nova realidade é do tamanho do cérebro dos seus assessores energúmenos e imberbes a dizerem amém às suas sandices.
terça-feira, 14 de abril de 2026
SERÁ O FIM DO IMPÉRIO ESTADUNIDENSE?
Esse é o leitmotiv da rendição do governo de Donald Trump diante do clamor mundial e perda de prestígio interno do seu governo, que recua sem ver saída para a nova realidade que se apresentou perante um governante bilionário e ególatra, cuja capacidade de percepção da nova realidade é do tamanho do cérebro dos seus assessores energúmenos e imberbes a dizerem amém às suas sandices.
segunda-feira, 13 de abril de 2026
TERRA ARRASADA QUEM DEIXOU PRA TRÁS FOI O LEHMAN BROTHERS. AS FRAUDES DO BANCO MASTER NÃO CHEGAM NEM PERTO.
Trata-se de um filme que, sem chamar o vilão pelo nome, mostra como o banco de investimentos Lehman Brothers agiu em setembro de 2018, quando, movido pela ganância, maximizou uma crise anunciada a tal ponto que ela quase acabou sendo o estopim de uma nova Grande Depressão (a qual, ao que tudo indica, foi apenas adiada e está cada vez mais próxima).
Não é um documentário, mas sim um drama, focado na reação dos dirigentes e corretores a partir da materialização do seu pior pesadelo.
Não demora muito para o espectador ficar sabendo que, entre o fim do expediente num dia e o início no outro, a empresa definiu sua linha de atuação e vai preparar-se para levá-la à prática, face à constatação de que o mercado logo saberá que seus títulos são podres e o colapso é questão de horas.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
IMAGINE UM DONALD TRUMP DECIDINDO QUEM SOBREVIVE E QUEM MORRE
Certamente que a política, enquanto esfera de apoio jurídico-constitucional de uma ordem econômica escravista estabelecida como forma de relação social funcional a partir de uma lógica contraditória e, portanto, ilógica, tornou-se disfuncional em face dos parâmetros modernos de produção social que lhe são antagônicos.
A política tornou-se disfuncional por invalidez; tornou-se inativa como serva obediente sem soberania de vontade que sempre decidiu em favor do capital porque, com o advento da máquina (trabalho morto), em substituição majoritária do trabalho abstrato (trabalho vivo, assalariado), é o próprio capitalismo que sofre de anemia profunda por esvair-se o sangue que lhe mantem vivo.
Ou seja, vive o momento da impossibilidade de reprodução aumentada do valor nos níveis necessários por seus próprios fundamentos; assim, a política ficou órfã impotente com a doença terminal do seu amo, o capital.
Este é o ponto fulcral da desesperança, ou niilismo passivo: a espera de um Godot que está morto, qual seja a política.
Como estamos todos acostumados a buscar respostas na institucionalidade política (incapaz de nos oferecer tais respostas), reina a desesperança, que se traduz num niilismo passivo.
Vivemos sob uma forma de relação social destrutiva daquilo que se pode considerar como saudável, seja do ponto de vista da materialização do provimento equânime das necessidades de consumo e demandas sociais básicas, seja do ponto de vista da afirmação das virtudes humanas como tais, ou seja ainda pela questão ecológica.
Ora, com a mecanização preponderante na produção de mercadorias, extingue-se substancialmente o critério de mensuração de trocas destas na guerra concorrencial de mercado de modo a que apenas aqueles grandes conglomerados capitalistas detentores de capacidade de investimento em capital constante em grandes volumes poderão produzir.
É evidente, portanto, que para a sobrevivência desse sistema de verticalização do poder sob critérios de produção controlados pela máquina e seus proprietários, já não será o valor abstrato o critério de mensuração da riqueza, mas a força absolutista político-militar a fornecer um voucher sobrevivência como recentemente propôs Elon Musk.
Imagine um Donald Trump decidindo quem come e como se obter o alimento? Quem manda e quem obedece? Quem vive (ou sobrevive) e quem morre?
É preciso compreender que a máquina e o saber que a criou representam a transição de um modo de produção baseado na força muscular humana para um modo de produção mais confortável e produtivo alterando substancialmente o caráter da sociedade para pior ou para melhor, dependendo do nível de consciência e unidade que os segmentos majoritários da população possam ter sobre seus próprios destinos.
O claro crescimento da direita nos processos eletivos mundo afora, com o surgimento de partidos flagrantemente defensores dos famigerados postulados nazistas deriva da falta de uma proposição de relação social que negue o capitalismo na sua raiz constitutiva: o valor e a dissociação de gênero.
Não há democracia (se se quiser emprestar ao termo uma conotação de livre exercício da soberania da vontade) sob o capital, e não é votando que se rompe com a mesmice, posto que as eleições burguesas mais não são do que um canal de positivação de uma estrutura política de positivação do capital e que somente leva ao descrédito das massas eleitoras diante do fracasso da tentativa bem-intencionada de humanização do capital pelos partidos ditos progressistas.
Neste ano de 2026 temos eleições e vai se repetir a polarização entre a direita (que possivelmente virá com uma tentativa de revestir o lobo na pele de um cordeiro) e a social-democracia trabalhista lulista (cujo conteúdo reformista e conciliador propõe a retomada de crescimento econômico, ou seja, mais capitalismo, como forma de crescimento do bolo que possibilite a distribuição de algumas fatias, como queria Delfim Netto nos anos 60).
sábado, 31 de janeiro de 2026
NINGUÉM ESTAVA OLHANDO, ENTÃO OS POLÍTICOS DO BRASIL E OUTROS PAÍSES TOSQUIARAM OS CONTRIBUINTES.
| Ken Griffin discorreu sobre os riscos que o Brasil corre |
É a mesma avaliação do Alexandre Borges em seu artigo deste sábado (31) na Folha de S. Paulo, no qual sustenta que a disparada da dívida pública é uma bomba relógio da qual ninguém fala, prestes a explodir nos EUA, França, Reino Unido, Japão e Brasil.
Como se trata de um texto muito longo para as características deste blog, vou reproduzir apenas os trechos de maior interesse para nós, brasileiros. (CL)
Os dados mostram uma deterioração fiscal disseminada nas principais economias mundiais. Segundo o Fundo Monetário Internacional, o déficit fiscal médio das economias avançadas passou de cerca de 3,3% do PIB em 2019 para mais de 5% em 2024...
Para efeito de comparação, a média da dívida dos emergentes passa dos 60% do PIB, e a de países com classificação de risco semelhante ao do Brasil fica abaixo de 55%.
No mesmo período, a inflação atingiu 10,7%, o desemprego subiu de 6,5% para mais de 11% e o PIB acumulou retração próxima de 7% em dois anos. O país perdeu o grau de investimento...
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
A SOBREVIDA DO CAPITALISMO PARECE A DOS ZUMBIS DA FICÇÃO: FALTA-LHE VIDA, MAS NÃO SE CONFORMA COM A MORTE.
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
GRAVE ADVERTÊNCIA: AS BLITZKRIEGS DO TRUMP TÊM COMO OBJETIVO FINAL A ECLOSÃO DE UMA NOVA GUERRA MUNDIAL
| Cara de um, focinho de outro. |
| EUA e Japão lutam batalha perdida no front econômico |
Porta-aviões nuclear dos EUA: pirataria se modernizou |
sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
DUAS OU TRÊS COISAS A SE PONDERAR SOBRE A FORMAÇÃO DO CINTURÃO CONSERVADOR NO CONE SUL
O século 19 foi marcado por ebulições próprias ao desenvolvimento do mercantilismo da revolução industrial inglesa, como o surgimento da energia a vapor que transformava energia térmica em energia mecânica impulsionando máquinas, o transporte ferroviário, equipamentos industriais e gerando eletricidade.
A queima do carvão ou da lenha representou o embrião e despertar da revolução tecnológica que viria a seguir, e com ela o desejo de hegemonia econômica e política tanto no continente europeu como na América estadunidense, inclusive com as duas grandes guerras mundiais nas quais morreram cerca de 3% de toda a população do planeta.
A trajetória de implantação do capitalismo mercantilista tem, portanto, um rastro de sangue. O capital é assassino e a democracia burguesa, uma farsa representativa que ora demonstra toda a sua incongruência política, simultaneamente à derrocada dos seus fundamentos econômicos decadentes.
O resultado da influência do poder econômico na eleição de políticos de direita revela que, na democracia burguesa, os eleitores estão presos a um processo suicida de manipulação da vontade e convergem para o abatedouro tal como gado no corredor de abate, inconscientes e sem alternativas; escolhem dentre o que já foi previamente escolhido pelo capital.
A trajetória de implantação do capitalismo mercantilista, que moldou uma forma política que lhe é imanente, tem um rastro de sangue.
O capital é assassino e a democracia burguesa uma farsa representativa que ora demonstra toda a sua incongruência política pari passu à derrocada dos seus fundamentos econômicos decadentes.
O resultado da influência do poder econômico na eleição de políticos de direita revela que na democracia burguesa os eleitores estão presos a um processo suicida de manipulação da vontade e convergem para o abatedouro tal como gado no corredor de abate, inconscientes e sem alternativas; escolhem dentre o que já foi previamente escolhido pelo capital.
Agora o Chile e a Bolívia acabam de eleger governantes de direita que se somam ao Javier Milei da Argentina, formando um cinturão conservador no cone Sul das Américas, numa demonstração clara de um movimento pendular eleitoral entre direita e esquerda.
Tal movimento é fruto da insatisfação popular que não se apercebe de que ambos os projetos representam apenas variações políticas que atuam sob uma mesma base de exploração social: o capitalismo.
A inconsciência social popular sobre si mesma atua como se se considerasse coletivamente que o capitalismo e suas relações de exploração e ordem política fosse algo tão natural como se beber água e se alimentar diariamente.
* elegem-se tipos como Donald Trump, um genocida que quer receber o título Nobel da Paz Mundial, apesar de matar pessoas em barcos indefesos atingidos por poderosas bombas em nome de uma presunção não comprovada de que se trata de narcotraficantes;
* mantém-se na Presidência o delinquente dos Estados Unidos que não apenas nega o aquecimento global causado pelo consumo de combustíveis fósseis que tem os Estados Unidos V(e a China) como maiores emissores do gás carbônico na atmosfera pelo seu uso, como quer tomar na marra o petróleo venezuelano, fonte de riqueza daquele país numa ordem capitalista que não consegue equacionar o problema do ecocídio causado pela produção, consumo e venda dessa fonte energética predadora da vida;
* aceita-se que um país invada o outro por terra e lance bombas contra civis inocentes como faz o ex-agente da KGB Vladimir Putin, na agressão assassina da população civil da Ucrânia;
*aceita-se o genocídio em Gaza de mulheres, idosos e crianças, praticado pelo governo sionista de Israel;
* gasta-se mais dinheiro em armamentos do que no combate à fome que aumenta, apesar do desenvolvimento científico das técnicas agrárias;
* aceita-se o pagamento extorsivo dos juros da dívida pública em detrimento do provimento de demandas sociais básicas;
* aceita-se que se dê cerca de R$ 5 bilhões para o financiamento de partidos políticos em suas campanhas eleitorais e se esquece da permanente influência do poder econômico do processo eleitoral;
* naturaliza-se a existência de máfias do crime organizado em permanente competição como o crime do colarinho branco numa disputa que enoja o cidadão comum explorado, ambos infiltrados no aparelho de estado parlamentar, esferas executivas e no judiciário;
* campeiam soltos e com exemplos, e a cada dia pululando, mais volumosos e impunes no noticiário criminal, os crimes de corrupção com o dinheiro público