Nessa conversa, quero aprofundar o combate ao narcotráfico, ao tráfico de armas, à lavagem de dinheiro. Qualquer coisa que puder colocar os magnatas da corrupção na cadeia, estamos dispostos a trabalhar.
domingo, 22 de fevereiro de 2026
COMBATE AO NARCOTRÁFICO É O PRETEXTO DOS EUA PARA INTERVENÇÕES NOUTROS PAÍSES. LULA LHES OFERECERÁ AJUDA
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
A ENÉRGICA REAÇÃO DOS PAÍSES EUROPEUS CONTRA TRUMP REFORÇA A IMAGEM DO BRASIL COMO QUINTAL DOS EUA
Alemanha, França, Noruega e Suécia anunciaram que enviarão tropas para defender a Groenlândia da cobiça de Donald Trump, que não esconde sua intenção de anexar a ilha e passar a controlá-la.
Localizada no Ártico, a Groenlândia é um Estado semiautônomo pertencente à Dinamarca, que, apoiada pelos ilhéus e também por nações da Organização do Tratado do Atlântico Norte, resiste aos planos do Trump.
Neste sentido, foi criada a Operação Artic Endurante (Resistência Ártica) e os quatro países começam a enviar tropas para exercícios militares cujo início está marcado para a semana que vem.
Com isto, não só traiu um país aliado como fica exposto a uma eventual tentativa estadunidense de abocanhar pedaços da Amazônia.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
NÃO TOLERO LERO-LERO
“Os bombardeios no território da Venezuela e o sequestro do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e ameaçam a comunidade internacional com um precedente extremamente perigoso”.
| A pior roubada do mundo é ser aliado do Lula |
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
CLÁSSICO DO CINEMA ANTI-IMPERIALISTA, 'GRINGO' É A ATRAÇÃO DA 'FILMES PARA VER NO BLOG' DE HOJE. TEM TUDO A VER!
| Gian-Maria Volonté e Lou Castel: amizade inesperada. |
| Klaus Kinski: messiânico e carismático. |
domingo, 4 de janeiro de 2026
BARBA NEGRA NÃO É MAIS O MAIOR PIRATA DE TODOS OS TEMPOS. TRUMP, O CORSÁRIO DO PETRÓLEO, TOMOU SEU LUGAR
sábado, 3 de janeiro de 2026
MEU TOTAL REPUDIO À AGRESSÃO DOS EUA CONTRA A VENEZUELA. MAS, DUVIDO QUE NOSSOS PRESIDENTES BANANAS REAJAM
Infelizmente, tenho a certeza de que os presidentes bananas sul-americanos (com exceção do canalha Javier Milei, lambe-botas do Trump) farão discursos indignados e, por meio de seus representantes, chororô no muro de lamentações que é a ONU. Contudo, não se unirão para a tomada de uma atitude mais contundente contra o vilão imperialista à moda antiga.
Quanto ao Lula, cuja trajetória acompanho desde as grandes greves do ABC, não me surpreenderei se no futuro viermos a saber que uma reação frouxa no episódio venezuelano tiver sido a contrapartida dele previamente exigida para o esvaziamento da chantagem tarifária contra o Brasil. Se non è vero, è ben trovato...
O sequestro do Maduro, um indiscutível ato de pirataria internacional, só admite uma resposta: ultimato conjunto aos EUA exigindo sua libertação e, se não for atendido, declaração de guerra.
Mas, os leitores decerto nem sequer cogitam que tal linha de ação venha a prevalecer. Mais de um século depois, engoliremos abúlicos tal retrocesso à política do grande porrete de Theodore Roosevelt. Acostumamo-nos à indignidade.
Que falta faz uma esquerda de verdade por aqui! (por Celso Lungaretti)
segunda-feira, 6 de janeiro de 2020
ASSASSINATO EXTRAJUDICIAL DE SOLEIMANI ACENTUA A INFLUÊNCIA CATASTRÓFICA DE TRUMP NA GOVERNANÇA GLOBAL
POPULARIDADE NO IRÃ ERA INQUESTIONÁVEL
O funeral deste domingo (5) reuniu uma quantidade impensável de populares, só comparável à do funeral do líder supremo Khomeini. Ao que tudo indica, o governo de Hassan Rowhani, confrontado a poderosas revoltas sociais, saiu reforçado pelo ataque dos EUA.
Outros motivos tornam a morte de Soleimani ainda mais excepcional. Ele não era um terrorista que vivia escondido na mais absoluta ilegalidade, mas uma autoridade de um Estado soberano.
Uma das convenções mais elementares das relações internacionais estabelece que devem ser evitados ataques sumários a diplomatas, ministros e militares de alta patente.
Esse acordo tácito torna possível o diálogo entre os piores inimigos. É, p. ex., amplamente conhecido que as forças ocidentais contaram com o apoio dos militares iranianos para derrotar os talibãs afegãos e, mais tarde, o Estado Islâmico.
Até para os padrões dos juristas de Washington, que esticaram ao máximo o direito de conduzir assassinatos extrajudiciais na era Barack Obama, Soleimani era dificilmente um alvo legítimo.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2020
COM BRAVATA DESVAIRADA EM BAGDÁ, TRUMP TENTA MANTER-SE NO PODER
— seja pela via do impeachment, mais do que justificado no caso de um presidente dos EUA que chantageou um governo estrangeiro para forçá-lo a participar de um conluio contra um político estadunidense;
— seja por derrota eleitoral, único resultado plausível após tantas trapalhadas que cometeu.
Ciente de que caminha na corda bamba, deu uma cartada definitiva ao atacar o Irã da forma mais traiçoeira e covarde, sem declaração de guerra, jogando no lixo todas as convenções internacionais.
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| Por Celso Lungaretti |
Sobre as consequências do atentado de Sarajevo (ôps, quer dizer, de Bagdá) para o Brasil, reproduzo um bom artigo do Jamil Chade, mestre em Relações Internacionais pela Universidade de Genebra.
ITAMARATY EM ENCRUZILHADA
Se tradicionalmente o Itamaraty adotou uma postura de construir pontes e evitar entrar em conflitos na região, a nova aliança entre Jair Bolsonaro e Donald Trump modificou a equação.
Na Europa, governos imediatamente lançaram apelos para que uma guerra seja evitada, mesmo que reconheçam o papel perigoso que Soleimani teve ao longo de anos na desestabilização da região e mortes.
O mercado iraniano tem sido um importante destino das exportações brasileiras. Mas a situação testa agora até que ponto Bolsonaro e Araujo poderão resistir aos americanos e adotar uma postura independente.
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| Um episódio menor voltará a ter consequências terríveis? |
Nos últimos meses, o governo brasileiro tem sido pressionado por Trump a incrementar a pressão sobre o Irã, inclusive se distanciando de contratos comerciais e até mesmo o abastecimento de navios de Teerã.
Em alguns aspectos, o Brasil já cedeu. P. ex., o Itamaraty vai sediar, a pedido dos EUA, uma conferência internacional em fevereiro sobre a situação no Oriente Médio e Irã.
O evento, porém, é visto como um instrumento do governo Trump de estabelecer um plano para a região que permita frear a influência iraniana e apoiar governos aliados, como Israel.




