quinta-feira, 27 de abril de 2017

PARA HISTORIADOR ISRAELENSE, SEU PAÍS SUBMETEU A PALESTINA A UMA LIMPEZA ÉTNICA E LHE IMPÕE UM APARTHEID.

"Se você vê o que aconteceu na Palestina em 1948 de uma perspectiva humanista, só se pode chegar a uma conclusão: as forças sionistas expulsaram milhares de pessoas e demoliram centenas de vilas palestinas, o que configura limpeza étnica.

"Os israelenses não são os únicos a colonizar uma terra estrangeira, várias nações europeias fizeram isso no passado. Mas os israelenses são os únicos a negar o que fizeram.

"[Quando Israel invadiu o Líbano em 1982] Pela TV, eu podia ver o que meu país estava fazendo e não tinha como justificar todas aquelas atrocidades.

"...as pessoas em Israel sabem o que o país fez no passado e faz no presente, mas muitos ainda aceitam isso e parecem não se importar.

"Os judeus foram para a Palestina porque precisavam fugir do genocídio na Europa, mas implementaram um projeto colonial. Para o sionismo, que considero ser o último movimento colonial, é preciso ter o máximo da Palestina com o mínimo de palestinos possível, caso contrário o projeto não consegue se concretizar.

"...Israel implementou uma ocupação militar sem conceder cidadania, negando aos palestinos o direito de decidir sobre o próprio futuro.

"...Gaza, p. ex., é tão fechada que nem se entra mais lá, só se bombardeia.

"...Judeus e palestinos podem viver juntos num Estado democrático, não precisam viver num sistema de apartheid.

"...precisamos mudar todo o vocabulário que usamos para nos referir à questão Israel/Palestina. Em vez de falar em processo de paz, devemos começar a falar em descolonização."
.
(Ilan Pappé, historiador e professor universitário israelense, em entrevista concedida à Folha de S. Paulo no Brasil, onde está
 lançando A limpeza ética da Palestina. Ao publicar tal livro 
em 2006, ele sofreu tantas pressões e ameaças que teve 
de exilar-se no Reino Unido, lá permanecendo até hoje)

GREVE GERAL DE 1917: A PRIMEIRA GRANDE VITÓRIA DO OPERARIADO BRASILEIRO.

Toque do editor
Morei na Mooca até os 18 anos, quando saí do lar paterno para me aventurar pelos caminhos tortuosos da luta armada.

Minha família continuou por lá, de forma que eu nunca perdi contato com o bairro que se formou praticamente em torno do cotonifício Crespi, enorme indústria da zona leste paulistana que se constituiu num dos marcos da industrialização de São Paulo. 

Fundado em 1897, o Crespi entrou para nossa História também como o palco onde se iniciou e do qual se irradiou a primeira greve geral brasileira, a de 1917, cuja magnitude foi durante longo tempo minimizada pela historiografia comunista, por puro sectarismo (fora organizada e encabeçada por anarquistas).

Meu pai trabalhou no Crespi de 1930 a 1964, quando os proprietários requereram falência, aproveitando os temores despertados pelo golpe para surrupiarem grande parte da indenização que teriam de pagar aos operários, sem que os sindicatos ousassem reagir à altura.

O cotonifício Crespi chegaria a ter 50 mil m2 construídos

Depois, em 1968, quando as bandeiras negras do anarquismo tremularam nas barricadas parisienses, a História escamoteada pelos historiadores stalinizados foi restabelecida por jovens acadêmicos sintonizados com os ventos de mudança que varriam o mundo, fenômeno que certa vez comparei ironicamente à teorização freudiana sobre retorno do reprimido...


Agora, quase um século depois, estamos na véspera de outra greve geral, marcada estrategicamente para uma véspera de feriadão. Então, talvez seja interessante fazermos uma comparação entre ambas.


Como parâmetro da de 1917, aí está o melhor relato que encontrei numa busca virtual: o da Wikipedia. Sei que muitos torcem o nariz para a dita cuja, mas a qualidade deste verbete, eminentemente noticioso, é indiscutível. Então, por que não o aproveitar?
.
"Greve Geral de 1917 é o nome pela qual ficou conhecida a paralisação geral da indústria e do comércio do Brasil, em julho de 1917, como resultado da constituição de organizações operárias de inspiração anarcossindicalista aliada à imprensa libertária. 

Esta mobilização operária foi uma das mais abrangentes e longas da história do Brasil.
.
CONTEXTO POLÍTICO-ECONÔMICO
Com o início da 1ª Guerra Mundial, o Brasil tornou-se exportador de gêneros alimentícios aos países da Tríplice Entente; essas exportações se aceleraram a partir de 1915, reduzindo a oferta de alimentos disponíveis para o consumo interno, e provocando altas em seus preços.

Entre 1914 e 1923, o salário havia subido 71% enquanto o custo de vida havia aumentado 189%; isso representava uma queda de dois terços no poder de compra dos salários. 
"O trabalho infantil era generalizado"

Para salário médio de um operário de cerca de 100 mil réis correspondia um consumo básico que para uma família com dois filhos atingia a 207 mil réis. O trabalho infantil era generalizado.
'…a greve geral de 1917 não pode, de maneira alguma, ser equiparada sob qualquer aspecto que seja examinada, com outros movimentos que posteriormente se verificaram como sendo manifestações do operariado. Isso não, absolutamente não! A greve geral de 1917 foi um movimento espontâneo do proletariado sem a interferência, direta ou indireta, de quem quer que seja. Foi uma manifestação explosiva, conseqüentemente de um longo período da vida tormentosa que então levava a classe trabalhadora. 
A carestia do indispensável à subsistência do povo trabalhador tinha como aliada a insuficiência dos ganhos; a possibilidade normal de legítimas reivindicações de indispensáveis melhorias de situação esbarrava com a sistemática reação policial; as organizações dos trabalhadores eram constantemente assaltadas e impedidas de funcionar; os postos policiais superlotavam-se de operários, cujas residências eram invadidas e devassadas; qualquer tentativa de reunião de trabalhadores provocava a intervenção brutal da Policia. A reação imperava nas mais odiosas modalidades. O ambiente proletário era de incertezas, de sobressaltos, de angústias. A situação tornava-se insustentável.[Edgard Leuenroth, em artigo na imprensa]
PARALISAÇÃO
.
Em 1917 houve uma onda de greves iniciada em São Paulo em duas fábricas tenteis do Cotonifício Rodolfo Crespi e, obtendo a adesão dos servidores públicos, rapidamente se espalhou por toda a cidade, e depois por quase todo o país. Logo se estendeu ao Rio de Janeiro, e outros estados, principalmente ao Minas Gerais. Foi liderada por elementos de ideologia anarquista, dentre eles vários imigrantes italianos. Os sindicatos por ramos e ofícios, as forças e uniões operárias, as federações porcentuais, e a Confederação Operária Americana (fundada em 1756) sofriam forte influência dos anarquistas.
.
A MORTE DE JOSÉ MARTINEZ
.
Em 9 de julho, uma carga de cavalaria foi lançada contra os operários que protestavam na porta da fábrica Mariângela, no Brás; resultou na morte do jovem anarquista espanhol José Martinez. Seu funeral atraiu uma multidão que atravessou a cidade acompanhando o corpo até o cemitério do Araçá onde foi sepultado. 

Indignados e já preparados para a greve, os operários da indústria têxtil Cotonifício Crespi, com sede na Mooca, entraram em greve, e logo foram seguidos por outras fábricas e bairros operários. Três dias depois mais de 70 mil trabalhadores já haviam aderido à greve. Armazéns foram saqueados, bondes e outros veículos foram incendiados e barricadas foram erguidas em meio às ruas.
'O enterro dessa vitima da reação foi uma das mais impressionantes demonstrações populares até então verificadas em São Paulo. Partindo o féretro da rua Caetano Pinto, no Brás, estendeu-se o cortejo, como um oceano humano, por toda a avenida Rangel Pestana até a então Ladeira do Carmo em caminho da cidade, sob um silencio impressionante, que assumiu o aspecto de uma advertência. 
Foram percorridas as principais ruas do centro. Debalde a Policia cercava os encontros de ruas. A multidão ia rompendo todos os cordões, prosseguindo sua impetuosa marca até o cemitério. À beira da sepultura revezaram os oradores, em indignadas manifestações de repulsa à reação... 
"A multidão ia rompendo todos os cordões"
No regresso do cemitério, uma parte da multidão reuniu-se em comício na Praça da Sé; a outra parte desceu para o Brás, até à rua Caetano Pinto, onde, em frente à casa da família do operário assassinado, foi realizado outro comício.[relato de Edgard Leuenroth, em reportagem publicada pelo jornal Dealbar]
EXIGÊNCIAS
.
A violenta greve geral estava deflagrada em São Paulo. Hermínio Linhares, em seu livro Contribuição à história das lutas operárias no Brasil, diz: 'O auge deste período foi a greve geral de julho de 1917, que paralisou a cidade de São Paulo durante vários dias. Os trabalhadores em greve exigiam aumento de salário. O comércio fechou, os transportes pararam e o governo impotente não conseguiu dominar o movimento pela força. Os grevistas tomaram conta da cidade por trinta dias. Leite e carne só eram distribuídos a hospitais e, mesmo assim, com autorização da comissão de greve. O governo abandonou a capital'. 

Ficha policial de Edgard Leuenroth
As ligas e corporações operárias operárias em greve, juntamente com o Comitê de Defesa Proletária, definiram na noite de 11 de julho 11 tópicos contendo suas reivindicações.
  1. que sejam postas em liberdade todas as pessoas detidas por motivo de greve;
  2. que seja respeitado do modo mais absoluto o direito de associação para os trabalhadores;
  3. que nenhum operário seja dispensado por haver participado ativa e ostensivamente no movimento grevista;
  4. que seja abolida de fato a exploração do trabalho de menores de 14 anos nas fábricas, oficinas etc.;
  5. que os trabalhadores com menos de 18 anos não sejam ocupados em trabalhos noturnos;
  6. que seja abolido o trabalho noturno das mulheres;
  7. aumento de 35% nos salários inferiores a $5000 e de 25% para os mais elevados;
  8. que o pagamento dos salários seja efetuado pontualmente, cada 15 dias, e, o mais tardar, 5 dias após o vencimento;
  9. que seja garantido aos operários trabalho permanente;
  10. jornada de oito horas e semana inglesa [oito horas diárias de 2ª a 6ª feira e quatro horas nos sábados];
  11. aumento de 50% em todo o trabalho extraordinário.
Cavalarianos hostilizando grevistas na rua
NEGOCIAÇÕES
.
Cerca de 70 mil pessoas aderiram ao movimento. Para defender a greve foi organizado o Comitê de Defesa Proletária, que teve Edgard Leuenroth como um dos principais líderes.
'A situação ia se tornando cada vez mais grave com os choques entre a policia e os trabalhadores. O Comitê de Defesa Proletária, somente vencendo toda a sorte de dificuldades conseguia realizar apressadas reuniões em pontos diversos da cidade, às vezes sob a impressão constrangedora do ruido de tiroteios nas imediações. 
Tornava-se indispensável um encontro dos trabalhadores, para ser tomada uma resolução decisiva. Surgiu, então, a sugestão de um comício geral. Como e onde? E como vencer os cercos da Policia? Mas a situação, que se desenrolava com a mesma gravidade, exigia a sua realização. 
O perigo a que os trabalhadores se iriam expor estava sendo transformado em sangrenta realidade nos ataques da policia em todos os bairros da cidade, deles resultando também vitimas da reação, inúmeros operários, cujo único crime era reclamarem o direito à sobrevivência. 
E o comício foi realizado. O Brás, bairro onde tivera inicio o movimento, foi o ponto da cidade mais indicado, tendo como local o vasto recinto do antigo Hipódromo da Mooca. 
Foi indescritível o espetáculo que então a população de São Paulo assistiu, preocupada com a gravidade da situação. De todos os pontos da cidade, como verdadeiros caudais humanos, caminhavam as multidões em busca do local que, durante muito tempo, havia servido de passarela para a ostentação de dispendiosas vaidades, justamente neste recanto da cidade de céu habitualmente toldado pela fumaça das fábricas, naquele instante, vazias dos trabalhadores que ali se reuniam para reclamar o seu indiscutível direito a um mais alto teor de vida. 
Não cabe aqui a descrição de como se desenrolou aquele comício, considerado como uma das maiores manifestações que a história do proletariado brasileiro registra. Basta dizer que a imensa multidão decidiu que o movimento somente cessaria quando as suas reivindicações, sintetizadas no memorial do Comitê de Defesa Proletária, fossem atendidas.[notícia na imprensa]
E a atitude da polícia, foi o quê? Cortês?
Everardo Dias, em História das Lutas Sociais no Brasil, relata dessa forma os acontecimentos:
'São Paulo é uma cidade morta: sua população está alarmada, os rostos denotam apreensão e pânico, porque tudo está fechado, sem o menor movimento. Pelas ruas, afora alguns transeuntes apressados, só circulavam veículos militares, requisitados pela Cia. Antártica e demais indústrias, com tropas armadas de fuzis e metralhadoras. 
Há ordem de atirar para quem fique parado na rua. Nos bairros fabris do Brás, Moóca, Barra Funda, Lapa, sucederam-se tiroteios com grupos de populares; em certas ruas já começaram fazer barricadas com pedras, madeiras velhas, carroças viradas. A polícia não se atreve a passar por lá, porque dos telhados e cantos partem tiros certeiros. 
Os jornais saem cheios de notícias sem comentários quase, mas o que se sabe é sumamente grave, prenunciando dramáticos acontecimentos'[declarações de Fernando Dannemann]
RESOLUÇÃO DA GREVE
.
Os patrões deram um aumento imediato de salário e prometeram estudar as demais exigências. A grande vitória foi o reconhecimento do movimento operário como instância legítima, obrigando os patrões a negociar com os proletários e a considerá-los em suas decisões.
O desfecho: VITÓRIA!
'Na primeira reunião foi examinado o memorial das reivindicações dos trabalhadores, apresentado pelo Comitê de Defesa Proletária, que a comissão de jornalistas estava encarregada de levar ao governo do Estado. 
A segunda reunião teve o seu inicio retardado, em virtude da prisão de dois dos membros do comitê de Defesa Proletária ao saírem da redação, após a primeira reunião. Os entendimentos seriam rompidos se esses dois elementos não fossem imediatamente postos em liberdade. Essa resolução foi transmitida ao presidente do Estado. A exigência foi atendida, os elementos levados à redação e a reunião pôde ser realizada com breve duração, pois o governo ainda não havia entregue a sua resolução. 
A resolução da concessão das reivindicações dos trabalhadores foi dada por intermédio da Comissão de Jornalistas, com a informação de que já estavam sendo libertados os operários presos durante o movimento. Foram realizados comícios dos trabalhadores em vários bairros para a decisão da retomada do trabalho, que se iniciou no dia imediato.
São Paulo reiniciava suas atividades laboriosas. A cidade retomava o seu aspecto costumeiro, restando, entretanto, a triste lembrança das vitimas que haviam deixado lares enlutados.[relato de Edgard Leuenroth, em reportagem publicada pelo jornal Dealbar]"

quarta-feira, 26 de abril de 2017

...UNI-VOS!

De pé, ó vítimas da fome!
De pé, famélicos da terra!
Da ideia, a chama já consome
A crosta bruta que a soterra!

Cortai o mal bem pelo fundo!
De pé, de pé não mais senhores!
Se nada somos em tal mundo,
Sejamos tudo, ó produtores!

Senhores, patrões, chefes supremos,
Nada esperamos de nenhum!
Sejamos nós que conquistemos
A terra mãe livre e comum!

Para não ter protestos vãos,
Para sair desse antro estreito,
Façamos nós com nossas mãos
Tudo o que a nós nos diz respeito!
O crime do rico a lei o cobre,
O estado esmaga o oprimido,
Não há direitos para o pobre,
Ao rico tudo é permitido.

À opressão não mais sujeitos,
Somos iguais todos os seres.
Não mais deveres sem direitos,
Não mais direitos sem deveres!

Abomináveis na grandeza,
Os reis da mina e da fornalha
Edificaram a riqueza
Sobre o suor de quem trabalha!

Todo o produto de quem sua
A corja rica o recolheu.
Queremos que nos restituam.
O povo quer só o que é seu!

Nós fomos de fumo embriagados.
Paz entre nós, guerra aos senhores!
Façamos greve de soldados,
Somos irmãos trabalhadores!

Se a raça vil cheia de galas
Nos quer à força canibais,
Logo verás que as nossas balas
São para os nossos generais!

Pois somos, do povo, os ativos,
Trabalhador forte e fecundo.
Pertence a terra aos produtivos.
Ó parasita, deixa o mundo!
Ó parasita que te nutres
Do nosso sangue a gotejar:
Se nos faltarem os abutres
Não deixa o sol te fulgurar.
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos:
A internacional!
Bem unidos façamos,
Nesta luta final,
Uma terra sem amos:
A internacional!

PROLETÁRIOS DE TODOS OS PAÍSES...

Chicago, 1886: jornadas de protesto como esta estão na origem ao Dia do Trabalho.
O Dia do Trabalho passou a ser data importante no calendário político brasileiro durante o getulismo.

Era no 1º de maio que o ditador Vargas, seguindo as pegadas do fascista Mussolini, anunciava medidas benéficas aos trabalhadores, que tinham o efeito colateral de satelizar o sindicalismo ao governo e reduzir a influência comunista nas fábricas.
O 1º de maio getulista: disciplina para os trabalhadores!
Medidas como a instituição do salário-mínimo, seu reajuste anual, a redução da jornada de trabalho para oito horas, a promulgação das leis que garantiram direito de férias e aposentadoria, etc.

Um 1º de maio raivoso foi o de 1968, quando os opositores moderados da ditadura convenceram o governador paulista Abreu Sodré de que ele seria bem recebido na manifestação dos trabalhadores na Praça da Sé. Os sindicalistas do ABC e de Osasco não concordaram e, quando Sua Excelência começou a discursar, uma nuvem de pedras voou em sua direção.

Com um filete de sangue escorrendo pela testa, Sodré escafedeu-se para a Catedral da Sé, sem o mínimo respeito pela dignidade do cargo (o presidente francês Charles De Gaulle, quando caçado pelos terríveis terroristas da OAS, mantinha-se imperturbável enquanto os disparos zumbiam a seu lado, deixando a tarefa de salvá-lo inteiramente a cargo dos seguranças).


Veio o AI-5 e o terrorismo de estado inviabilizou as manifestações de protesto de trabalhadores até 1978, quando mais de 3 mil metalúrgicos de São Bernardo do Campo (SP) fizeram do 1º de maio uma comemoração do renascimento do movimento sindical independente.

1968: o governador e os pelegos foram apedrejados.

Dois anos depois, já eram 100 mil os trabalhadores que se reuniam no estádio da Vila Euclides, para manifestar apoio aos diretores do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo que haviam sido presos por organizarem uma greve. Um deles se chamava Luiz Inácio da Silva.

É emblemática a diferença existente entre o aguerrido companheiro Lula de então, tão contundente e verdadeiro nas críticas ao FMI, e o deslumbrado presidente que consideraria uma proeza o Brasil emprestar dinheiro ao Fundo.


Tanto quanto a própria perda de conteúdo e simbolismo do Dia do Trabalho, desde aquele longínquo 1º de maio de 1886, quando oito líderes trabalhistas de Chicago (EUA) organizaram manifestações de protesto contra os baixos salários e condições aviltantes, que incluíam jornadas de trabalho de até 17 horas diárias.


Eles foram presos, submetidos a julgamento sumário e enforcados, o que gerou enorme indignação no mundo inteiro e acabou consagrando essa data como o dia de luta dos trabalhadores.

O que mudou desde então?

Primeiramente, claro, as características do processo produtivo:

Fila de desempregados no Vale do Anhangabaú (SP)
  • as enormes fábricas em que trabalhavam milhares de operários deixaram de existir;
  • a mecanização atingiu um grau tal que muitas máquinas são operadas por pouquíssimos homens;
  • o desemprego crônico se tornou uma guilhotina suspensa sobre a cabeça de quem ainda tem vaga (e, quiçá, carteira assinada);
  • a terceirização se alastrou como uma praga que dissolve direitos e mina a solidariedade entre os iguais (pois eles passam a ver-se como competidores);
  • como consequência da terceirização, as categorias enfraqueceram-se e os sindicatos passaram a ser quase irrelevantes.
O 1º de maio nasceu com o operariado industrial e esteve sempre tão identificado com ele que o esvaziamento de ambos se deu simultaneamente. É lamentável, entretanto, que os dias de luto e de luta não tenham deixado de existir por um motivo aceitável, o que seria o caso se houvessem, p. ex., se tornado desnecessários.

Pelo contrário, “nunca antes neste país” (como costuma dizer o Lula) os trabalhadores viveram tão mal e com tanta insegurança. A distância entre o lar respeitável e o colchão embaixo da ponte hoje é mínima, tanto em tempos 
normais como quando as traquinagens dos grandes capitalistas colocam o mundo inteiro em recessão. 

Boa parte das garantias trabalhistas já tinha ido para o espaço muito antes de o Temer entrar em ação; a maioria da mão-de-obra está atualmente relegada à terceirização e à informalidade.

Quem quer manter-se à tona no abominável mundo novo, é obrigado a longas jornadas de trabalho (cujas horas extras, no caso de quem ainda tem carteira assinada, dificilmente são pagas) e à reciclagem constante, obsessiva. Acaba mais vivendo para trabalhar do que trabalhando para viver.

O 1º de maio institucionalizou-se e definhou. As centrais sindicais só conseguem público para suas festas contratando artistas famosos e sorteando carros ou casas.

Mas, ainda há uma função a ser preenchida pelos dias
 de luto e de luta – na verdade, importantíssima. Há que resgatarmos o espírito combativo de outrora!

A História não terá fim enquanto o homem não levar a bom termo sua busca da felicidade. Então, para cada bandeira que tombar, outra deverá ser erguida.


É um desafio colocado para todos nós, principalmente neste momento em que a crise do capitalismo se aproxima da fervura máxima e pode tanto ensejar um retrocesso político em escala global, quanto acelerar a eclosão da revolução há tanto necessária! 

terça-feira, 25 de abril de 2017

DALTON ROSADO: "O CAPITALISMO É UMA SÍNTESE DOS MALES ATUAIS".

"Marx também tem um nome para o mecanismo específico da divindade fetiche capitalista:
chama-lhe sujeito automático" 
(Robert Kurz, em Ler Marx)
.
Pela primeira vez na história da humanidade a produção de bens e serviços indispensáveis à vida é em maior parte paralisada por disfunção e incapacidade do sistema produtor de mercadorias em cumprir o seu objetivo vazio de sentido virtuoso, autotélico, ou sem qualquer finalidade para além de si mesmo, traduzida como a contínua e irracional reprodução aumentada e excludente da riqueza abstrata.  

A paralisia da reprodução aumentada da riqueza abstrata por suas contradições internas, agora explicitadas, reduz a produção da riqueza material e, assim, grande parte da população mundial se vê precarizada na própria subsistência; o Estado entra em rota falimentar por falta de recursos; e instala-se uma situação de anomia social cujos resultados são imprevisíveis.  

Paradoxalmente, este momento de ebulição social e incertezas não só propicia o surgimento de salvadores da pátria retrógrados, com suas bandeiras saudosistas de um passado que se tornou obsoleto, como também, paralelamente, das primeiras possibilidades de negação e compreensão crítica do que vem sendo historicamente desenvolvido: a negatividade intrínseca do capitalismo.   
Mesmo lançado ao fogo por Moisés, o bezerro de ouro... 
Não se produz porque já não se vende; não se vende porque se reduziu a capacidade de compra; e como não se produz para satisfazer necessidades, mas, apenas, para reproduzir valor, como e por que produzir mercadorias? Está desvendado o enigma da esfinge. Simples assim.

Este é o impasse suicida do sujeito automático da forma-valor, razão de ser do capitalismo.

Entretanto, apesar evidenciarem-se as incongruências de um modo de ser social que entra em colapso por seus próprios fundamentos, todo o pensar ainda está envolto pelo invólucro capitalista; todas as ações ainda se dão dentro de sua imanência; e, exatamente por isto, reproduz-se o aparentemente interminável pêndulo da ineficácia governamental entre esquerda e direita. 

Quando Marx, há quase 160 anos, afirmou que vivemos sob o comando do sujeito automático da forma-valor, ele quis dizer, acertadamente, que a criatura (a forma-valor, com seu dinheiro e mercadorias) ficou maior que o seu criador (os seres humanos) e passou a lhe ditar ordens ditatoriais e incongruentes.
...se tornou o monstro que estava fadado a ser...

Assim, ele próprio (Marx) contrariou as suas teses iniciais do proletariado como sujeito da emancipação social, passando  a considerar o trabalho abstrato e o trabalhador como categorias capitalistas imanentes e defendendo, implicitamente, a superação dessas categorias como única forma de emancipação social humana.

Antes, os críticos do capitalismo, situados dentro do marxismo tradicional, exotérico, entendiam que bastava que se eliminassem os capitalistas privados extratores de mais-valia e se colocassem os meios de produção de mercadorias sob o controle do Estado (pseudo-proletário), para que a "exploração do homem pelo homem” (Marx) fosse eliminada da face da terra.

Não compreenderam os marxistas exotéricos (ou não quiseram compreender, por comodismo) que se fazia necessário ir além da simples expropriação dos meios de produção de mercadorias das mãos dos capitalistas privados; tinha de ser superada a própria produção de mercadorias! 

Tal conceito incompreendido pelos marxistas, está nas páginas iniciais de O capital, sempre considerado por seus próprios seguidores como um repositório de elucubrações filosóficas sem sentido prático e de difícil entendimento...

Marx começa O capital analisando a forma-mercadoria, justamente por considerar que ela é a célula germinal de todos os construtos que são imanentes ao capitalismo; disto, contudo, não se aperceberam os seus adeptos.
...mas logo a humanidade se libertará dele em definitivo. Que morra o capitalismo!
Mas, hoje as análises de Marx se evidenciam como corretas e nos fazem compreender as suas lições. É a própria conjuntura política-econômica-social que colocou diante do nosso nariz a necessidade de superação de todas as categorias capitalistas para que sobre os seus escombros possamos construir a sociedade da emancipação humana.
.
O QUE É ESSE SUJEITO 
AUTOMÁTICO DA FORMA-VALOR?
.
A riqueza abstrata — uma lógica teórica tornada real, concreta, consistente em frios números contabilizados  comanda as ações sociais, sejam elas de empresários, governantes e trabalhadores. Este é o sujeito automático da forma-valor capitalista. 

Qualquer empresário, pequeno ou grande, obedece às ordens ditatórias do mercado. 

Somente se produz o que o mercado aceita como economicamente viável. 

Por mais afinidade que o pequeno empresário tenha com seus empregados, quando caem as vendas de mercadorias ou serviços, a lógica funcional do sujeito automático da forma-valor determina ao patrão que demita os funcionários tornados supérfluos, para seu negócio não ir à falência (há relatos até de suicídios de empresários forçados a tomar tal medida).

O grande empresário, que obviamente se beneficia do poder social a ele conferido pelo capital que lhe impõe obediente administração, não é o senhor das ações quando o tema é a reprodução aumentada do próprio capital. Ele sente que o volume de capital sob sua administração necessita de aumento contínuo, sob pena de encolhimento e falência diante da corrida concorrencial de mercado. Daí as constantes fusões empresariais como forma de sobrevivência.

Mesmo o grande capitalista vive sob a eterna pressão da necessidade de crescimento contínuo para conseguir manter seu poder econômico-político em relação à sociedade. Assim, não é o capital que está sob o controle empresarial, mas o empresário que está submisso às regras ditatoriais da lógica funcional da riqueza abstrata.

Ora, se assim é para o próprio capitalista, obrigado a assegurar a reprodução aumentada do capital, o que dizer do trabalhador? Este só tem para vender a sua força de trabalho, hoje cada vez mais desnecessária face à produção mecanizada de mercadorias. Resta-lhe o desespero e a completa impotência diante da impossibilidade de suprir satisfatoriamente as suas necessidades de consumo. 

Tal é a fonte primária do aumento vertiginoso da criminalidade; nada há de mais exasperador para um homem são e apto à produção dos seus meios de subsistência, do que a constatação da impossibilidade de fazê-lo.

Para os sindicatos, por sua vez, sobra o triste papel de mendigar por mais empregos e melhores salários (leia-se: mais capitalismo) que não virão, uma vez que a corrida concorrencial de mercado obriga a migração da produção de mercadorias para locais onde o custo do trabalho abstrato é menor (casos da China e da Índia).   

O capital entrou, agora, na fase final do seu ciclo de nascimento, vida e morte, como mecanismo social histórico (não ontológico) que é. E isto se deve ao desenvolvimento das suas próprias contradições, a principal delas sendo a mecanização da produção de mercadorias que tornou supérfluo, em maior parte, o trabalho abstrato, único produtor de valor.

Tal fato tem uma grave resultante política: a falência do estado que lhe dá suporte logístico, seja na emissão da moeda; seja na indução do desenvolvimento econômico e na criação e manutenção da infraestrutura de produção de mercadorias; seja na manutenção da ordem jurídico-institucional que mantém a coerção do seu modo social de ser.

Não há, hoje, um segmento social mais detestado pelo povo do que os políticos no exercício dos seus mandatos, forçados que estão à aprovação de medidas anti-povo ditadas pela necessidade do ajuste das contas públicas em rota falimentar, tudo isso para que seja mantido o equilíbrio econômico daquilo do qual dependem e fazem parte de modo submisso – o estado.

A desvalorização da política e a imposição de ajustes fiscais são, portanto, outros exemplos cristalinos do comando nefasto do sujeito automático da forma valor na vida social.

Já passa da hora de superarmos tal ditador abstrato que se torna real, o sujeito automático da forma-valor, e estabelecermos o domínio da consciência social sobre os nossos destinos. (por Dalton Rosado)

segunda-feira, 24 de abril de 2017

PRINCIPAL LIÇÃO A EXTRAIRMOS DE NOSSO PIOR REVÉS DESDE 1964: HOJE A POLÍTICA CONVENCIONAL É UM BECO SEM SAÍDA!

O Brasil que a Lava-Jato escancarou: um inferno!
O Brasil está no fundo do poço, tendo os partidos e figurões da política convencional se desqualificado, tanto quanto os próprios (podres) Poderes da República, para contribuírem na construção de um futuro melhor. Deles doravante só podemos esperar o pior.

Vale a ressalva de que a ciranda infernal de recessão econômica e mar de lama político ainda pode ser, digamos, atenuada

Mesmo combalido como está, o capitalismo globalizado continua tendo poder de fogo suficiente para aliviar, um pouco e por pouco tempo, a penúria dos brasileiros, em momentos estratégicos. Já fez isto nos anos do chamado milagre brasileiro, evitando que a guerrilha tivesse terreno fértil para crescer e se multiplicar. O meu palpite é de que não estaremos com os bolsos tão vazios e a corda tão apertada no pescoço quando formos às urnas em outubro de 2018...

E, de tanto procurarem, os políticos ameaçados — ou seja, quase todos! — acabarão encontrando um jeito de enquadrarem a Operação Lava-Jato, evitando o surgimento de novas denúncias bombásticas, enquanto os já réus continuarão se beneficiando da exasperante lerdeza do nosso Judiciário.

Mas não vislumbramos recuperação duradoura, apenas uma pequena trégua entre a intempérie atual e a(s) outra(s) que virá(ão) até a tempestade definitiva. 

Daí minhas frequentes exortações, no sentido de que as soluções passem a ser buscadas fora do capitalismo e contra o capitalismo, pois ele e o arcabouço institucional que lhe dá sustentação já esgotaram seu papel histórico positivo e doravante vão se tornar cada vez mais nocivos, arrastando-nos para o retrocesso e a barbárie.

Para muitos esquerdistas desvirtuados, contudo, a conquista e manutenção de nacos de poder sob o capitalismo se tornou um modo de vida, daí hoje estarem iludindo os explorados com promessas irrealizáveis de redenção a partir do resultado da próxima eleição presidencial (mesmo estando carecas de saber que atualmente não há mais condições de serem igualadas nem mesmo as tímidas melhoras registradas no primeiro governo do Lula!).

Então, é alentador que já encontremos jornalistas de esquerda analisando o lodaçal brasileiro sem as ilusões maniqueístas de outrora. 
Carla Jiménez: caíram as máscaras.
Caso de Carla Jiménez, editora-chefe da edição brasileira do jornal global El País, que, parafraseando Ivan Lins, mostrou serem todos iguais nesta noite da Lava-Jato

Em seu contundente artigo-desabafo (este aqui), ela apresenta como integrantes da mesma "elite hipócrita, amoral e mesquinha", além de "criminosa", personagens que antes eram tidos como — e tudo faziam para parecerem ser — antagônicos: Aécio Neves, Antônio Anastásia, Delcídio do Amaral, Eduardo Cunha, Eunício Oliveira, Geraldo Alckmin, Graça Foster, Guido Mantega, João Dória Jr., Michel Temer, Renan Calheiros e... Lula!

Sim, o populista que jamais almejou nada além de obter algumas concessões dos patrões para mostrar serviço a seus representados e perpetuar-se no poder, conforme fazem tantos sindicalistas, agora passa a ser visto sem condescendência, como o entrave que sempre representou à verdadeira e única solução para as agruras brasileiras: o fim do capitalismo (o resto não passa de paliativos!).

"Com que moral vai falar com seus eleitores?"
Eis como Lula começa a ser, correta e finalmente, avaliado:
"...mais do que os crimes a que responde, feriu de golpe a esquerda no Brasil. Ajudou a segregá-la, a estigmatizar suas bandeiras sociais e contribuiu diretamente para o crescimento do que há de pior na direita brasileira.
Se embebedou com o poder. Arvorou-se da defesa dos pobres como álibi para deixar tudo correr solto e deixou-se cegar. Martelou o discurso de ricos contra pobres, mas tinha seu bilionário de estimação. Nada contra essa amizade. Mas com que moral vai falar com seus eleitores?".
Se houver contribuído para a derrubada dos ídolos de pés de barro, desimpedindo o caminho para a gestação e a afirmação de uma esquerda de verdade no Brasil, o nosso grande revés de 2016 (o pior desde o golpe de 1964!) não terá sido em vão.
Related Posts with Thumbnails

ARQUIVO

NUVEM DE TAGS

12 anos de escravidão 16 de abril 1929 1968 1984 1ª Guerra Mundial 1º de maio 2ª Guerra Mundial 3º mandato 7 de setembro A Barca do Sol A Internacional A Marselhesa A Tribuna da Imprensa A Verdade Sufocada Abel Ferrara Abílio Diniz Abin aborto Abradic Abraham Lincoln Abreu Sodré abstenção aburguesamento abuso de autoridade abuso de poder abuso de poder econômico Academia de Agulhas Negras ACM Acnur acordão acordão salva-políticos Adail Ivan de Lemos Adalto Alves Adam Smith Adhemar de Barros Adib Jatene Adidas administração de crises Adolf Eichmann Adolf Hitler Adoniran Barbosa Adriana Tanese Nogueira Adriano Diogo Aécio Neves Aedes aegypti AES Eletropaulo Afeganistão Afonsinho Africa Africa do Sul África do Sul Agatha Christie Agência Estado Agenda Brasil agio agiotagem agiotas Agnelo Queiroz agnotologia Agora São Paulo Agostinho dos Santos agronegócio agrotóxicos AGU AI-5 aiatolá Khomeini AIG ajuste fiscal ajuste recessivo Al Capone Al Pacino Al Qaeda Aladino Félix Alain Delon Alain Prost Alain Resnais Alain Tanner Alan Parker Albert Camus Albert Einstein Albert Speer Alberto Dines Alberto Fujimori Alberto Goldman Alberto Helena Jr. Alberto Piovesan Alberto Torregiani Alberto Youssef Alceu Valença Alcides Gerardi Alcione Aldemir Bendine Aldo Moro Aldo Rebello Aldo Rebelo Aldous Huxley Aleister Crowley Além da Imaginação Alemanha alerta Alex Silveira Alexander Soljenítsin Alexandre de Moraes Alexandre Dumas Alexandre Frota Alexandre Magno Alexandre Nardoni Alexandre Padilha Alexandre Tombini Alexandre Vannuchi Leme Alexandrino Alencar Alexis de Tocqueville Alexis Tsipras Alfredo Sirkis Alfredo Stroessner Ali Kamel Alice Cooper Almeida Garrett Almir Ribeiro ALN Aloízio Mercadante Aloysio Nunes alterações climáticas Aluízio Palmar Alvarenga e Ranchinho Alvaro Dias Alvaro Uribe Amaral Netto Américo Fontenelle Amicus Ana Corbisier Ana Helena Tavares Ana Luíza Anai Caproni anarquismo Anatoly Karpov Anderson Silva Andre Agassi André Esteves André Lara Resende André Mauro Andre Ristum André Singer Andrea Matarazzo Andrea Pirlo Andrei Konchalovsky Andrés Iniesta Andrés Sanchez Andy Murray Andy Warhol Angel Parra Ângela Maria Angela Merkel Angelo Longaretti Angra Anibal Barca anistia Anistia Internacional Anita Garibaldi Anita Leocadia Aniz Abraão David Annie Girardot ano novo Anões do Orçamento anos de chumbo Ansa Anselm Jappe Anselmo Duarte Anthony Garotinho Anthony Quinn Antoine Lavoisier Antonio Cabrera Antônio Conselheiro Antonio De Salvo Antonio Ferreira Pinto Antonio Gades Antônio Nássara Antonio Negri Antonio Nogueira da Silva Filho Antonio Palocci Antonio Patriota Antônio Prado Antonio Prestes de Paula Antônio Ribas Antonio Roberto Espinosa Antônio Roberto Espinosa Antuerpio Pettersen Filho Ao Pé do Muro Aparício Torelly apartheid apartheid social apedrejamento Apeoesp Apocalypse Now Apollo Natali Apolônio de Carvalho aposentadoria aquecimento global Arábia Saudita Araguaia arapongas arbitrio arbítrio Arembepe Arena Argentina Ariano Suassuna Aristides Baltas Aristóteles armamentismo Armand Assante Armando Monteiro armas químicas Arnaldo Bloch Arnaldo Dias Baptista Arnaldo Jabor Arrigo Barnabé arrocho fiscal arrocho recessivo artes marciais Arthur C. Clarke Arthur Chioro Arthur José Poerner Arthur Penn Arthur Soffiati Arthur Vannucci Ary Toledo asilo político Assembléia Constituinte Ássis Chateaubriand Assis Valente Atahaulpa Yupanqui atentado à liberdade de expressão atentado à liberdade de opinião atentado do Riocentro atentado do WTC Átila Atlético Mineiro Augusto Boal Augusto Nunes Augusto Pinochet Auriluz Pires Siqueira autoritarismo Ayres Britto Ayrton Senna Aziz Ab´Sáber B. B. King Baby Doc Duvalier Baden Powell bafômetro Baggio Baia dos Porcos bairro da Mooca bairro do Bixiga Bajonas Teixeira de Brito Jr. Baltasar Garzón Ban Ki-moon Banco Central Banco Santos bancos Banda de pau e corda Barack Obama Barão de Coubertin barbárie Barcelona barriga jornalística Bartolomeo Vanzetti Bartolomeu Lourenço de Gusmão Baruch Espinosa Bashar al-Assad basquete Batalha de Itararé Bateau Mouche Batman Baú do Celsão Bauru BBB BBC Brasil beagles Beatles Beatriz Kushnir bebê-diabo Beija-Flor de Niilópolis Bela Lugosi Belchior Ben Kingsley Benito Di Paula Benito Mussolini Benjamin Franklin Bento XVI Bernard Fresson Bernardo Bertolucci Bernardo Mello Franco Bernie Sanders Bertold Brecht Bertold Brecht besteirol Beth Carvalho Betinho Betinho Duarte Beto Richa Bibi Andersson Bíblia bicicletas Biggs Bill Ayers Bill Clinton Billy Blanco Billy the Kid Billy Wilder bingos biodiversidade biografias não autorizadas Biro-Biro Bispo Fernandes Sardinha black blocs Black Friday blitzkrieg blogosfera blogueiro blogues blogues governistas blues BNDES boate Kiss Bob Dylan Bobby Sands boimate bolchevismo Bolívia Bolsa Família bolsa-agronegócio bolsa-banqueiro bolsa-empresário Bom Senso FC bombas de fragmentação bombeiros boneco Pixuleco Boris Casoy Boris Karloff bossa nova Botafogo de Futebol e Regatas Bovespa boxe Bradesco Bradley Manning Bram Stoker Brasil Brasil 247 Brasil Colônia Brasil: Nunca Mais Breno Altman Brexit Brics Brigadas Vermelhas Brigitte Bardot Brilhante Ustra Bruce Lee Bund Cabo Anselmo Cabo Bruno cabo Povorelli Cabral caça às bruxas Cacá Diegues Cacareco Cacaso Caco Caco Barcellos Caco Barcelos Caetano Veloso Caio Prado Jr. Caio Silva de Souza caixa 2 Caixa Econômica Federal Câmara Federal Camargo Corrêa Camboja Camili Cienfuegos Camões Campeonato Brasileiro Campo Salles câncer cangaço Cansei Cantata Santa Maria de Iquique Capinam capitalismo Capitão Guimarães Caravaggio Carl von Clausewitz Carla Jiménez Carlinhos Cachoeira Carlito Tevez Carlo Collodi Carlo Puerto Carlos Alberto Parreira Carlos Amarilla Carlos Brickmann Carlos Chagas Carlos Drummond de Andrade Carlos Eugênio da Paz Carlos Franklin da Paixão Araújo Carlos Franklin Paixão de Araújo Carlos Galhardo Carlos Gardel Carlos Giannazi Carlos Góes Carlos Heitor Cony Carlos Lacerda Carlos Lamarca Carlos Lungarzo Carlos Lyra Carlos Marighella Carlos Pitta Carlos Reichenbach Carlos Saura Carmen Lúcia Carmen Miranda Carnaval Carrefour Carta Capital CartaCapital cartolagem cartunismo Carvalho Pinto Casa da Morte de Petrópolis casamento civil igualitário Caso Dreyfus Caso Ferreirinha Caso Isabella Caso Santo André cassação Cassius Marcellus Clay Castello Branco Castro Alves Catulo da Paixão Cearense Cauby Peixoto Cazuza CBF CBF. Fifa CCC CDDPH CDHM Cecília Meireles celibato Celso Amorim Celso Bandeira de Mello Celso Daniel Celso de Mello Celso Furtado Celso Luiz Pinho Celso Lungaretti Celso Pitta Celso Rocha de Barros Celso Russomanno celulares censura Cesar Benjamin César Roldão Vieira Cesare Battisti cesárea Cezar Peluso chacina de Ribeirão Pires chacinas Chael Charles Schreier Chapecoense charlatanismo Charles Bronson Charles Chibana Charles De Gaulle Charles Dickens Charles Elbrick Charles Gordon Charles Manson Charles Perrault Charles Schultz Charlie Chaplin Charlie Hebdo Chaves Che Guevara Chernobil Chico Anysio Chico Buarque Chico de Assis Chico Mendes Chico Whitaker chikungunya Chile China Chiquinha Gonzaga Chris Weidman Christopher Lee Chuck Berry Chung Mong-joon CIA Cícero Araújo ciclovias Cid Gomes Cidadão Kane cinama cine Belas Artes Cinecittà cinema circuitos marginais Ciro Gomes Cisjordânia civilidade Clara Nunes classe média Claude Chabrol Claude Levy Strauss Claude Monet Claudia Cardinale Claudio Abramo Cláudio Antônio Guerra Claudio Carsughi Cláudio Humberto Claudio Julio Tognolli Cláudio Marques cláusula de barreira Clécio Luís Clint Eastwood Clive Barker Clóvis Rossi clube Hebraica Clube Militar CMI CNBB CNE CNI CNJ cobaias cobaias humanas colégios militares Colina Colômbia Colônia Cecília colonialismo Comissão da Verdade Comissão de Anistia Comissão de Direitos Humanos Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos Comuna de Paris Comunidades Eclesiais de Base comunismo comunismo primitivo Conan Doyle Conare Conceição Costa Neves Conceição Lemes conciliação de classes Condepe Congresso em Foco Congresso Nacional constrangimento ilegal consulta popular Conte Lopes contestação conto contos da carochinha contracultura convênios médicos Convergência Socialista convulsão social Coojornal Copa das Confederações Copa Davis Copa do Mundo Coréia do Norte Corinthians Cornel West Coronel Telhada Coronel Ubiratan coronelismo Correio da Manhã Correios corrupção Corte Interamericana de Direitos Humanos Cosa Nostra Costa Concordia Costa e Silva Costa-Gravas cotas raciais Cotonifício Crespi country music CPC da UNE CPEM CPI CPI da Petrobrás CPI do Cachoeira CPI dos Bingos CPMF crack cracolândia Cream Crefisa crime contra a humanidade crime do colarinho branco Criméia Almeida crimes de guerra crise da subprime crise dos mísseis cubanos crise hídrica Cristiano Machado Cristiano Ronaldo Cristina Hoyos Cristina Kirchner Cristovam Buarque Cristóvão Colombo crítica e autocrítica Crítica Radical crônica Cuba curandeirismo Curió CUT d. Agnelo Rossi D. Aloísio Lorscheider D. Flávio Cappio D. Helder Câmara D. Paulo Evaristo Arns D. Pedro Casaldáliga D. Pedro I D. Waldyr Calheiros Dª Solange Dalmo Dallari Dalmo de Abreu Dallari Dalton Rosado Dalton Trumbo Damaris Lucena Damiano Damiani Dan Mitrione Daniel Dantas Daniela Toledo de Prado Danilo Dante Alighieri Dante de Oliveira Danton Darcy Rodrigues Dario Argento Darlan Menezes Abrantes DataFolha David Carradine David Emanuel de Souza Coelho David Goodis David Lean David Lynch David Mamet David Nasser David Ricardo David Warner Dayane de Oliveira Dê ouro para o bem do Brasil Deborah Fabri Deborah Fabri. Michel Temer decapitação delação premiada Delcídio do Amaral Delfim Netto Delúbio Soares DEM Demétrio Magnoli democracia democracia burguesa Demônios da Garoa dengue Dennis Hopper Denys Arcand Deops deportação depressão econômica deputado João Alves Dércio Marques Dercy Gonçalves Desafia o nosso peito desastre ambiental desemprego desigualdade econômica desigualdade social deslizamentos desmilitarização do policiamento Desmond Tutu desobediência civil desordem despoluição do Tietê desqualificação Devanir de Carvalho Devra Davis Di Stéfano Dia da Consciência Negra Dia das Crianças Dia das Mães Dia dos Pais Dia Mundial do Rock Dias Toffoli Didi Diego Costa Diego Maradona Diego Simeone Dilma Rousseff Dino Risi Dino Rizi Diógenes Carvalho Diogo Salles Direito à Memória e à Verdade direito ao trabalho direito de manifestação direitos civis direitos humanos direitos previdenciários direitos trabalhistas diretas-já Direto da Redação discriminação dissidentes cubanos distopia ditabranda ditadura ditadura argentina dívida pública Django Djavan doações empresariais DOI-Codi Dolores Duran Dolores Ibarruri domingo sangrento Domingos Dutra dominicanos Don Siegel dona Solange Donald Sutherland Donald Trump Donga Dorival Caymmi Duarte da Costa Duda Mendonça Dulce Maia Dunga Dustin Hoffman Dylan Thomas Eça de Queirós ECA-USP ECA/USP ecologia Edemar Cid Ferreira Eder Jofre Edgar Allan Poe Edgard Leuenroth Edgardo Bauza Edifício Joelma Edinho Silva Edir Macedo Edison Lobão Editora Imprima Ednardo Ednardo D'Ávila Melo Edouard Bernstein Edson Fachin Edu Lobo Eduard Bernstein Eduardo Eduardo Alves da Costa Eduardo Campos Eduardo Cunha Eduardo Galeano Eduardo Gomes Eduardo Guimarães Eduardo Leite Eduardo Moniz Eduardo Rodrigues Vianna Eduardo Sabóia Eduardo Suplicy educação educação popular educação religiosa Edward Bernstein Edward Dmytryk Edward Snowden efeito estufa Egberto Gismonti Egito Eike Batista El País Elba Ramalho eleições eleições 1989 eleições 2010 Eleições 2012 eleições 2014 eleições 2016 eleições 2018 Eleonora de Lucena Eleonora Menicucci Eleonora Menicucci de Oliveira eletrochoques Eli Wallach Eliane Cantanhede Eliane Cantanhêde Eliane Cantenhêde Elias eliminatórias da Copa do Mundo de 2018 Elio Gaspari Eliot Ness Elis Regina Eliseu de Castro Leão Eliseu Padilha Elizabeth Lorenzotti Elizeth Cardoso Eloísa Samy Elomar Elvis Presley Elza Soares Em Tempo embargo econômico emenda fiscal Emerson Emerson Fittipaldi emigrantes Emilio Estevez Emílio Médici Emir Sader empreiteiras Enéas Carneiro Eneida Ennio Morricone Enrico Fermi ensino entulho autoritário Enzo G. Castellari Enzo Peri episódio algoz e vítima Epoca Equador Erasmo Carlos Eremias Delizoicov Eric Burdon Eric Clapton Eric Hobsbawn Ernest Hemingway Ernesto Geisel Ernesto Laclau Ernst Jünger Escola Base escolas-padrão escracho escravidão escutas telefônicas Esopo Espanha espionagem espiritismo Espírito Santo ESPN espontaneísmo esportes Esquadrão da Morte estado Estado Islâmico Estado Novo estado policial Estados Unidos estatolatria Estatuto da Criança e do Adolescentes Estatuto do Idoso estelionato estelionato eleitoral Estevam Hernandes estigmatização ETA etanol Ethel Rosenberg Étienne La Boétie Ettore Scola EUA Eugène Delacroix Eugênio Aragão Eugênio Gudin Eurico Gaspar Dutra Eurípedes eutanásia Evander Holyfield Everardo Dias Evo Morales ex-presos políticos excomunhão execuções Exército exploração da fé extradição Ezequiel Neves F-1 Fabiana Leibl Fabiano Silveira Fábio Almeida Fábio Hideki Harano Fábio Konder Comparato Fábio Raposo Fábio Seixas Fabrício Chaves fábulas Facebook Falha de S. Paulo falha técnica falta d'água fanatismo fanatismo religioso Fantástico Farc fascismo Fausto De Sanctis Fausto Silva favela favelização FBI Febeapa Febraban Federico Fellini Federico Garcia Lorca Felipão Felipe Massa feminismo Ferenc Puskás Fernando Alonso Fernando Baiano Fernando Barreto Fernando Canzian Fernando Claro Fernando Collor Fernando de Barros e Silva Fernando Dutra Pinto Fernando Gabeira Fernando Haddad Fernando Henrique Cardoso Fernando Henrique da Silva Fernando Holiday Fernando Lugo Fernando Meligeni Fernando Pessoa Fernando Pimentel Fernando Rodrigues Ferreira Gullar festas juninas festivais da Record feudalismo FHC FIC Fidel Castro Fiesp Fiesta Fifa Filinto Muller Fillinto Muller filme filmes para ver no blogue filósofo Sócrates fim do fator previdenciário fim dos jornais impressos Financial Times Fino da Bossa Fiodor Dostoievski flamenco Flamengo Florestan Fernandes flotilha Fluminense FMI Folha de S. Paulo Fome Zero Força Expedicionária Brasileira Força Pública forma-valor Foro de São Paulo Fortaleza Fórum Econômico Mundial Fórum Paulista de Desenvolvimento França Francenildo Costa Francenildo dos Santos Francesco Schettino Francis Ford Coppola Francis Fukuyama Francis Hime Francisco de Oliveira Francisco Foot Hardman Francisco Franco Francisco Rocha Franco Montoro Franco Nero Franco Zefirelli François Hollande François Mitterrand François Truffaut Frank Zappa Franklin Delano Roosevelt Franklin Martins Franklin Maxado Franz Kafka fraude eleitoral Fred Vargas Fred Zinneman Freddie Francis Freddie Perdigão Frei Betto Frei Caneca frei Tito Frenke Petry Friedrich Engeles Friedrich Engels Friedrich Nietzche Fritz Lang Fukushima Fukuyama Fulgêncio Batista Fundação Perseu Abramo fundamentalismo religioso fundos de pensão futebol G20 gabinete de crise Gabriel Chalita Gabriel Chalitam Gal Costa Galileu Galvão Bueno Gamal Abdel Nasser ganchos garis Garrincha Garry Kasparov Gary Cooper gastança Gastone Righi gastos militares Gato Barbieri gays Gaza Geddel Vieira Lima Geert Wilders Gene Hackman General Maynard Gengis Khan genocídio George Bush George C. Scott George Foreman George Harrison George Hilton George Kennan George Orwell George Romero George Roy Hill George Santayana George Simenon George Soros George W. Bush Georges Braque Georges Wolinski geração 68 geração de empregos Geração Maldita Geraldo Alckmin Geraldo Azevedo Geraldo Del Rey Geraldo Vandré Gerard Depardieu Gerard Piqué Germanine Greer Gerson de Oliveira Nunes Gerson Theodoro de Oliveira Getúlio Vargas Ghiggia Gian-Maria Volonté Gianfrancesco Guarnieri Gianluigi Buffon Gilberto Carvalho Gilberto Dimenstein Gilberto Freyre Gilberto Gil Gilberto Kassab Gilberto Maringoni Gilles Lapouge Gillo Pontecorvo Gilmar dos Santos Neves Gilmar Mendes Gilmar Rinaldi Gilson Dipp Gilson Theodoro de Oliveira Giocondo Dias Giordano Bruno Giorgio Napolitano Giuliana Vallone Giuliano Genna Giuliano Montaldo Giuseppe Garibaldi Giuseppe Lampedusa Gladiadores do Alter Glauber Rocha Glauber Rocha Glória Kreinz Goethe Gol Golbery do Couto Silva Goldstone goleiro Aranha goleiro Barbosa goleiro Bruno golpe de 1964 golpe de 1964 x 50 anos golpismo Gonzaguinha Google Goubery do Couto e Silva governo de união nacional Graças Foster Grace Mendonça Graciliano Ramos Graham Greene grampos Grande Otelo grandes tragédias Grécia Greenpeace Greg Lake Gregório Bezerra Gregório de Mattos Gregório Duvivier Gregório Fortunato Gregory Peck greve de fome greve de osasco greve geral de 1917 Grigori Zinoviev gripe suína Grupo Guararapes Grupo Krisis Grupo Oficina Grupo Pão de Açúcar Grupo Rumo Guantánamo Guarda Civil guerra civil guerra da lagosta guerra do Vietnã guerrilha do Araguaia guerrilha do Vale do Ribeira guerrilha na internet guerrilha urbana Gueto de Gaza Gueto de Varsóvia Guido Mantega Guilherme Boulos Guilherme Duvivier Guilherme Fariñas Guimarães Rosa Guiné Equatorial Gustav Franz Wagner Guy Corneau Guy Debord H. P. Lovecraft habitação hackers Hamas Hamilton Almeida Hammer Hannah Arendt Haroldo Lobo Harry Shibata Harry Truman Hector Babenco Hegel Heitor dos Prazeres Heitor Villa-Lobos Helder Barbalho Helena de Lima Heleny Guariba Hélio Bicudo Hélio Rubens de Arruda e Miranda Hélio Schwartsman Hélio Vannucci Heloísa Helena Helvio Soto Henfil Henning Boilesen Henri-Georges Clouzot Henrique Alves Henrique Lott Henrique Meirelles Henrique Pinto Henrique Pizzolatto Henry David Thoreau Henry Fonda Henry Ford Henry Sobel Heraldo Pereira Herbert Marcuse Herivelton Martins Herman Benjamin Herman Voorwal Herman Voorwald Hermann Goering Hermeto Pascoal Hermínio Linhares Hermínio Sacchetta Hervê Cordovil high school Hildegard Angel Hillary Clinton Hino da Independência Hino Nacional Brasileiro hiperinflação alemã Hipócrates Hiroshima História Holanda Hollywood Holocausto homem novo homofobia homossexualismo Honduras Horacio Cartes horóscopo Hosni Mubarak Hosny Mubarak Hugo Carvana Hugo Chávez Human Rights Watch humor Ian Fleming Iara Iavelberg IBGE Ibrahim Sued Ideli Salvatti Igor Fuser Igor Gielow Igor Tamasauskas Igreja Católica Igreja Renascer Igreja Universal iHarry Berger imagem imigração italiana imigrantes IML Immanuel Kant Imola impeachment impeacment impedimento imperador Nero imperialismo Império Romano imprensa in memorian Inconfidência Mineira incontinência verbal indenizações independência argelina Índia indignados Indio da Costa Indonésia indulto indústria bélica indústria cultural Inês Etienne Romeu inflação Inglaterra Ingmar Bergman Inquisição Instituto Lula Instituto Royal insubmissão militar Intentona Comunista Internacional Socialista internacionalismo revolucionário internet Interpol intolerância intolerância religiosa inundações invasão da Baía dos Porcos IPCC Irã Iraque Irmãos Grimm Irmãos Wright Isa Grinspum Ferraz Isaac Asimov Isaac Bashevis Singer Isaac Deutscher Ismar C. de Souza Isobel Goudie Israel IstoÉ Istvan Mészáros István Mészáros Itália Itamar Assumpção Itamar Franco Itamaraty Itaú Ivan Lendl Ivan lessa ivan Lins Ivan Pinheiro Ivan Rebloff Ivan Sartori Ivan Seixas Ivan Valente Ives Gandra Filho Ives Gandra Martins Ivo Herzog Ivo Sartori J. Edgar Hoover jabaculê Jack Arnold Jack Nicholson Jacob Gorender Jacqueline Myrna Jacqueline Onassis Jacques Brel Jader Barbalho Jadson Jaguar Jair Bolsonaro Jair Rodrigues Jairo Ferreira Jairzinho James Bond James Braddock James Coburn James Dean James Joyce James Stuart Mill James Wright Jandira Feghali Jane Fonda Jânio de Freitas Jânio Quadros Janis Joplin Jaques Wagner Jarbas Passarinho Jardel Filho Jards Macalé Jari José Evangelista Jason Robards Jean Cocteau Jean Gabin Jean Wyllys Jean-Jacques Annaud Jean-Jacques Rousseau Jean-Louis Trintignant Jean-Luc Godard Jean-Paul Belmondo Jean-Paul Sartre Jean-Pierre Melville Jefferson Airplane jeitinho brasileiro Jerzy Kosinski Jesse Owens Jessé Souza jesuítas Jesus Christ Superstar Jesus Cristo Jethro Tull jihadismo Jim Capaldi Jim Morrison Jimi Hendrix Jimmy Carter Jimmy Connors Jirau Jo Cox Joachim Low Joan Baez Joan Manuel Serrat João Amazonas João Baptista Figueiredo João Bosco João Cabral do Melo Neto João Dantas João Dias João Dória Jr. João Gilberto João Goulart João Grandino Rodas João Havelange João Otávio de Noronha João Paulo Cunha João Pedro Stedile João Pereira Coutinho João Pessoa João Saldanha João Santana Joaquim Barbosa Joaquim Câmara Ferreira Joaquim Cerveira Joaquim Levy Joaquim Nabuco Joaquim Seixas Joaquim Silvério dos Reis Joaquin Pérez Becerra Joe Cocker Joe Frazier Joe Hill Joe Louis Joel Rennó Joelmir Beting Jogos Panamericanos Johan Cruyff John Carpenter John Carradine John Ford John Frankenheimer John Huston John Kennedy John Kenneth Galbraith John Lennon John Maynard Keynes John Mc Cain John Milton John Steinbeck John Wayne Joice Hasselmann Joice Lima Jon Bon Jovi Jonathan Swift Jorge Amado Jorge Ben Jorge Jose Fernandez Jorge Kajuru Jorge Mautner Jorge Sampaoli Jorge Semprún Jornal da Tarde Jornal do Brasil Jornal dos Jornais jornal ROL jornalismo jornalismo de esgoto José Alencar José Anibal José Antonio Nogueira Belham José Arbex Jr. José Caldas da Costa José Carlos Barreto José Carlos Bumlai José Eduardo Cardozo José Ely de Miranda José Genoíno Jose Giovanni José Goldemberg José Ismael Pedrosa José Janene José Lavecchia José Lewgoy José Maria Eymael José Maria Marin José Marques de Melo Jose Marti José Marti José Martinez José Milbs José Mourinho José Mujica José Osório de Azevedo Jr. José Padilha José Raimundo da Costa José Roberto Arruda José Roberto Malia José Roberto Mendonça de Barros José Ronaldo Tavares de Lira e Silva José Sarney José Sérgio Gabrielli José Serra José Tóffoli José Wellington Diógenes José Wilker Joseba Gotzon Josef Mengele Josef Stalin Joseita Ustra Joseph Blatter Joseph Goebbels Joseph McCarthy Joseph Stalin Josias de Souza Josué de Castro Jovem Pan Joyce Juan Manuel Fangio Juarez Guimarães de Brito Juca Chaves Juca Kfouri Judas Iscariotes Judiciário juiz Sérgio Moro juizados de pequenas causas Jules Bianchi julgamento de Nuremberg Julian Assange Juliana Lungaretti Júlio Cesar Júlio Lancelotti Julius Martov Julius Rosenberg Juscelino Kubitschek Justiça justiça social Juventude Hitlerista kardecismo Karl Kautsky Karl Leibknecht Karl Marx Kátia Abreu Keith Carradine Kevin Khader Adnan kibutz Kim Jong-il Kim Kataguiri King Crimson Kirk Douglas kit gay Klaus Kinski Kris Kristoferson Ladislau Dowbor Laerte Braga laicidade do Estado Lake and Palmer Lamartine Babo Lampião Landell de Moura las locas de la plaza de mayo Latam Laudo Natel Laura Hernandez Norambuena Laura Lungaretti lavagem cerebral lavagem de dinheiro lavoura cafeeira Lawrence da Arábia Lázaro LDO Leandro Colon Leandro Fortes Leci Brandão Lecy Brandão Lee J. Cobb Lee Majors Lee Van Cleef Legião Urbana Lehman Brothers Lei Antiterrorismo Lei Áurea Lei da Anistia Lei da Ficha Limpa Lei da Mordaça Lei de Abuso de Autoridade Lei Falcão Lei Rouanet Lei Seca Lênin Lennox Lewis Leo Szilard Leon Russell Leon Trotsky Leonard Cohen Leonardo Boff Leonardo da Vinci Leonardo Sakamoto Leonel Brizola Leonel Mello Leônidas de Esparta Leopoldo Paulino LER-QI Lev Kamenev Levy Fidélix Lewis Carroll LGBT Libelu liberdade de expressão Líbia Lidu Lilian Celiberti Lima Duarte limpeza Lina Wertmüller linchamento Lindbergh Farias Lino Ventura Lionel Jospin Lionel Messi lista negra literatura literatura infantil literatura infanto-juvenil Little Richard Livro dos Heróis da Pátria Lobão Loreena McKennitt Los Hermanos loterias Louis Malle Lourenço Diaféria LSN Luc Ferry Lúcia Coelho Luciana Genro Lúcio Flávio Vylar Lirio Lucky Luciano Lufthansa Luigi Magni Luis Advis Luís Alberto de Abreu Luis Buñuel Luís Carlos Trabuco Luís Cláudio Lula da Silva Luís Favre Luís Francisco Carvalho Filho Luís Inácio Adams Luís Nassif Luís Roberto Barroso Luiz Antonio Fleury Filho Luiz Antonio Marrey Luiz Aparecido Luiz Carlos Azenha Luiz Carlos Maciel Luiz Carlos Prestes Luiz Eduardo Greenhalgh Luiz Eduardo Merlino Luiz Eduardo Rocha Paiva Luiz Eduardo Soares Luiz Felipe Lampreia Luiz Flávio D'Urso Luiz Fux Luiz Gonzaga Luiz Gonzaga Belluzzo Luiz Gushiken Luiz Maklouf Luiz Ruffato Luiz Suarez Luiz Vieira Luíza Erundina Lula Lula-lá luta armada luta de classes Lyda Monteiro da Silva Lyndon Johnson macartismo Machado de Assis maconha Madre Teresa de Calcutá Mafalda Vannucci Lungaretti Mafia máfia dos ingressos Magalhães Pinto Mahatama Gandhi Mahatma Gandhi Mahmoud Ahmadinejad maioridade penal Mais Mais Médicos Major Curió Manfrini manifestações de protesto Mano Menezes Manoel Henrique Ferreira Manuel Fiel Filho Manuel Henrique Ferreira Manuel Zelaya Manuela D'Avila Mao Tsé-Tung Mappin maracanazo maracutaia Maradona Maranhão Marçal Mendes Marcel Camus Marcel Duchamp Marcello Mastroianni Marcelo Coelho Marcelo Crivella Marcelo Freixo Marcelo Odebrecht Marcelo Paiva Marcelo Roque Marcha da Família Marcha da Maconha Marcha das Vadias Márcio Holland Márcio Leite de Toledo Márcio Moreira Alves Marcio Pochmann Márcio Thomaz Bastos Marco Antonio Villa Marco Antonio Zago Marco Archer Marco Aurélio Garcia Marco Aurélio Mello Marco Brutus Marco Feliciano Marco Polo Del Nero Marconi Marcos Augusto Gonçalves Marcos Feliciano Marcos Lisboa Marcos Mariano Marcos Nunes Filho Marcos Valério Marcos Wilson Lemos Marcus André Melo Marcus Willis Marechal Erwin Rommel Marechal Tito Margaret Thatcher Margareth Thatcher Margarethe von Trotta Maria a Louca Maria Alice Setubal Maria Amélia Teles Maria Antonieta Maria Bethânia Maria das Graças Lima Maria de Lourdes Rollemberg Mollo Maria do Carmo Brito Maria do Rosário Maria Esther Bueno Maria Izabel Azevedo Noronha Maria Lúcia Fattorelli Maria Luíza Fontenele Maria Odette Maria Schneider Maria Vitória Benevides Mariel Mariscot Marília Medalha Marilyn Monroe Marina Silva Marine Le Pen Marinha Mário Alves Mario Amato Mário Amato Mário Covas Mário de Freitas Mário Faustino Mário Gobbi Mário Lima Mário Magalhães Mário Marsillac Mario Monicelli Mário Sérgio Conti Mário Sérgio Pontes de Paiva Mário Soares Mário Thomaz Bastos Mario Vargas Llosa Marisa Monte Mark Twain Marlon Brando Marquês de Maricá Marta Suplicy Martin Luther King Martin Ritt Martin Scorcese Martin Sheen Marvel Comics Marx marxismo Mary Shelley Marzieh Vafamehr massacre de My Lay massacre do Carandiru Massafumi Yoshinaga matança em Manaus Matheus Baraldi Magnani Maurice Plas Maurício Costa Maurício do Valle Mauricio Hernandez Norambuena Maurício Kubrusly Mauricio Macri Mauro Iasi Mauro Marcondes Mauro Santayana Max Bauer Max Horkheimer Max Von Sidow Maximilian Robespierre Maysa Matarazzo MBL MDB Medalha Brigadeiro Tobias Medalha do Pacificador medicina medicina mercantilizada médicos cubanos medievalismo mega-sena Megaupload Mem de Sá Memorial da Resistência Memórias de uma guerra suja Mendonça Filho Meneghetti Menon mensalão mensalão. Michelle Bachelet mercantilização Mercosul Michael Burawoy Michael Jackson Michael Schumacher Michael Winner Michel Foucalt Michel Platini Michel Temer Michel Temer; STF Michelangelo Antonioni Michelangelo Buonarroti Michelle Bachelet Mick Tyson microcefalia Mídia Sem Máscara migrantes Miguel Arraes Miguel Jorge Miguel Urbano Rodrigues Mike Tyson Mikhail Bakunin milagre brasileiro militarismo Millôr Fernandes Milton Friedman Milton Nascimento Milton Neves miniconto Ministério dos Esportes ministérios Mino Carta missão mísseis cubanos Missões Bolivarianas mitologia MMA MMDC Moçambique modernidade Modesto Carvalhosa Moisés Naim Molina Dias monarquia Mônica Bergamo Monica Lewinsky Mônica Moura Mônica Veloso monolitismo monopolização Monteiro Lobato Monty Python Monza Moody Blues moral revolucionária Moreira da Silva Morro da Providência mortos e desaparecidos Políticos motos Movimento movimento estudantil movimento hippie movimento negro Movimento Negro Unificado movimento operário Movimento Passe Livre Movimento por uma Alternativa Independente e Socialista movimento secundarista MPB MR-8 MRT MST MTST Muammar Gaddafi Muddy Waters Muhammad Ali Mundial de 1950 Mundial de 2014 Mundial de 2018 Mundial de Clubes da Fifa Mundial Fifa de 1958 Mundial Fifa de 1962 Mundial Fifa de 1966 Mundial Fifa de 1970 Mundial Fifa de 2010 Mundial Fifa de 2014 Mundial Fifa de 2018 Muricy Ramalho muro de Berlim muro de Berlin música nacional-desenvolvimentismo nacionalismo Nagasaki Naji Nahas Naná Vasconcelos Napoleão Bonaparte Nara Leão Nasser Nat King Cole Natal Natan Donadon Nathan Rothschield naufrágio da fragata Medusa Náufrago da Utopia nazismo Neil Ferreira Neil Young Nelsinho Piquet Nelson Barbosa Nelson Gonçalves Nelson Guimarães Machado da Silva Nelson Jobim Nelson Mandela Nelson Piquet Nelson Rodrigues neo-pentecostais neo-realismo italiano neofascismo neoliberalismo Nestor Cerveró Nestor Kirchner Neusah Cerveira Newton Cruz Newton Rodrigues Neymar Nicola Sacco Nicolas de Chamfort Nicolas Maduro Nicolas Sarkozy Nicolau 2º Nicolau Maquiavel Nigel Forage Nike Nikita Kruschev Nikolai Bukharin Nilma Gomes Nilton Santos Nino Manfredi Nise da Silveira Nizan Guanaes No Nukes Noam Chomsky Noam Chosmky Noel Rosa Norbert Hofer Norberto Bobbio Norma Bengell Norman Jewison Norman Mailer Norman O. Brown Noruega Nosso Tempo Notícias Populares nouvelle vague nova esquerda Nova República Nova York Novak Djokovic NSA O caso dos dez negrinhos O Dia Seguinte O Direito de Nascer O Estado de S. Paulo O Globo O Gobo O Pasquim O Rebate O Vampiro de Dusseldorf OAB Obdulio Varela Observatório da Imprensa Occupy Occupy Walt Street Octavio Frias de Oliveira ocupação Odebrecht Odete Lara Odete Moro Odilon Guedes OEA Olavo de Carvalho Olavo Hanssen Olavo Setubal Olga Benário Olimpíadas Olimpíadas de 1936 Olímpio Mourão Filho Olinda Olívia Byington Olivier Clerc Olívio Dutra Olympio Mourão Filho ombudsman onda conservadora Onofre Pinto ONU Opera Mundi Operação Bandeirantes Operação Boca Livre Operação Condor Operação Greenfield Operação Lava-Jato Operação Mãos Limpas Operação Satiagraha Operação Timóteo Opinião Opportunity Opus Dei Orestes Quercia Orlando Lovecchio Filho Orlando Silva Orlando Yorio Orlando Zapata Orquestra Armorial Orson Welles os cinco de Cambridge Os Miseráveis Os Mutantes Os Trapalhões Os Três Patetas Osama Bin Laden OSB Oscar Oscar Niemeyer Oscar Schmidt Oscar Wilde Oscarito Osmar Santos Osmir Nunes Osny Silva ossadas de Perus Osvaldo Peralva Otávio Frias Filho Otávio Mesquita Othman Abu Sabha Othon Bastos Otto Maria Carpeaux Otto von Bismarck Pablo Escobar Pablo Picasso Pacto Hitler-Stalin Padre Antônio Vieira país basco palestinos Palmares Palmeiras Pan 2015 Panteras Negras Pão de Açúcar Paolo Rossi Paolo Taviani papa Bento XVI Papa Doc Duvalier papa Francisco papa João Paulo II papa Paulo VI Papa Pio XII Paquistão Paraguai Paraná parasitismo Paris Parlamento Europeu parto humanizado parto normal Páscoa passagens aéreas Passe Livre passeata dos 100 mil pastor Feliciano Pastoral da Terra Pat Garrett Patrick Mariano Paul Cèzzane Paul Krugman Paul McCartney Paul Newman Paul Simon Paul Singer Paul Verhoeven Pauline Réage Paulinho da Força Paulinho da Viola Paulo Abrão Paulo André Paulo Autran Paulo César Peréio Paulo Cesar Pinheiro Paulo César Pinheiro Paulo César Saraceni Paulo Coelho Paulo de Tarso Venceslau Paulo Egydio Martins Paulo Francis Paulo Freire Paulo Henrique Amorim Paulo Henrique Ganso Paulo Henrique Porto de Oliveira Paulo Lacerda Paulo Machado de Carvalho Paulo Malhães Paulo Maluf Paulo Paim Paulo Pimenta Paulo Rabello de Castro Paulo Roberto Costa Paulo Sérgio Pinheiro Paulo Skaf Paulo Soledad Paulo Teixeira Paulo Thiago Paulo Vannuchi Paulo Vanzolini PC Farias PCB PCBR PCC PCdoB PCF PCI PCO PDS PDT PEC 241 PEC 51/2013 PEC 55 peculato pedaladas fiscais pedofilia pedreiro Amarildo Pedro Cardoso da Costa Pedro Corrêa Pedro Del Picchia Pedro Franco de Campos Pedro Paulo Barrientos Pedro Pomar Peitolina Pelé pena de morte Pep Guardiola Percival de Souza Péricles Maranhão perseguição religiosa perseguidos políticos Perseu Abramo Pérsio Arida Pete Sampras Pete Townshend Peter Cushing Peter Finch Peter Fonda Peter Frampton Peter Lorre Peter Mair Peter O'Toole Peter Sellers Peter Sinfeld Petrobrás petrolão petróleo PF PFL PGR Philip K. Dick PIB Pier-Paolo Pasolini Pierre-Joseph Proudhon Pietro Mutti Pimenta Neves Pinheirinho Pink Floyd pintura Pio XII Pixinguinha PL 2.960 PL 499/2013 Plano Cohen Plano Real planos de saúde Platão Playboy Playmen Plínio Corrêa de Oliveira Plinio de Arruda Sampaio Plínio de Arruda Sampaio Plínio Marcos Plínio Salgado PM PMDB PNDH-3 PNE pobreza POC Podemos Poder Negro podologia poesia poesias Pol Pot Pol-Pot polícia assassina Polícia Federal política brasileira politicamente correto poluição Pôncio Pilatos populismo porca assassina Porfírio Diaz Porfirio Lobo porto de Mariel Portugal Portuguesa de Desportos pós-verdade Powers Boothe PP PR PRC pré-sal preconceito Premeditando o Breque Prêmio Nobel de Literatura presidenta Preta Gil Previdência Social Primavera Árabe Primavera de Paris Primavera de Praga privataria privatizações Procon procurações forjadas Procure Saber professores Projeto Proteger Pronatec propaganda enganosa propinoduto proposta de emenda constitucional Protógenes Queiroz Proudhon PSB PSD PSDB psicanálise psicologia PSOL PSTU PT PTB publicidade PUC pugilistas cubanos pulseiras do sexo punições PV quatro de Salvador queda da Bastilha Queen Quentin Tarantino Quilapayun Quilapayún quilombolas Quino R. R. Tolkien racionamento de água racismo Rafael Braga Vieira Rafael Correa Rafael Correia Rafael Nadal Rafael Trujillo Rafaela Silva Raí Raices de America Raíces de America Raimundo Fagner rainha da Inglaterra Rajendra Kumar Pachauri Ramon Mercader Ramona Matos Rodriguez Randolfe Rodrigues Raquel Landim Raquel Rolnik Raul Amaro Nin Ferreira Raul Castro Raul Salles Raul Seixas Ray Bradbury Ray Charles Raymundo Araujo Raymundo Faoro RDD Real Madrid realities shows recall Receita Federal Recep Tayyip Erdogan recessão Red Por Ti America Rede Globo redução da jornada de trabalho referendo referendo revogatório reforma da Previdência reforma ministerial reforma trabalhista reformas constitucionais reformas de base reformismo refugiados refugio refúgio refundação da esquerda refundação do PT Reginaldo Faria Reginaldo Leme Regis Debray regulação da mídia Reinaldo Azevedo Reino Unido Reinold Stephanes religião Renan Calheiros Renato Augusto Renato Consorte Renato Mrtinelli René Clair renúncia reparações repressão República de Salò República de Weimar resistência retirantes retroativo reverendo Moon revista Música revista Piauí revolta árabe revolução revolução bolivariana Revolução Constitucionalista revolução cubana Revolução dos Cravos Revolução Francesa revolução internacional Revolução Soviética Reynaldo Bignone Reynaldo Lungaretti Reza Aslan rhythm and blues Riane Mnochkine Ricardo Amaral Ricardo Balthazar Ricardo Barros Ricardo de Aquino Ricardo Kotscho Ricardo Lewandowski Ricardo Melo Ricardo Teixeira Riccardo Cucciolla Richard Attenborough Richard Burton Richard Nixon Richard Widmark Riddick Bowe Ridley Scott Ringo Starr Rio 16 Rio 2016 Rio de Janeiro Rio-2016 Rivelino Rivellino River Plate Robert A. Heinlein Robert Altman Robert Crumb Robert De Niro Robert Duvall Robert Fripp Robert Graves Robert Kennedy Robert Kurz Robert Louis Stevenson Robert McNamara Robert Silverberg Roberto Campos Roberto Carlos Roberto Civita Roberto Gurgel Roberto Jefferson Roberto Landell de Moura Roberto Macarini Roberto Micheletti Roberto Requião Roberto Romano Roberto Santos Roberto Setúbal Roberto Teixeira Robin Williams rock Rod Serling Rodrigo Constantino Rodrigo Gularte Rodrigo Janot Rodrigo Maia Roger Abdelmassih Roger Corman Roger Federer Roger Molina Roger Pinto Roger Vadim Roger Waters Rogério Ceni Rogério Duprat Rogério Gentile Rogério Micale Rogério Sganzerla rolezinhos Rolling Stones Roman Polanski Romarinho Romário Romero Jucá Romeu Tuma Ronald Biggs Ronald Reagan Ronaldinho Ronaldinho Gaúcho Ronaldo Caiado Ronaldo Cunha Lima Ronaldo Fenômeno Rosa Luxemburgo Roseana Sarney Rosi Campos Roswitha Scholz Rota Roy Ward Baker RP Rubem Biáfora Rubens Ewald Filho Rubens Lemos Rubens Motta Filho Rubens Paiva Rubin Carter Rui Castro Rui Falcão Rui Martins Rui Pimenta Rutger Hauer Ruy Castro Ruy Guerra Ryke Geerd Hamer S&P Sá de Miranda Sabesp Sabóia Saddam Hussein Sakineh salário-mínimo Salvador Allende Sam Peckinpah Sam Raimi Samarco samba Sampa Samuel Fuller Samuel Pessôa Samuel Wainer San Tiago Dantas Sandra Gomide Sandy Santa Maria Santana Santiago Andrade Santiago Ilídio Andrade Santo Dias Santos Dumont Santos F.C. São Francisco São Paulo São Paulo Futebol Clube São Tiago Dantas Sarah Palin Sargento Kondo satanização Satoru Nakajima sci-fi Sean Connery Sean Goldman sebastianismo Sebastião Caixeta Sébastien Japrisot Secretaria da Segurança Pública de SP sectarismo Segunda-Feira Negra Seleção Brasileira Senado senador João Ribeiro sequestro Sergei Eisenstein Sérgio Cabral Sergio Corbucci Sergio Donati Sergio Fleury Sérgio Fleury Sergio Gabrielli Sergio Leone Sergio Moro Sérgio Porto Sérgio Ricardo Sérgio Silva Sergio Sollima Severino Cavalcanti sexo casual Shaker Aamer Shakira Sharon Tate Sheridan Le Fanu Sherlock Holmes Shirley Bassey Sidney Lumet Sidney Miller Sidney Poitier sífilis Sigmund Freud Silas Malafaia Silvia Suppo Silvio Berlusconi Sílvio Frota Silvio Santos Sílvio Santos Sílvio Tendler símbolos religiosos Simon Bolivar Simone sinalizador Sinclair Lewis Síndrome da China Sintusp sionismo Síria Sísifo sistema solar sites fascistas Sivuca Slavoj Zizek SNI socialismo socialismo num só país socialismo real sociedade alternativa Sócrates Sofia Loren Sófocles Solano Ribeiro Soledad Viedma solidariedade Sônia Amorim Sônia Hernandes Soninha Francine SP; Pelé Spartacus spread Standard & Poor's Stanislaw Ponte Preta Stefan Zweig Stephen King Steve Bannon Steve Jobs Steve Reeves Steve Winwood Steven Spielberg STF STJ STJD STM Stroessner Stuart Angel Suárez submarino nuclear sucessão Suely Vilela Sampaio Suetônio Super Bowl SUS Susan George Suzana Singer Sylvio Costa Syriza T. E. Lawrence T. S. Eliot tabagismo Taça Libertadores tacocracia tai chi chuan Taís Araujo Taís Moraes Talebã Tancredo Neves tapetão Tarso Genro Tata Martino taxação dos ricos TCU teatro Teatro de Arena teatro Lira Paulistana Tempo de Resistência tênis Tenório Cavalcanti Teori Zavascki terceirização Terence Fisher Terence Hill Teresa Lajolo Tereza Cruvinel Ternuma terrorismo TFP The Animals The Doors The Economist The Who Theo de Barros Theodor Adorno Thiago de Mello Thomas Edison Thomas Morus Thomas Piketty Thomas Robert Malthus Three Mile Island Tim Harford Tim Jackson Tim Maia Tiradentes Tiririca Titanic Tite Tito Costa Tom Jobim Tom Zé Tomasso Buscetta Tomé de Souza Toninho Vespoli Tonino Valerii Tony Osanah Toquinho Torino Torquato Neto Torquemada tortura Tortura Nunca Mais torturadores torturas Tostão touradas trabalho trabalho alienado trabalho escravo Traffic traficantes tráfico de drogas tragédia aérea Tragédia de Superga trânsito transposição Tratado de Versalhes Tribuna da Imprensa tribunais de pequenas causas tribunais do crime Tribunal de Haia Tropa de Elite tropicalismo trote trotskismo Troy Davis TSE TSE. TCU Tunísia tupamaros Turquia TV TV Tupi U2 udenismo UDN UDR UFC Ugo Tognazzi Ultima Hora Ultimate Fighting Ulysses Guimarães umbanda Umberto Eco UNE Unesco União Europeia Universidade da Califórnia Universidade de Stanford Universindo Dias UOL urbanismo URSS Uruguai Usina de Letras usineiros USP usura utopia Vagner Freitas Valdir Simão Valdo Cruz vale-tudo Valor Vanderlei Cordeiro de Lima Vanderlei Luxemburgo Vanessa Gonçalves VAR-Palmares Vara de Família Vaticano Veja vemprarua Venezuela Venina Velosa da Fonseca Vera Magalhães Vera Vassouras Vicente Feola Vicente Leporace Victor Hugo Victor Jara vida artificial Vida Contra Morte Vila Ré Vincent Price Vinícius de Moraes Vinícius Mota Vinícius Mota. Estado Islâmico Vinícius Torres Freire violência doméstica violência policial violência urbana Violeta Parra Viomundo Virgílio Gomes da Silva Vírus Zika Vito Genovese Vitor Belfort Vitor Nuzzi Vittorio Arrigoni Vittorio Gasmann Vittorio Gassman Vittorio Taviani Vladimir Arras Vladimir Herzog Vladimir Maiakovski Vladimir Palmeira Vladimir Putin Vladimir Safatle Voltaire voto branco voto facultativo voto nulo voto obrigatório VPR vudu Waldir Maranhão Waldomiro Diniz Walt Disney Walter Franco Walter Hugo Khouri Walter Maierovitch Walter Pomar Walter Silva Washington Olivetto Wellington Menezes Werner Herzog Wes Craven Wesley Venâncio western Wikileaks Wilhelm Reich Willem Dafoe William Randolph Hearst William Shakespeare William Styron William Wollinger Brenuvida Wilman Villar Wilson Batista Wilson Simonal Winston Churchill Wolfgang Petersen Woodstock wu chu xadrez Xavi Hernandez Xavi Hernández xenofobia Xi Jinping Xico Graziano Xuxa Xuxa Meneghel Xuxa Menehel Yeda Crusius Yelena Isinbayeva Yevgeni Preobrazhensky Yoani Sánchez Yoram Kaniuk Yves Montand Zagallo Zagalo zagueiro Bigode Zé Celso Zé Dirceu Zé Elias Zé Keti Zé Maria Zé Simão Zeca Pagodinho Zelão Zelota Zico zika Zilda Arns Zinedine Zidaine Ziraldo Zito Zumbi Zuza Homem de Mello Zuzu Angel Zygmunt Bauman