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segunda-feira, 5 de setembro de 2022

OUTRO DOCUMENTÁRIO DESMASCARA A FARSA DA FACADA: VÁ E VEJA!

S
e existe um componente que não deixa dúvidas quanto à falsidade do episódio que permitiu ao Bozo fugir dos debates eleitorais na campanha presidencial de 2018 e se passar por coitadinho ou messias aos olhos dos seus crédulos eleitores, foi (e é até hoje) a ausência de uma investigação independente.

Isto eu afirmo desde a última quinzena de 2019, quando viralizou no Youtube vídeo do documentário A facada no mito, assistido por mais de 1 milhão de pessoas.

Orgulho-me de haver sido o primeiro articulista a nele identificar a verdade sobre o episódio ocorrido em 6 de setembro de 2018, fundamental para a eleição do pior, mais desqualificado, mais catastrófico e mais genocida presidente da República brasileira em todos os tempos. 

No último dia de 2019 (leia o post completo aqui) eu já sustentava que:
1. "O documentário A Facada no Mito consegue provar, irrefutavelmente, a existência de uma ação coordenada, portanto grupal e não individual, no atentado contra Jair Bolsonaro";
2. "A longa, minuciosa e competente análise de vídeos e fotos  não deixa dúvida nenhuma quanto ao fato de que candidato, agressor, seguranças e pessoal de apoio tinham um único e indisfarçável objetivo: propiciar o atentado";
3. "O gênio saiu da garrafa e as autoridades estão nos devendo um esclarecimento cabal do atentado ou atentado, caso contrário a conclusão que se imporá é a de que teremos sido ludibriados pela pior das fake news de uma campanha em clima de guerra, na qual houve mentira como terra".
O documentário A facada no mito sumiu do Youtube, mas... 
Hoje tomei conhecimento de que existe outro documentário comprovando de maneira insofismável a fraude: Bolsonaro e Adélio  uma fakeada no coração do Brasil, da TV 247, dirigido por Joaquim de Carvalho.  E o fiz com muito atraso, admito. Mas, antes tarde do que nunca... 

Recomendo aos leitores ainda não convencidos de que nunca tantos brasileiros foram enganados tanto durante tanto tempo, que o assistam clicando aqui.

Não vou abrir uma janelinha para o vídeo porque ele será inevitavelmente removido por violar os termos de serviço do Youtube, como já o foram todas as inserções de A Facada no Mito em posts antigos deste blog. E o próprio vídeo não está mais disponível lá, porque a conta do Youtube associada a ele foi encerrada.   
...causou forte impressão em quantos viram sua impecável reconstituição da fraude. 
Por enquanto, Bolsonaro e Adélio  uma fakeada no coração do Brasil ainda pode ser assistido no Youtube. Sabe-se lá até quando.

Mas, com certeza, ambos os vídeos voltarão à baila quando estiverem sendo julgados os autores do maior crime eleitoral da história deste país.

Tomara que isso não tarde a acontecer. (por Celso Lungaretti) 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

PALHAÇOS, TERRAPLANISTAS, MILICIANOS E ZUMBIS CONVOCAM PARA O CARNAVAL TEMPORÃO DO PRÓXIMO DIA 15

josias de souza
NÃO HÁ PARLAMENTARISMO BRANCO, MAS SIM GOVERNO PÁLIDO
Jair Bolsonaro afeiçoou-se à marcha da insensatez. Sempre que lhe apertam os calos, atiça as ruas. 

Fez isso, p. ex;, ao trombetear no ano passado o texto apócrifo que dizia que o Brasil é ingovernável fora dos conchavos

Ou ao difundir o vídeo em que desempenhava o papel de um leão cercado pelas hienas do STF, da imprensa e dos partidos. 

Requenta novamente o truque agora, ao distribuir via WhatsApp este vídeoNa peça, adornada com imagens da facada e cenas hospitalares, súditos de Bolsonaro convocam o asfalto para apoiá-lo em 15 de março, emparedando o Congresso. 

Mas há uma diferença: o capitão agora carrega atrás de si o rastro de 14 meses de gestão. Um eleitor de boa-fé pode acreditar que o Congresso é parte do problema do país. Mas terá dificuldade para culpar o Legislativo que reformou a Previdência pela sedação da economia e pelo desânimo do Posto Ipiranga

Os congressistas também não têm nada a ver com:
— o desinteresse do presidente pela agenda de reformas;
— os erros na correção do Enem;
— o flagelo da fila do INSS;
— o apodrecimento da ala investigada da Esplanada;
— a inépcia do pedaço ideológico do ministério;
— a biografia rachadinha do primogênito Flávio Bolsonaro; e
 a companhia tóxica do cadáver do miliciano Adriano da Nóbrega. 

Na campanha de 2018, havia três grandes problemas sobre a mesa: a ruína fiscal, a estagnação econômica e uma endêmica. 

No alvorecer de 2020, a promessa de Paulo Guedes de zerar o déficit no primeiro ano era de vidro e se quebrou. O crescimento pujante, que os otimistas projetavam em 3%, virou um PIB à Michel Temer, rodando na casa de 1%. A bandeira da Lava Jato desapareceu. 

Para aprumar o governo, convertendo mediocridade em pujança, Bolsonaro precisaria exibir foco, serenidade e diálogo. Ele fornece tuítes, crises e caneladas. 

Desentende-se com a banda técnica de sua equipe, briga com a imprensa e avaliza a tese do general-ministro Augusto Heleno segundo a qual o Orçamento foi abocanhado por chantagistas do Congresso. 

O capitão e seu general de estimação enxergam uma trama do Congresso para implantar um parlamentarismo branco. Bolsonaro e Heleno não se dão conta de que os congressistas apenas ocupam o espaço aberto por um governo pálido. (por Josias de Souza)
Como este blog não difunde propaganda fascista, quem quiser assistir ao
vídeo convocando ingênuos para o ato de intimidação ao Congresso
Nacional deverá recorrer ao link em vermelho no 4º parágrafo. 
E, já que tal fake video faz um dramalhão a respeito da facada que deu
a Jair Bolsonaro um pretexto para fugir dos debates eleitorais, acima
reprisamos um vídeo bem mais sério e necessário, sobre o que
realmente deve ter acontecido naquele episódio decisivo.

sábado, 21 de dezembro de 2019

ATÉ BOLSONARO DESCARTA A VERSÃO DE ATENTADO COMETIDO POR UM LOUCO, DIZENDO QUE FOI "CONSPIRAÇÃO"

Por incrível que pareça, nem oposição nem imprensa ousaram admitir que a versão oficial sobre a facada ou facada em Bolsonaro (que continuarei encarando como uma incógnita até haver um esclarecimento real e cabal do episódio) não se sustentava em pé. 

Apenas Lula, em duas entrevistas, furou a corrente da pusilanimidade generalizada. À BBC apenas afirmou ter dúvidas sobre se houvera mesmo facada.

Já à TVT ele explicou pormenorizadamente o porquê de sua desconfiança:
"...aquela facada... pra mim tem alguma coisa muito estranha... uma facada em que não aparece sangue em nenhum momento... uma facada em que o cara que dá a facada é protegido  pelo segurança do Bolsonaro. Eu conheço segurança de palanque, [se fosse  comigo] eu teria que pular em cima do segurança".
E, pasmem, agora o próprio Bolsonaro veio a público declarar que existiu alguma coisa diferente daquilo que um lado martelou na cabeça dos brasileiros enquanto o outro se fingia de morto. Eis o que ele disse:
"Houve, sim, uma conspiração. O meu sentimento é que esse atentado teve a mão de 70% da esquerda, 20% de quem estava do meu lado e 10% de outros interesses".
De que conspiração houve, nunca tive a mais remota dúvida, pois jamais nego o que vejo com os próprios olhos, nem deixo de sustentar minhas convicções quando são sólidas como neste caso. O vídeo A Facada no Mito é simplesmente irrefutável

Fantasiosa é apenas a menção à mão da esquerda, a qual nada tinha a ganhar e tudo a perder com uma inconsequência dessas (aliás, um dos erros gravíssimos do PT foi subestimar as chances de o Bolsonaro ser levado ao poder pelas tramoias e ilegalidades dos donos do PIB, confiante que estava de que alguém tão insignificante só estaria correndo para não chegar, mas, isto posto, por que haveria de atentar contra a vida dele?).

Do Bolsonaro se pode esperar tudo, até que tenha falado o que não deveria por causa daquela velha compulsão que alguns criminosos têm de serem desmascarados.

Eis o que escrevi quando o infausto episódio, fundamental para a vitória de um candidato sem qualificação política, intelectual nem moral para o cargo, completava um ano, no último dia 6 de setembro (hoje não mudaria uma única palavra):
.
O documentário levanta várias dúvidas pertinentes e reconstitui, de forma impecável, a facada em si. 

Quem o assiste, conclui inevitavelmente que se tratou, o tempo todo, de uma ação concertada entre Adélio Bispo de Oliveira, seguranças do candidato, personagens estranhos que circulavam o tempo todo ao redor dando assessoria e... o próprio Bolsonaro. 

Nas duas vezes em que Adélio Bispo de Oliveira arremeteu para o ato culminante, Bolsonaro gesticulou levantando o braço e... desguarnecendo a área do corpo em que receberia a facada ou facada. Mera coincidência? Acredite quem quiser...

Mas, é possível uma conspiração com tantos personagens dar certo no Brasil de hoje? Ora, se deu certo nos Estados Unidos de 1963, mesmo sendo um país bem menos crédulo com relação às versões oficiais, por que tanto espanto? 

Aliás, há semelhanças perturbadoras: no atentado contra John Kennedy usaram um dono de night club envolvido com a máfia e ciente de que adiante morreria de câncer (Jack Ruby) para queimar o arquivo chamado Lee Harvey Oswald, suposto único atirador de um inconfundível fogo cruzado, o que não difere muito de um doido de pedra assumir o papel de vilão inimputável.  (por Celso Lungaretti)
Facada no Mito, o vídeo que não quer calar

quarta-feira, 6 de março de 2019

BAIXARIAS ESCATOLÓGICAS JUSTIFICARIAM O IMPEACHMENT DE BOLSONARO?

josias de souza
BOLSONARO E COMPOSTURA REVELAM-SE INCONCILIÁVEIS
Desde 1º de janeiro de 2019, o presidente da República vive tentando conciliar duas necessidades conflitantes: ser Jair Bolsonaro e manter um mínimo de compostura. 

Na noite da 3ª feira Gorda, um post do capitão no Twitter reforçou a suspeita de que Bolsonaro e compostura são mesmo dois elementos inconciliáveis. 

O presidente publicou na rede antissocial um vídeo obsceno. Nele, um sujeito exibe as nádegas desnudas no alto de um ponto de ônibus. Acaricia o ânus. Ao fundo, ouve-se a algaravia típica de um bloco carnavalesco.  

Na sequência, um segundo personagem retira o pênis de dentro da bermuda e urina sobre a cabeça do primeiro.

Bolsonaro anotou que não se sentiu "confortável em mostrar" o vídeo. Mas acrescentou: "Temos que expor a verdade para a população ter conhecimento e sempre tomar suas prioridades". 

Depois, cometeu uma generalização tola e ofensiva: "É isto que têm virado muitos blocos de rua no Carnaval brasileiro". 

Cinco dias antes, Bolsonaro dissera a 13 jornalistas com quem dividiu a mesa do café da manhã que decidira levar na coleira as opiniões que Carlos Pitbull Bolsonaro, seu filho Zero Dois, despeja nas redes. "Tudo passou a ter um filtro da minha parte", declarou. Faltou responder: quem filtrará os pensamentos do pai? 

O problema está na árvore, não nos frutos. Vale para os Bolsonaro uma adaptação do velho brocardo: quem sai aos seus não endireita

A exibição do vídeo escatológico é de fácil solução. O próprio Twitter pode acionar suas regras internas para retirar a vulgaridade que Jair Bolsonaro jogou no ar. 

A parte mais difícil do problema é ter que lidar por pelo menos quatro anos com um presidente cuja massa cinzenta não produz senão pensamentos sombrios. 

Algumas observações de Bolsonaro não poderiam ser distribuídas nem nas bancas, embaladas em plástico preto. Mas elas são despejadas diariamente na internet, na frente das crianças. 

É como se o país estivesse condenado a uma crise de compostura perpétua. (por Josias de Souza)

TOQUE DO EDITOR — O Josias está 100% certo quanto à total inadequação do Bolsonaro para o cargo que ocupa, então nem vou chover no molhado.

Mas, há gente falando em impeachment por causa da tuitada obscena. Seria outra comprovação de que o Brasil não é um país sério.

Dilma Rousseff merecia o impeachment, mais do que por qualquer pedalada fiscal, em razão do gritante estelionato eleitoral que cometeu
O companheiro Levy era menos neoliberal que o Guedes?

Afinal, ela passou a campanha de 2014 inteira acusando os adversários de conspirarem para impor reformas anti-povo, das quais os eleitores só escapariam se votassem nela, Dilma,  mas depois correu a empossar um ministro da Fazenda  neoliberal, cuja missão era exatamente a de tocar adiante tais reformas.

Quanto a Bolsonaro, há um sem-número de razões consistentes para ele ser impichado, como ter em plena campanha inundado as redes sociais de fake news bancados ilegalmente por empresários (configurando os crimes de estelionato eleitoral e abuso de poder econômico) e a apologia sistemática de torturas e homicídios, afora não ter sido até agora verdadeiramente investigada a possibilidade de farsa no atentado decisivo para sua vitória eleitoral, uma hipótese das mais plausíveis pelo que o vídeo A facada no mito mostrou.

Fazê-lo por causa de uma mera tuitada obscena seria uma nova e pusilânime saída pela tangente. (por Celso Lungaretti)

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

DOCUMENTÁRIO-BOMBA SOBRE A FACADA EM BOLSONARO EVIDENCIA QUE SE TRATOU DE AÇÃO GRUPAL, JAMAIS INDIVIDUAL!!!

Não sou nenhum foquinha deslumbrado, mas sim um sexagenário que há mais de meio século acompanha atentamente os acontecimentos da política nacional e internacional, buscando sempre tirar conclusões próprias, a partir de uma visão crítica (ou seja, não obnubilada por antolhos ideológicos, pois se pode, sim, defender causas sem se deixar fanatizar e cegar por elas).

Mais: participei da resistência à ditadura militar como militante da Vanguarda Popular Revolucionária, tendo sido surpreendido em abril de 1969 com a designação para formar e comandar o primeiro setor estruturado de Inteligência de uma organização guerrilheira.

No ardor dos meus 18 anos, fiz o máximo que pude para colocar-me à altura da incumbência. Então, ao iniciar uma carreira jornalística depois dos anos que vivi perigosamente, das torturas e da prisão, já tinha uma visão mais aprofundada do que se passava nos bastidores da política e dos Poderes da República. 

E, no ofício que exerci profissionalmente durante mais de três décadas, pude aprender muitas coisas mais; idem na atividade de blogueiro, que assumi sem fins lucrativos em 2006 e me colocou no centro de lutas repletas de lições a serem tiradas, como a travada pela liberdade de Cesare Battisti em 2008/2011.
Quem leu a biografia Náufrago da Utopia (Geração Editorial, 2005) e/ou conhece minha história de vida, sabe que a credibilidade de que hoje desfruto não caiu do céu. Foi conquistada a duras penas, depois de eu passar muito tempo lutando para desvencilhar-me de uma armadilha do destino.

Não hesito em arriscar tal credibilidade afiançando que o documentário A Facada no Mito consegue provar, irrefutavelmente, a existência de uma ação coordenada, portanto grupal e não individual, no atentado contra Jair Bolsonaro em Juiz de Fora (MG), na véspera do último Dia da Pátria.

Trata-se de um documentário independente do canal True or Not do Youtube, cujos autores sensatamente preferiram permanecer incógnitos. Tem 57 minutos e viralizou na semana passada. 
A longa, minuciosa e competente análise de vídeos e fotos  não deixa dúvida nenhuma quanto ao fato de que candidato, agressor, seguranças e pessoal de apoio tinham um único e indisfarçável objetivo: propiciar o atentado.

Tanto que, de forma até hilária, ao fracassar na primeira tentativa de arremeter contra Bolsonaro, Adélio Bispo de Oliveira derrubou sem querer o boné de um segurança – o qual nem depois de atropelado teria se dado conta de que estava diante de um indivíduo armado e pronto para esfaquear aquele por quem ele deveria zelar! Acredite quem quiser...

E o documentário é igualmente bem sucedido em deixar claro que aquelas pessoas (sempre as mesmas!) circulando ao redor de Adélio nada fizeram para proteger Bolsonaro, mas tudo fizeram para evitar que os admiradores do Mito linchassem o Adélio, não demonstrando o mais remoto receio de serem esfaqueadas pelo suposto agressor descontrolado. Por último, a arma do crime misteriosamente sumiu naquele instante, só sendo encontrada (?) convenientemente depois. 

Então, a Polícia Federal tem agora a obrigação de ir muito além de suas conclusões preliminares (atribuindo responsabilidade exclusiva ao Adélio).

As pessoas mal-encaradas que se comunicavam por gestos e sussurros, faziam aparecer facas e faziam sumir facas, escondiam objetos comprometedores (como o que saltou para fora da jaqueta do afoito e atrapalhado Adélio) têm de ser identificadas, intimadas e ouvidas. 

O gênio saiu da garrafa e as autoridades estão nos devendo um esclarecimento cabal do atentado ou "atentado", caso contrário a conclusão que se imporá é a de que teremos sido ludibriados pela pior das fake news de uma campanha em clima de guerra, na qual houve mentira como terra.

Mas, levando em conta o ocorrido em tantos outros episódios semelhantes aqui e no exterior, a maior chance de vermos tudo colocado em pratos limpos está em investigações independentes desenvolvidas por entidades e associações acima de qualquer suspeita e no trabalho de jornalistas investigativos da grande imprensa.

Que cada um cumpra o seu dever. O meu, eu acabo de cumprir.

domingo, 30 de dezembro de 2018

DOCUMENTÁRIO QUE ESTÁ BOMBANDO NO YOUTUBE SUGERE DE FORMA VEROSSÍMIL QUE ATENTADO A BOLSONARO FOI FARSA

Um documentário de 57 minutos do canal True or Not do Youtube faz uma análise exaustiva de vídeos e fotos do atentado a Jair Bolsonaro em Juiz de Fora (MG), levantando fortíssimas suspeitas de haver sido uma ação concertada entre o agressor, o candidato e vários personagens presentes no local, seguranças inclusos.

Recomendo aos leitores que assistam com muita atenção. No mínimo, o documentário A Facada no Mito obrigará a Polícia Federal a explicar convincentemente um sem-número de coincidências que podem muito bem ter sido meras intencionalidades. Ou a mudar diametralmente o que vinha dizendo em suas conclusões preliminares sobre o atentado.
Apesar da competência e da contundência do trabalho realizado por uma equipe que sensatamente optou por permanecer incógnita, em si ele é insuficiente para respaldar uma acusação de falsidade ideológica e a abertura de um processo de cassação do mandato de Bolsonaro.

Mas, se algum veículo da grande imprensa colocar seus melhores jornalistas investigativos atrás das pistas indicadas pelo documentário, buscando testemunhas que confirmem as suspeitas, poderá repetir-se o Caso WatergateVejam e tirem suas conclusões.
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