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sexta-feira, 6 de junho de 2025

SIR (L)ANCELOTTI AFUNDARÁ NO LAGO. SÓ UM MILAGRE DO JESUS SERIA CAPAZ DE RESSUSCITAR ESSA SELEÇÃO MORTA!


O presidente expelido da Central Bananeira de Fiascos, que de rei Arthur  não tem nada, quis porque quis delegar a sir (L)Ancelotti  a missão de restaurar a dignidade do futebol brasileiro. 

Errou redondamente e atrelou o sucessor ao seu erro. A única opção real que Ednaldo Rodrigues tinha para ressuscitar a Seleção Lázaro era, como até a Bíblia ensina,  (Jorge) Jesus

O simpático Carleto, coitado, veio para cá porque as sucessivas surras impiedosas que levou do Barcelona na última temporada o expulsaram de lá...

Agora, só nos resta esperar que os mortos enterrem seus Neymares e torcer para termos os atletas  e o técnico certos em 2030, pois 2026 já era. Talvez não cheguemos nem mesmo às quartas de final, como tem sido o nosso limite ultimamente.

Isto ficou bem claro na partida contra o Equador, em que fomos dominados durante os 90 minutos e não criamos sequer uma chance aguda de gol. O 0x0 foi castigo para os adversários e um prêmio imerecido para nós, que atuamos como time pequeno jogando contra um grande. 
Vini na seleção: sempre
devagar, quase parando,

Ataque? Só tínhamos o de riso quando nossos representantes apanhavam da bola:
rir pra não chorar.

Ver, no mesmo dia, Lamine Yamal fazendo gato e sapato dos defensores franceses e Vinícius Jr. ciscando pra cá e pra lá sem produzir nada de concreto diante dos equatorianos foi um banho de água fria. 

Pensávamos que tínhamos uma nova geração promissora. Agora dá para perceber que nossa melhor arma para a próxima Copa será o Raphinha, seguido  (um pouco abaixo) pelo Rodrygo, enquanto o Vini, o Hendrick, o Estevão e o Vitor Roque dificilmente estarão prontos para a pedreira de um Mundial.

E continuará faltando o craque do time, aquele que conecta a defesa ao ataque, dita o ritmo e coloca os companheiros desmarcados na frente do goleiro várias vezes durante uma partida. 

Aquilo que Messi ainda faz e o Neymar só conseguiu fazer até tomar a desastrosa decisão de ir para o PSG.  (por Celso Lungaretti)

terça-feira, 13 de maio de 2025

QUATRO PERDIDOS NUMA NOITE SUJA E OS SEUS FRACASSOS ANUNCIADOS: EDNALDO, BOLSONARO, MOTTA E ANCELOTTI.

E
les estão atolados e, para tentarem escapar, fizeram apostas que só os afundam ainda mais no pântano.


Ednaldo Rodrigues, ainda presidente da CBF porque o ministro do Supremo Gilmar Mendes o segura pela ponta dos dedos, não consegue nem livrar-se das evidências de corrupção nem mostrar a mais remota competência para o cargo. 

Botou na cabeça que só a conquista do Mundial de 2026 poderá salvá-lo, mas acaba de dar o definitivo tiro no pé ao insistir na escolha de um técnico que não vai dar certo de jeito nenhum.

Jair Bolsonaro tem contra si a maior quantidade de provas e depoimentos irrefutáveis incriminando um ex-presidente da República em todos os tempos. É uma prisão esperando acontecer e tentou virar o jogo com uma tramoia gritantemente inconstitucional, na esperança de, forçando a barra, pegar carona numa imunidade parlamentar que não se destinava aos sem-mandatos como ele. 

Não se deu conta de que só fascistas alucinados arriscariam uma situação favorável para eles, embarcando num confronto de Poderes que poderia arruiná-los. 

Lembrou o integralista Plínio Salgado, um ultradireitista que desfrutava de uma situação confortável na ditadura do também direitista (só que menos extremado) Getúlio Vargas, mas quis alcançar o poder maior virando a mesa e acabou ficando sem nada, primeiramente preso e depois exilado por seis anos em Portugal.

Da mesma forma, o fracasso do seu cavalo de Troia fez Bolsonaro ser percebido pelo seu próprio nicho como um personagem altamente tóxico, que invariavelmente atrai desgraças para seus cúmplices e seguidores. 

Michel Temer, político hábil, notou de imediato que Jair se fragilizara ainda mais e correu a articular uma frente de direita sem loucuras nem Bolsonaro (pensando bem, incidi aqui numa redundância, mas estou com preguiça de corrigir...).

Hugo Motta
quis dar uma demonstração de força como novo presidente da Câmara Federal, mas viajou na maionese ao apoiar manobra tão destrambelhada quanto a de favorecer aquela votação delirante cujo verdadeiro objetivo último era cacifá-lo.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre já ocupara o espaço de parceirinho das jogadas do Lula,  então Motta supôs que se fortaleceria ameaçando ressuscitar o anti-Lula. Errou bisonhamente, debilitou a própria posição e ajudou Bolsonaro a desmoralizar-se ainda mais, se é que isto seja possível.

Finalmente, Carlo Ancelotti, ao aceitar o abraço de afogados com Ednaldo Rodrigues, fez péssimo negócio, mesmo se considerarmos que talvez não lhe houvesse sobrado grande coisa, após passar uma desastrosa temporada em branco no Real Madrid e de ter sido feito de gato e sapato pelo técnico Hansi Flick do Barcelona (foi derrotado nos quatro El Classico, sofrendo uma ultrajante média de quatro gols contra por partida).  

Mas, ter suposto que se reabilitaria assumindo uma missão impossível depõe contra a sensatez que até agora lhe atribuíamos. Ou será que a única outra opção que lhe ofereceram foi o exílio na Arábia?!

Vai dar com os burros n'água, pois tudo está contra ele, começando pelo caos instalado na Casa Bandida do Futebol, que jamais lhe dará a retaguarda necessária. 

E terminando por termos formado ultimamente uma geração de jogadores mal resolvidos, que prometem muito e entregam pouco, com carências gritantes em várias posições da defesa e do meio de campo.

Com o revolucionário Jorge Jesus talvez acontecesse o milagre esperado por Ednaldo, mas ele ter preferido o convencional Ancelotti só reforça a impressão de que, tanto quanto Bolsonaro, está além de qualquer possibilidade de salvação. 

Meus votos são no sentido de que os três primeiros colham o que plantaram e fizeram amplamente por merecer, E que Ancelotti calce as sandálias da humildade e evite passar vexames desnecessários associando-se aos parasitas do futebol no apagar das luzes de uma carreira íntegra. (por Celso Lungaretti)

quarta-feira, 30 de abril de 2025

A MÚSICA DO DIA É PARA A CBF. O LEITOR ESCOLHE: "QUEM EU QUERO NÃO ME QUER" OU "SHAME AND SCANDAL IN THE FAMILY"

O blog inova, dando agora aos leitores a oportunidade de decidirem, nos comentários que enviarem, qual será a música do dia

As duas opções que selecionamos  são as que melhor se adequam ao ridículo extremo no qual ora incorre a Confederação Brasileira de Futebol, como consequência da péssima e contestada gestão presidencial de Ednaldo Rodrigues (foi destituído no final de 2023 mas uma liminar do ministro do Supremo Gilmar Mendes o recolocou temporariamente no cargo). 

Shame and scandal in the family, interpretada por Shaw Eliot, dá uma boa ideia da casa da mãe Joana que a CBF é atualmente, acossada por um rosário de acusações de roubalheira, afora as evidências de uma descomunal incompetência administrativa.

Quem eu quero não me quer, na voz do Waldick Soriano, parece até haver sido criada especialmente para retratar o amor não correspondido de Rodrigues por Carlo Ancelotti. O cartola quer porque quer  ter o treinador italiano como técnico da Seleção Brasileira, mas acaba de receber, pela segunda vez, um sonoro não!

Ancelotti, que coleciona troféus mas está longe de fazer seus times jogarem um futebol deslumbrante, tem toda pinta de haver astuciosamente deixado a CBF elucubrar sobre seu pretenso interesse em dirigir o escrete, tomando apenas o cuidado de jamais anuir explicitamente,  

Se bobos se propunham a manter o nome dele em permanente destaque no noticiário, por que não ficar lhes dando corda?
 O pior de tudo é que os ditos cujos já deveriam ter aprendido a lição da primeira vez, mas fizeram questão de passar vergonha de novo.

A CBF ainda tentou diminuir  a repercussão da segunda recusa de Ancelotti, lançando uma patética discussão sobre a possibilidade de a seleção canarinho virar seleção pimentinha, com camisa vermelha. 

Alguns comentaristas esportivos engoliram a isca, ou fingiram tê-la engolido.  Mas, houve também quem não se deixasse iludir. 

Nem todos são ingênuos como o Ednaldo Rodrigues, um típico malandro otário... (por Celso Lungaretti) 

sábado, 6 de janeiro de 2024

A SELEÇÃO BRASILEIRA NÃO FICARÁ FORA DAS COMPETIÇÕES DA FIFA E O DINIZ JÁ ERA

O esgoto está em polvorosa, com os ratos que o habitam disputando o poder a dentadas. 

Mas, como esses repulsivos roedores  não se suicidam, podemos ter a certeza de que o futebol brasileiro permanecerá incluído em todas as competições da Fifa.

Ao repor na presidência da CBF o ratão dela afastado pela justiça comum, o ministro Gilmar Mendes, do STF, abriu caminho para a solução do problema. 

Os interventores da Fifa que virão botar ordem na casa depois de amanhã (2ª feira, 8) já não vão ter justificativa nenhuma para aplicarem uma punição rigorosa às nossas seleções.

A entidade máxima do futebol mundial não admite que os Judiciários locais intervenham nas decisões esportivas? Mas, a intromissão da Justiça do RJ não existe mais, evaporou como a sentença suíça contra o técnico Cuca. 

Depois desta semana não sobrou nada nem para jogar no lixo, o que, aliás, era mesmo o que tinha de ser feito:
— o futebol viraria um hospício se os togados de cada estado (e por que não os de cada município?) se pusessem a impor suas decisões à confederação nacional;
— a justiça voltaria ao tempo do direito divino dos reis se réus pudessem ser condenados sem a presença de um defensor (em último caso, os helvéticos deveriam ao menos ter indicado um advogado de ofício para o Cuca, mas deixaram uma porta aberta para a impugnação da sentença, talvez porque não pretendessem mesmo tê-lo preso, tanto que poderiam pedir sua extradição quando ele jogava em 1990 no Valladolid, contudo não mexeram uma palha).   

Ninguém precisa ser um adivinho para deduzir que a Fifa se dará por satisfeita com o fato de que o rato deposto já foi reposto e a certeza de que as facções litigantes agora resolverão o problema de outra maneira, dentro da esfera esportiva, provavelmente com a convocação de uma assembleia geral da CBF.

Quanto ao técnico, também já existe uma certeza: Fernando Diniz está fora. Mostrou-se juvenil ao insistir no seu sistema inflexível tanto nas eliminatórias para o Mundial de seleções quanto na única vez em que o Fluminense teve a chance de conquistar o Mundial de clubes. Tchau e bença.

Já o Dorival Jr., uma vez confirmado como técnico pelo presidente interino (está na cara que logo será deposto de novo, só que da próxima vez isto vai ser feito da maneira que a Fifa aceita), quem quer que o substitua como o novo rato de esgoto mor, não ousará tumultuar ainda mais o ambiente descartando-o.
Se o Dorival Jr. quer mesmo acrescentar ao seu currículo uma passagem pelo comando do selecionado brasileiro, é agora ou nunca. 
Aos 61 anos, não terá outra chance. 

E, como vai negociar em posição de força, pode exigir uma sólida garantia de que permanecerá no cargo até o fim do Mundial de 2026, bem como plenos poderes para manter os roedores afastados do vestiário, dando a última palavra sobre todas as decisões futebolísticas relativas ao escrete.

Um bônus para os torcedores brasileiros seria a certeza de ver a seleção finalmente livre do parasita Neymar, que, com uma pirraça pueril, fez com que Dorival Jr. fosse demitido do Santos em 2010, quando desenvolvia ótimo trabalho. 

Portanto, ele sabe muito bem quão nefasta é a influência do eterno menino mimado sobre qualquer elenco de adultos. (por Celso Lungaretti) 

sábado, 23 de dezembro de 2023

CADÊ O FERNANDO DINIZ QUE ESTAVA AQUI? O PEP GUARDIOLA COMEU.

Se já era duvidoso que o vitorioso Carlo Ancelotti fosse mesmo trocar o profissionalismo do Real Madrid pela zorra total da CBF, agora há mais um forte motivo para ele não cometer tal loucura. 

É que o presidente da Casa Bandida do Futebol ao qual ele teria feito tal promessa foi afastado e um interino assumirá em janeiro para convocar nova eleição.

Ou seja, a seleção faz péssima campanha na eliminatória e continuará ao Deus dará até que haja um desfecho para a luta interna. 

Ou mesmo depois, já que o novo eleito será farinha do mesmo saco: quem decide tal eleição são os presidentes das 27 federações estaduais, cujos votos têm peso maior até que o dos dirigentes de grandes clubes da série A.  

Exemplificando. A Federação Roraimense de Futebol conta com uma única equipe disputando o Brasileirão, e ainda assim na série D. Trata-se do São Raimundo EC, cujo estádio tem capacidade para 4.556 gatos pingados. No entanto, o seu cartola é mais decisivo no colégio eleitoral da CBF do que o presidente da nação rubro-negra, com quase 47 milhões de torcedores espalhados pelo Brasil.

Como o Brasil só vai retomar as disputas pelas eliminatórias em setembro, pode até dar-se ao luxo de ser goleado nos amistosos contra a Espanha, a Inglaterra e o México, bem como nas partidas da Copa América. 

Mas, depois de não ver a cor da bola como visitante contra o Uruguai (2x0) e a Colômbia (2x1), além de decepcionar em casa contra uma Argentina pouco inspirada (0x1) e atolar-se no Pantanal contra a Venezuela (1x1), já dava para perceber que com Fernando Diniz não vai a lugar nenhum.

E isto ficou escancarado nas ridículas exibições do Fluminense no Mundial de Clubes, a competição mais importante já disputada pelo tricolor carioca. 

Venceu o Al Ahly por 2x0, mas os egípcios desperdiçaram um rosário de chances de gol, enquanto os dinizistas só embalaram depois de beneficiados por um pênalti mandrake aos 26' da etapa complementar. 

Já contra um Manchester City desfalcado de seu melhor jogador e do seu artilheiro mais mortal, o Fluminense, por caridade do Pep Guardiola, levou um chocolate de apenas 4x0. Se o melhor time do planeta forçasse o jogo, o placar chegaria facilmente ao dobro.

Mas Fernando Diniz é teimoso qual uma mula, como ficou demonstrado nas coletivas que deu após a vitória inconvincente e a derrota acachapante:
— valoriza mesmo é uns 15 minutos nos quais o Flu manteve mais posse (inócua) de bola do que o City, depois de já estar perdendo por 1x0;
— considera um ato de coragem ter tentado jogar de igual para igual contra um time imensamente superior, enquanto o adversário é que ia criando as melhores oportunidades de gol;
— fez questão de deixar sua torcida à beira de um ataque de nervos na final, com a insistência em trocar bolas na própria área, correndo grandes riscos sem proveito nenhum; e 
— não dá a mão à palmatória quanto ao aproveitamento de veteranos (tanto que o Flu acaba de contratar o Renato Augusto, um cracaço de outrora que, infelizmente, hoje passa mais tempo curando contusões do que atuando), embora tanto Al Ahly quanto Manchester City tenham acuado o tricolor em termos de imposição física. Afora o fato de que o trintão Marcelo, cometendo um erro digno de juvenil, tenha enterrado seu time com meio minuto de partida.

Em meio à confusão e à lama na qual está chafurdando a CBF, Diniz poderá até ir permanecendo no comando da seleção por forma da inércia. Seria um flerte com o abismo. O Brasil disputou todas as 22 Copas do Mundo, mas o Diniz é o técnico ideal para deixá-lo fora da próxima  
(por Celso Lungaretti) 
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