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segunda-feira, 18 de maio de 2026

TÉCNICO DECADENTE CONVOCA JOGADOR DECADENTE? É O QUE HOJE SABEREMOS.

A lembrança mais forte que tenho de Neymar na seleção brasileira é a da desclassificação diante da Croácia no Mundial de 2022: ganhávamos por 1x0 na finzinho da prorrogação, mas aí os croatas contra-atacaram e Neymar não deu um passo para ir ajudar os defensores. 

Ficou resmungando no ataque, com as mãos na cintura; o gol adversário se consumou e perdemos nos pênaltis.

Afora estar visivelmente acabado para o futebol e ter canela de vidro, Neymar se comporta como um reizinho, embora só tenha conquistado com a camiseta do escrete uma mísera Copa das Confederações

É pouco e o desperdício de uma vaga para ele no banco de reservas poderá custar-nos caro.  

Hoje o decadente Carlo Ancelotti mostrará se está lá para fazer o que é certo ou não tem personalidade para resistir a pressões descabidas. 

Não espero muito dele, pois os melhores selecionados já aprenderam a furar retrancas e a recompor  suas defesas ao perderem a bola. O Carletto já era. (por Celso Lungaretti)

quinta-feira, 14 de maio de 2026

COPA DO MUNDO: NEGÓCIOS EM ALTA E O JORNALISMO NO RALO. QUE FIM DE FEIRA!

A grande mídia escrita, televisada e radiofônica, que acaba definindo também a pauta das redes sociais, decai vez mais no Brasil. E seus serviçais jornalísticos, idem.

Neste 13 de maio, os escravos da indústria cultural não se libertaram da incumbência de fazerem calhau passar por ouro: deram grande destaque à divulgação dos 55 nomes que poderão ser utilizados por Carlo Ancelotti no Mundial e à presença de Neymar na relação. 

Cinquenta e cinco jogadores! Está na cara que o decadente técnico italiano já tem no bolso do colete aqueles que constarão da lista definitiva de 26 atletas. Contusões à parte, os 29 restantes, principalmente  o ex-futebolista Neymar, foi convocado só para fazer média com clubes, torcidas, emissoras, publicitários, anunciantes, etc.

Criar o clima de Copa do Mundo é importante para todos os negócios que giram em torno da competição. Mas nós deveríamos manter o recato, não nos comportando amoralmente como negociantes!

Repugnam-me profundamente os comunicadores que puxam o saco dos patrões, manipulando seus públicos para que os Cidadãos Kane brasileiros faturem 
uma grana preta.

E o que dizer dos meus colegas de profissão (argh!) que continuam fazendo de conta que as fraudes do Banco Master foram significativas, como se já não tivessem passado despercebidos escândalos muito piores?! 

Neste caso, o que estamos vendo não é nada além das primeiras escaramuças da corrida eleitoral. Quanta lama escorrerá do esgoto até outubro,  com a cumplicidade de jornalistas  coniventes! (por Celso Lungaretti)

sexta-feira, 6 de junho de 2025

SIR (L)ANCELOTTI AFUNDARÁ NO LAGO. SÓ UM MILAGRE DO JESUS SERIA CAPAZ DE RESSUSCITAR ESSA SELEÇÃO MORTA!


O presidente expelido da Central Bananeira de Fiascos, que de rei Arthur  não tem nada, quis porque quis delegar a sir (L)Ancelotti  a missão de restaurar a dignidade do futebol brasileiro. 

Errou redondamente e atrelou o sucessor ao seu erro. A única opção real que Ednaldo Rodrigues tinha para ressuscitar a Seleção Lázaro era, como até a Bíblia ensina,  (Jorge) Jesus

O simpático Carleto, coitado, veio para cá porque as sucessivas surras impiedosas que levou do Barcelona na última temporada o expulsaram de lá...

Agora, só nos resta esperar que os mortos enterrem seus Neymares e torcer para termos os atletas  e o técnico certos em 2030, pois 2026 já era. Talvez não cheguemos nem mesmo às quartas de final, como tem sido o nosso limite ultimamente.

Isto ficou bem claro na partida contra o Equador, em que fomos dominados durante os 90 minutos e não criamos sequer uma chance aguda de gol. O 0x0 foi castigo para os adversários e um prêmio imerecido para nós, que atuamos como time pequeno jogando contra um grande. 
Vini na seleção: sempre
devagar, quase parando,

Ataque? Só tínhamos o de riso quando nossos representantes apanhavam da bola:
rir pra não chorar.

Ver, no mesmo dia, Lamine Yamal fazendo gato e sapato dos defensores franceses e Vinícius Jr. ciscando pra cá e pra lá sem produzir nada de concreto diante dos equatorianos foi um banho de água fria. 

Pensávamos que tínhamos uma nova geração promissora. Agora dá para perceber que nossa melhor arma para a próxima Copa será o Raphinha, seguido  (um pouco abaixo) pelo Rodrygo, enquanto o Vini, o Hendrick, o Estevão e o Vitor Roque dificilmente estarão prontos para a pedreira de um Mundial.

E continuará faltando o craque do time, aquele que conecta a defesa ao ataque, dita o ritmo e coloca os companheiros desmarcados na frente do goleiro várias vezes durante uma partida. 

Aquilo que Messi ainda faz e o Neymar só conseguiu fazer até tomar a desastrosa decisão de ir para o PSG.  (por Celso Lungaretti)

terça-feira, 13 de maio de 2025

QUATRO PERDIDOS NUMA NOITE SUJA E OS SEUS FRACASSOS ANUNCIADOS: EDNALDO, BOLSONARO, MOTTA E ANCELOTTI.

E
les estão atolados e, para tentarem escapar, fizeram apostas que só os afundam ainda mais no pântano.


Ednaldo Rodrigues, ainda presidente da CBF porque o ministro do Supremo Gilmar Mendes o segura pela ponta dos dedos, não consegue nem livrar-se das evidências de corrupção nem mostrar a mais remota competência para o cargo. 

Botou na cabeça que só a conquista do Mundial de 2026 poderá salvá-lo, mas acaba de dar o definitivo tiro no pé ao insistir na escolha de um técnico que não vai dar certo de jeito nenhum.

Jair Bolsonaro tem contra si a maior quantidade de provas e depoimentos irrefutáveis incriminando um ex-presidente da República em todos os tempos. É uma prisão esperando acontecer e tentou virar o jogo com uma tramoia gritantemente inconstitucional, na esperança de, forçando a barra, pegar carona numa imunidade parlamentar que não se destinava aos sem-mandatos como ele. 

Não se deu conta de que só fascistas alucinados arriscariam uma situação favorável para eles, embarcando num confronto de Poderes que poderia arruiná-los. 

Lembrou o integralista Plínio Salgado, um ultradireitista que desfrutava de uma situação confortável na ditadura do também direitista (só que menos extremado) Getúlio Vargas, mas quis alcançar o poder maior virando a mesa e acabou ficando sem nada, primeiramente preso e depois exilado por seis anos em Portugal.

Da mesma forma, o fracasso do seu cavalo de Troia fez Bolsonaro ser percebido pelo seu próprio nicho como um personagem altamente tóxico, que invariavelmente atrai desgraças para seus cúmplices e seguidores. 

Michel Temer, político hábil, notou de imediato que Jair se fragilizara ainda mais e correu a articular uma frente de direita sem loucuras nem Bolsonaro (pensando bem, incidi aqui numa redundância, mas estou com preguiça de corrigir...).

Hugo Motta
quis dar uma demonstração de força como novo presidente da Câmara Federal, mas viajou na maionese ao apoiar manobra tão destrambelhada quanto a de favorecer aquela votação delirante cujo verdadeiro objetivo último era cacifá-lo.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre já ocupara o espaço de parceirinho das jogadas do Lula,  então Motta supôs que se fortaleceria ameaçando ressuscitar o anti-Lula. Errou bisonhamente, debilitou a própria posição e ajudou Bolsonaro a desmoralizar-se ainda mais, se é que isto seja possível.

Finalmente, Carlo Ancelotti, ao aceitar o abraço de afogados com Ednaldo Rodrigues, fez péssimo negócio, mesmo se considerarmos que talvez não lhe houvesse sobrado grande coisa, após passar uma desastrosa temporada em branco no Real Madrid e de ter sido feito de gato e sapato pelo técnico Hansi Flick do Barcelona (foi derrotado nos quatro El Classico, sofrendo uma ultrajante média de quatro gols contra por partida).  

Mas, ter suposto que se reabilitaria assumindo uma missão impossível depõe contra a sensatez que até agora lhe atribuíamos. Ou será que a única outra opção que lhe ofereceram foi o exílio na Arábia?!

Vai dar com os burros n'água, pois tudo está contra ele, começando pelo caos instalado na Casa Bandida do Futebol, que jamais lhe dará a retaguarda necessária. 

E terminando por termos formado ultimamente uma geração de jogadores mal resolvidos, que prometem muito e entregam pouco, com carências gritantes em várias posições da defesa e do meio de campo.

Com o revolucionário Jorge Jesus talvez acontecesse o milagre esperado por Ednaldo, mas ele ter preferido o convencional Ancelotti só reforça a impressão de que, tanto quanto Bolsonaro, está além de qualquer possibilidade de salvação. 

Meus votos são no sentido de que os três primeiros colham o que plantaram e fizeram amplamente por merecer, E que Ancelotti calce as sandálias da humildade e evite passar vexames desnecessários associando-se aos parasitas do futebol no apagar das luzes de uma carreira íntegra. (por Celso Lungaretti)
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