Mostrando postagens com marcador Sílvio Tendler. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sílvio Tendler. Mostrar todas as postagens

sábado, 30 de março de 2019

20 FILMES PARA O PRESIDENTE ESCOLHER NA PRÓXIMA MANHÃ DE DIA ÚTIL EM QUE ELE RESOLVER FALTAR AO TRABALHO

encontro com a ditadura – 9
Ação entre amigos (direção de Beto Brant, lançado em 1998)


Os advogados contra a ditadura: por
uma questão de justiça (d. Sílvio Tendler, 2016)


O ano em que meus pais saíram de férias (d. Cao Hamburger, 2006)

Araguaya  – a conspiração do silêncio (d. Ronaldo Duque, 2004)

Batismo de sangue (d. Helvecio Ratton, 2006)

O bom burguês (d. Oswaldo Caldeira, 1979)

Cidadão Boilesen (d. Chaim Litewski, 2009) 


O desafio (d. Paulo César, Saraceni, 1966)

O dia que durou 21 anos (d. Camilo Tavares, 2012)

Os dias com ele (d. Maria Clara Escobar, 2012)

Jango (d. Sílvio Tendler, 1984)

Lamarca (d. Sérgio Rezende, 1994)

Marighella (d. Isa Grinspum Ferraz, 2012)

Nunca fomos tão felizes (d. Murilo Salles, 1984)

Pra frente, Brasil (d. Roberto Farias, 1982)

O que é isso, companheiro? (d. Bruno Barreto, 1997)

O rei do Rio (d. Fábio Barreto, 1985)

Terra em transe (d. Glauber Rocha, 1997)

Vlado – 30 anos depois (d. João Batista de Andrade, 2005)

Zuzu Angel (d. Sérgio Rezende, 2006)

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

20 FILMES RELACIONADOS À DITADURA DE 1964, PARA AGUÇAR NOSSO ESPÍRITO DE LUTA NESTA SEMANA DECISIVA

Ação entre amigos (direção de Beto Brant, lançado em 1998)


Os advogados contra a ditadura: por
uma questão de justiça (d. Sílvio Tendler, 2016)


O ano em que meus pais saíram de férias (d. Cao Hamburger, 2006)

Araguaya  – a conspiração do silêncio (d. Ronaldo Duque, 2004)

Batismo de sangue (d. Helvecio Ratton, 2006)

O bom burguês (d. Oswaldo Caldeira, 1979)

Cidadão Boilesen (d. Chaim Litewski, 2009) 


O desafio (d. Paulo César, Saraceni, 1966)

O dia que durou 21 anos (d. Camilo Tavares, 2012)

Os dias com ele (d. Maria Clara Escobar, 2012)

Jango (d. Sílvio Tendler, 1984)

Lamarca (d. Sérgio Rezende, 1994)

Marighella (d. Isa Grinspum Ferraz, 2012)

Nunca fomos tão felizes (d. Murilo Salles, 1984)

Pra frente, Brasil (d. Roberto Farias, 1982)

O que é isso, companheiro? (d. Bruno Barreto, 1997)

O rei do Rio (d. Fábio Barreto, 1985)

Terra em transe (d. Glauber Rocha, 1997)

Vlado – 30 anos depois (d. João Batista de Andrade, 2005)

Zuzu Angel (d. Sérgio Rezende, 2006)

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

QUER SABER COMO OS BANCOS E GRANDES CORPORAÇÕES DOMINAM O MUNDO? SÍLVIO TENDLER EXPLICA.

Por sugestão do companheiro Maurice Politi, também veterano da resistência à ditadura militar, disponibilizo abaixo Dedo na Ferida, o último longa do melhor documentarista brasileiro, Sílvio Tendler (Os Anos JK, Jango, Utopia e Barbárie, Glauber Rocha O Filme, Labirinto do Brasil).

Realizado em 2017, recebeu o prêmio do júri popular do Festival do Rio daquele ano, mas só estreou no semestre passado. 

Segundo o crítico Daniel Schenker, d'O Globo, "aborda a concentração de poder econômico nas mãos de muito poucos, o lucro crescente dos bancos, num contexto em que a desigualdade social aumenta cada vez mais".

Já Sérgio Alpendre, da Folha de S. Paulo, destacou o empenho de Tendler no sentido de "identificar de que modo o dinheiro passou a ser a primeira religião, e de que modo as grandes corporações, sobretudo os bancos, dominam o mundo e relegam populações ao empobrecimento ou à miséria". 

Os entrevistados vão desde o cineasta Costa-Gavras, o geógrafo marxista britânico David Harvey e nossos ex-ministros Celso Amorim e Yanis Varoufakis, até um trabalhador que leva vida extremamente sacrificada no RJ e moradores de rua, passando pelo economista Ladislau Dowbor, que hoje poucos sabem ter sido comandante nacional da VPR em 1969/70. 

sábado, 6 de maio de 2017

MARIGHELLA: O GUERRILHEIRO QUE INCENDIOU O MUNDO NÃO INCENDIARÁ TÃO CEDO AS TELAS BRASILEIRAS...

Mostrando marcas de torturas
O ator Wagner Moura tem se queixado de boicote dos possíveis financiadores privados e estatais ao seu projeto de estrear como diretor transpondo para as telas a biografia escrita por Mário Magalhães, Marighella - o guerrilheiro que incendiou o mundo

Há alguns meses ele ainda acalentava a esperança de que a estréia viesse a ocorrer em abril ou maio do corrente ano. Negativo. Um site especializado em cinema aponta a data de 20 de setembro de 2018!

Triste Brasil, oh tão dessemelhante! Já se passaram 47 anos desde que o mataram a traição e Marighella ainda é tabu nestes tristes trópicos, a ponto de até presidente da República presumivelmente esquerdista recear inscrever seu nome no Livro dos Heróis da Pátria

[Pelo menos, tal pusilanimidade poupou-o de ficar ao lado do Duque de Caxias e de Getúlio Vargas, personagens históricos que, evidentemente, não lhe seriam simpáticos...]

Foi, aliás, barbaramente torturado durante a ditadura do segundo (afora o pau-de-arara, espancamentos e choques elétricos de praxe, queimaram seus pés com maçarico, enfiaram-lhe estiletes sob as unhas e arrancaram seus dentes), algo que uma esquerda oportunista preferiu esquecer depois que Vargas morreu como mártir nacionalista; e assassinado pelos tocaieiros da ditadura dos generais no final de 1969. 

Sem demérito para o igualmente imprescindível comandante Carlos Lamarca, mas levando em conta haver tido uma trajetória bem mais longa, travando incansavelmente o bom combate, Carlos Marighella deve ser reconhecido como o maior revolucionário brasileiro do século passado.  
Ingressou no PCB em 1934 e, até 1945, foi alternando períodos de clandestinidade, de prisão e de torturas. 

Eleito deputado federal constituinte quando da redemocratização,  teve o mandato cassado e se tornou novamente clandestino em 1948, já então como dirigente do partido. Depois, nos '60, liderou a guinada da esquerda mais combativa para a luta armada, estruturando uma das principais organizações guerrilheiras do período, a ALN - Ação Libertadora Nacional.

Enquanto o filme do Wagner Moura não chega, os leitores do blogue podem assistir, na janelinha abaixo, à íntegra do documentário Marighella (2012), com 96 minutos, de autoria da sobrinha do grande revolucionário baiano (o qual está também disponível para download nestes torrents).

Segundo o crítico Francisco Russo, o aspecto familiar é muito destacado na obra:
Este documentário está na janelinha abaixo 
"Dirigido pela socióloga Isa Grinspum Ferraz, o documentário é ao mesmo tempo uma pesquisa sobre a vida de Carlos Marighella e também um filme pessoal. Afinal de contas, Isa é sobrinha do personagem principal da história, muitas vezes chamado de 'tio Carlos' no próprio filme. Esta dualidade entre o aspecto familiar e o histórico pontua todo o documentário...
O forte do documentário é o material de pesquisa obtido. Seja através dos discursos de Marighella, que refletem a força de suas palavras mesclada ao engajamento por ele proposto, até a bela e surpreendente apresentação da prosa em versos. 
As imagens históricas e os depoimentos registrados também ajudam a contar a história de como Marighella se interessou por política e acabou se tornando o inimigo número um da ditadura militar..."
Há dois outros documentários sobre o saudoso companheiro Menezes, com duração menor: Marighella: o retrato falado do guerrilheiro (2010, 56 min.), de Sílvio Tendler, que pode ser visto aqui; e, mais difícil de encontrarmos, É preciso não ter medo - relatos de Carlo Marighella (32 min.), dirigido por Silvia Melo e Tayra Vasconcelos.

Finalmente, o livro Marighella - o guerrilheiro que incendiou o mundo pode ser baixado gratuitamente aqui.

sábado, 4 de abril de 2015

MARIGHELLA, HEROI DA RESISTÊNCIA A DUAS DITADURAS (PARA VER E BAIXAR)

Mostrando as marcas das torturas
Barbaramente torturado pela ditadura de Getúlio Vargas (afora o pau-de-arara, espancamentos e choques elétricos de praxe, queimaram seus pés com maçarico, enfiaram-lhe estiletes sob as unhas e arrancaram seus dentes) e assassinado pelos tocaieiros da ditadura dos generais, Carlos Marighella foi o maior revolucionário brasileiro do século passado, tendo se destacado como dirigente do PCB desde os anos 30 e depois, nos '60, liderado a guinada para a luta armada e estruturado uma das principais organizações guerrilheiras do período, a ALN. 

É chocante a miopia dos produtores e cineastas brasileiros, que até agora não haviam aproveitado sua riquíssima trajetória num filme de dramatização histórica. 

Só quando a ótima biografia do Mário Magalhães se tornou best seller eles acordaram: vem aí o longa-metragem que marcará a estréia de Wagner Moura na direção e é baseado exatamente em Marighella - o guerrilheiro que incendiou o mundo

Como aperitivo, os leitores do blogue podem assistir, na janelinha abaixo, à íntegra do documentário Marighella (2012), com 96 minutos, de autoria da sobrinha do grande revolucionário baiano (que está também disponibilizado para download aqui).

Segundo o crítico Francisco Russo, este aspecto é muito destacado na obra:
"Dirigido pela socióloga Isa Grinspum Ferraz, o documentário é ao mesmo tempo uma pesquisa sobre a vida de Carlos Marighella e também um filme pessoal. Afinal de contas, Isa é sobrinha do personagem principal da história, muitas vezes chamado de 'tio Carlos' no próprio filme. Esta dualidade entre o aspecto familiar e o histórico pontua todo o documentário...
O forte do documentário é o material de pesquisa obtido. Seja através dos discursos de Marighella, que refletem a força de suas palavras mesclada ao engajamento por ele proposto, até a bela e surpreendente apresentação da prosa em versos. As imagens históricas e os depoimentos registrados também ajudam a contar a história de como Marighella se interessou por política e acabou se tornando o inimigo número um da ditadura militar..."
Há dois outros documentários sobre o saudoso companheiro Menezes, com duração menor: Marighella: o retrato falado do guerrilheiro (2010, 56 min.), de Sílvio Tendler, que pode ser visto aqui; e É preciso não ter medo - relatos de Carlo Marighella (32 min.), dirigido por Silvia Melo e Tayra Vasconcelos.

Finalmente, quem sabe lidar com torrents pode baixar o livro Marighella - o guerrilheiro que incendiou o mundo clicando aqui ou aqui.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

MARIGHELLA, HERÓI DA LUTA CONTRA DUAS DITADURAS (PARA VER E BAIXAR)

Mostrando as marcas das torturas
Barbaramente torturado pela ditadura de Getúlio Vargas (afora o pau-de-arara, espancamentos e choques elétricos de praxe, queimaram seus pés com maçarico, enfiaram-lhe estiletes sob as unhas e arrancaram seus dentes) e assassinado pelos tocaieiros da ditadura dos generais, Carlos Marighella foi o maior revolucionário brasileiro do século passado, tendo se destacado como dirigente do PCB desde os anos 30 e depois, nos '60, liderado a guinada para a luta armada e estruturado uma das principais organizações guerrilheiras do período, a ALN. 

É chocante a miopia dos produtores e cineastas brasileiros, que até agora não haviam aproveitado sua riquíssima trajetória num filme de dramatização histórica. 

Só quando a ótima biografia do Mário Magalhães se tornou best seller eles acordaram: vem aí o longa-metragem que marcará a estréia de Wagner Moura na direção e é baseado exatamente em Marighella - o guerrilheiro que incendiou o mundo

Como aperitivo, os leitores do blogue podem assistir, na janelinha abaixo, à íntegra do documentário Marighella (2012), com 96 minutos, de autoria da sobrinha do grande revolucionário baiano (que está também disponibilizado para download aqui).

Segundo o crítico Francisco Russo, este aspecto é muito destacado na obra:
"Dirigido pela socióloga Isa Grinspum Ferraz, o documentário é ao mesmo tempo uma pesquisa sobre a vida de Carlos Marighella e também um filme pessoal. Afinal de contas, Isa é sobrinha do personagem principal da história, muitas vezes chamado de 'tio Carlos' no próprio filme. Esta dualidade entre o aspecto familiar e o histórico pontua todo o documentário...
O forte do documentário é o material de pesquisa obtido. Seja através dos discursos de Marighella, que refletem a força de suas palavras mesclada ao engajamento por ele proposto, até a bela e surpreendente apresentação da prosa em versos. As imagens históricas e os depoimentos registrados também ajudam a contar a história de como Marighella se interessou por política e acabou se tornando o inimigo número um da ditadura militar..."
Há dois outros documentários sobre o saudoso companheiro Menezes, com duração menor: Marighella: o retrato falado do guerrilheiro (2010, 56 min.), de Sílvio Tendler, que pode ser visto aqui; e É preciso não ter medo - relatos de Carlo Marighella (32 min.), dirigido por Silvia Melo e Tayra Vasconcelos.

Finalmente, quem sabe lidar com torrents pode baixar o livro Marighella - o guerrilheiro que incendiou o mundo clicando aqui ou aqui.

Related Posts with Thumbnails