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| Foto de um desavisado que elegeu o Marco Pollon |
Sempre constatei que os ditos sujos (ôps, quero dizer cujos), salvo raríssimas exceções, são os incorrigíveis praticantes de uma politicalha sórdida.
E que a democracia burguesa não passa de um jogo de cartas marcadas, que no curto, médio ou longo prazo, acaba sempre favorecendo o capital.
É exatamente isto que depreendemos de uma notícia publicada há alguns dias pelo Estadão.
De tão acostumado à impunidade do seu clã, o senador Flávio Bolsonaro se descuidou e cometeu sincericídio: anotações sobre a situação nos Estados, por ele esquecidas após uma reunião na sede do Partido Liberal, foram encaminhadas por algum muy amigo ao jornalão.
| Tomara que esta foto do Pollon vire presságio |
A desculpa do Flávio Bolsonaro foi uma das mais esfarrapadas de que já tomei conhecimento: ele teria feito a anotação para não esquecer de avisar o deputado que essa falsa (!) acusação sobre ele estava circulando por aí.
Quem acreditar nessa patranha compra até terreno na lua.
E, já que estamos falando de um rebento da Famiglia Bolsonarone, ele nem deveria poder participar da eleição presidencial depois de trombetear que, uma vez eleito, livrará a cara do homicida culposo chamado Jair e do traidor da pátria chamado Eduardo. Confessou a intenção de delinquir... (por Celso Lungaretti)
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