Dias Toffoli é o alvo da vez. Não passa de um mosquito, uma insignificância.
Deve ser expelido do Supremo e, em seguida, ver o sol nascer quadrado? Sim, sem dúvida.
Mas, justifica-se tanto alarde por tão pouco? Não, nem a pau, Juvenal.
Além de a exaustiva campanha jornalística ser uma óbvia maneira de reduzirem a credibilidade do Supremo, justamente no momento em que ele mantém preso o pior homicida culposo da história do Brasil.
Em se tratando destes quatro eu sou sincero: o resultado da soma de qualquer um com qualquer outro é número negativo. Bem negativo,
E não passa de uma lavagem cerebral a insistência em darem desde já tamanho destaque à corrida eleitoral?! Trata-se da mais flagrante forçação de barra, para fazer os leitores engolirem isca, anzol e linha.
Antigamente o noticiário sobre a eleição só aumentava depois das férias escolares de julho, e já era uma amolação sem tamanho. Agora dura mais de 10 meses. Haja saco!
Encerro com o Raul Seixas: Todo o jornal que eu leio me diz que a gente já era, que já não é mais primavera, Oh, baby, a gente ainda nem começou.
De algo tenho certeza absoluta: todo jornal que eu leio tenta me iludir. (por Celso Lungaretti)
Um comentário:
A invenção de Gutemberg foi disruptiva. Veio dar fim ao latinório dos finórios vendedores de indulgências, aka green card do paraíso.
E o conhecimento começou a chegar a quem nunca dantes.
Ocorre que a mentira tem pernas curtas, mas larga sempre na frente.
E os sacerdotes passaram a usar "a palavra" na circularidade característica das falácias.
Políticos idem.
Assim a palavra escrita monopolizou durante séculos e serviu ao progresso de toda a humanidade.
Então veio o hipertexto, aqueles links nos textos que remetem a outros textos, seguiu-se a inteligência artificial que elabora, corrige e formata textos.
Minha filha responde emails assessorada por uma IA e eu faço uma news letters diária para saber as notícias relevantes do dia e ela comenta, conecta e explica os fatos.
O que continua é o Valor Verdade que é volição humana, daquele que sabe de si e confronta este saber com a realidade, para entender se não é invencionice o "si" que ele acha que é.
***
A estratégia da polícia é clara: predador-presa.
Trata-se de aproximar-se da presa o suficiente para que ela não tenha como escapulir.
Foi usada na lava-jato.
Está sendo usada agora.
Se a estratégia for essa, o alvo não é quem parece que é.
Avante!
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