Aquilo pelo que um dia lutamos. Aquilo em nome do
qual companheiros estimados morreram e sofreram.
(Arema Conta Tiradentes)
O Lula acaba de dar detalhes sobre a próxima vassalagem que prestará ao Trump, ainda sem data marcada.
Ele vai aos EUA para negociações e, no momento em que estadunidenses realizam operações militares na América Latina pretextando o combate ao narcotráfico, Lula dirá que assim seja, meu amo. Se não, vejamos:
Nessa conversa, quero aprofundar o combate ao narcotráfico, ao tráfico de armas, à lavagem de dinheiro. Qualquer coisa que puder colocar os magnatas da corrupção na cadeia, estamos dispostos a trabalhar.
E quanto à pirataria internacional ora praticada pelos Estados Unidos, que tiveram a desfaçatez de vir aprisionar o presidente de um país latino-americano vizinho ao nosso? A isto ele responde só com conversa pra boi dormir: Queremos uma relação respeitosa na América Latina, porque nós definimos que a nossa zona é de paz.
Se o governo americano estiver disposto a combater o crime organizado, nós estaremos na linha de frente, baliu Lula.
E dá-lhe mais conversa para boi dormir: Agora os EUA estão ameaçando o Irã. É preciso colocar um paradeiro nisso. O mundo está precisando de paz.
Como nos contos da carochinha, faltou o Lula apontar quem vai colocar o guizo no pescoço do gato. De algo temos certeza: não será o Brasil. (por Celso Lungaretti)
8 comentários:
Só a imagem do Lula apertando a mão do Trump já é absolutamente patética, sem contar as atitudes igualmente patéticas que o governo brasileiro insiste em tomar, ao invés de defender os direitos que deveriam ser mais que sagrados a população brasileira. Só que com um presidente medíocre no poder no Brasil e outros profissionais políticos brasileiros igualmente medíocres, totalmente desinteressados, como é de pura tradição, nos fazendo andar cada vez mais para trás, em pleno ano eleitoral, sem disfarçarem o quanto não estão nem aí para a população brasileira, que realmente presta bons serviços e raramente tem o reconhecimento, que deveria ser mais que merecido. Tornou-se impossível esperar alguma coisa do governo brasileiro, a não ser continuar assistindo ao circo sem a menor graça, às custas dos impostos pagos por quem realmente faz alguma coisa pelo Brasil.
Quem sabe um dia, o Brasil possa ser governado por profissionais sérios, que tenham a capacidade de cuidar dos interesses da própria população, jamais cuidar de seus próprios interesses?
...enquanto isso...:
https://www.ihu.unisinos.br/662574-o-ultimo-dos-bolsonaristas-artigo-de-muniz-sodre
O Marxismo apoia as dorgas!
Anônimo das 15h28: além de dizer bobagem, você conseguiu cometer dois erros crassos em apenas cinco palavras. Nada justifica a maiúscula em "marxismo" e sua grafia é uma "dorga"
...ora, vejamos só...:
"Dorgas® é uma marca autoral brasileira focada em moda sustentável e 'upcycling', transformando têxteis que seriam descartados em peças únicas e artesanais.
Com foco em design consciente e produção manual, a marca cria itens exclusivos, incluindo aventais e roupas, garantindo peças exclusivas e promovendo a moda lixo zero".
... daí o marxismo apoiaria!
...acrescentando...:
" 'Dorgas' foi uma banda que existiu de 2009 a 2013. Criada originalmente por Gabriel Guerra e Cassius Augusto, após uma série de testes de membros, a banda se fixou com Eduardo Verdeja na guitarra e Lucas Freire na bateria"
... não se sabe se o marxismo apoiou!
Neves, o uso desse termo pelo comentarista não foi esse, mas tão somente uma grafia errada da palavra "droga"
Eu sei companheiro! É com um mínimo de humor que escrevi sobre o "Dorgas®".
O Anônimo, acima 'proscrito', nem deve saber que tal existe.
Aproveitando...: penso que é bonito Marxismo com o mê maiúsculo! No idioma alemão é Marxismus, com o mê maiúsculo mesmo...ein guter Marxismus für uns!!
Neves, deu pra perceber que sua "dorga" se tratava apenas de galhofa. Já o uso de maiúsculas onde elas não cabem, é tão praticado que realmente me chateia, principalmente quando se refere a autoridades (Presidente da República ao invés de presidente da República). Eu trabalhei muito como copidesque e, sempre que encontrava esse erro, tinha de corrigir. Enchia o saco!
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