domingo, 27 de dezembro de 2009

PARENTESCO DO GAROTO SEAN COM A GUERRILHEIRA GUTA INFLUIU NO CASO?

Resistentes trocados pelo embaixador dos EUA: Guta era a única mulher.

Por que resolvi escrever sobre os derradeiros capítulos da disputa da guarda do garoto Sean Goldman, que nunca chamara minha atenção?

Foi, é claro, por causa da ultrajante chantagem do senador estadunidense que, como resposta à sábia decisão do ministro Marco Aurélio Mello de adiar o desfecho do processo até que Sean fosse ouvido pelo Supremo Tribunal Federal, passou a embargar um projeto já aprovado pela Câmara de lá, no sentido de que se mantivesse durante 2010 uma isenção tarifária para exportações brasileiras.

Conhecendo Gilmar Mendes de outros carnavais, foi só ler a notícia para adivinhar que, aproveitando o recesso do STF, ele decidiria em nome da sonante razão de Estado (pois, se o projeto não fosse votado até 30/12, haveria um prejuízo de US$ 3 bilhões para os exportadores brasileiros).

Tão aberrante me parecia a capitulação diante dessa chantagem imunda que eu fiz tudo ao meu alcance para que ela não se consumasse. Foi pouco, infelizmente.

De início, nem sequer pretendia comentar o caso em si. Mas, compadeci-me desse menino que teve a vida virada pelo avesso quando a mãe o trouxe para o Brasil, outra vez quando a mãe morreu e mais uma vez agora, sendo privado da família que identifica como sua desde os quatro anos de idade.

E fiquei enojado ao saber que o tal David Goldman aceitara embolsar US$ 150 mil para não processar a avó de Sean.

Por último, desagradou-me seu egoísmo, ao priorizar a si próprio e não ao filho. É claríssimo que Sean preferia ficar no Brasil e não ser separado da irmãzinha.

Por que ele não aceitou uma solução intermediária, que não traumatizasse tanto aquele por quem deveria zelar? Por orgulho masculino ferido, senso de propriedade, oportunidade de despontar como vitorioso na mídia?

Tudo me faz concluir que seja um ser humano sem grandeza na alma.

Só neste domingo (27) vim a conhecer uma nova peça desse quebra-cabeças, que veio totalmente ao encontro da posição que assumi. Quis o destino que eu fizesse a opção mais coerente com com meus valores e devoções, mesmo sem conhecer todos os lados da questão.

O maior jornalista brasileiro vivo, Alberto Dines, publicou memorável artigo no Observatório da Imprensa, Uma História de Amanhã. Com sua sensibilidade aguçada, Dines também notou quão danosa foi a decisão de Gilmar Mendes para Sean:
"Prevaleceram no Supremo Tribunal Federal (STF) os argumentos ditos 'técnicos' e nos EUA as pressões de uma mídia sensacionalista, assanhada pelo espetáculo e pela bandeira 'Sean é nosso'.

"O governo americano sossegou, dona Hillary Clinton mandou dizer que está entusiasmada e agora pode implementar sua política de boa-vizinhança. Nossos magistrados estão certos de que cumpriram os ritos, as leis e convenções e agora podem lavar as mãos. Sempre lavam as mãos.

"Ao longo da encarniçada batalha judicial em torno do seu destino ninguém procurou saber o que se passava na alma desta criança que em quatro anos sofreu uma incrível sucessão de traumas: perdeu a mãe jovem, vivia ameaçado de ser separado da irmã recém-nascida, dos avôs maternos e do pai adotivo que lhe ofereciam carinho...

"...Ninguém pode adivinhar o que significa exatamente uma transição não-traumática para uma criança já tão traumatizada e sobressaltada".
A ÚLTIMA GRANDE CAUSA DE GUTA

Mas, foi nos comentários desse texto que eu encontrei a informação mais surpreendente e relevante (para mim). O leitor Flávio Salles, de Belém, postou:
"Não sou reporter e por isto mesmo acho muito estranho (na verdade nem tanto) que não se divulgue que o menino Sean é sobrinho-neto da ex-guerrilheira Maria Augusta Carneiro Ribeiro, a Guta, do MR8 e amiga intima do Zé Dirceu e do Lula. Acho que esta informação esclareceria mais um pouco o motivo de todo este carnaval em torno do repatriamento do menino..."
Seguindo a indicação de Salles, fui ao blogue do Zé Dirceu e encontrei o que ele escreveu quando da morte de Guta, no último mês de maio:
"Infelizmente, Maria Augusta Carneiro Ribeiro, a Guta, não resistiu às conseqüências do acidente que sofreu há algumas semanas. Guardarei dela a imagem de combatente e de resistente - marcas que a acompanharam sempre...

"...Guta, junto com companheiros seus do MR-8 e da Dissidência Guanabara - Vladimir Palmeira e Ricardo Vilas Boas - fez parte do grupo dos 15 presos políticos (entre os quais, eu) trocados pelo embaixador americano Charles Burke Elbrick em 1969.

"Nos últimos anos, ela trabalhou como ouvidora da Petrobras. Sua última luta (...) foi em defesa do seu sobrinho neto, Sean...

"A permanência da criança no Brasil, com a família de sua mãe - Bruna Bianchi Carneiro Ribeiro, já falecida - foi a última grande causa na qual Guta se engajou. Essa é uma causa, portanto, que podemos e devemos abraçar como uma homenagem a Guta."
Mesmo ignorando tudo isso, eu o fiz. Tenho a consciência tranquila: graças à sorte ou à intuição, escolhi o rumo certo.

14 comentários:

Ralf [Zé da Trópis] Rickli disse...

Citando você mesmo, numa expressão em que reconheci dolorosamente a mim mesmo e a tantos conhecidos: E A RAÇA QUER LÁ SABER DAS SUAS ANTENAS?

Até agora só vi quatro jornalistas e/ou blogueiros defendendo a sua/minha posição: o Nassif, você, agora o Dines. E eu, que não sou conhecido mas não deixo de existir...

Nos comentários aos nossos posts a respeito, creio que nem 10% nos apoiou. A grande maioria recorreu a diferentes tipos de argumentos para, quase sempre num tom que eu chamaria de metálico, 'dar razão ao Gilmar desta vez'.

Com isso me cresce a cada dia a pressão interna por começar a pesquisar as relações entre (digamos assim, provisoriamente) mentalidade patriarcal e fascismo - ou talvez mais genericamente, a sistematização da opressão. Não poderei começar com isso senão com janeiro avançado, ou até depois, mas tenho esperança de que então você tope trocar algumas idéias a respeito!

Pois se algo de positivo aconteceu nisso tudo, para mim foi ter descoberto o SEU trabalho, postura e idéias. Inclusive já encomendei o seu livro, para ampliar e melhorar o foco da imagem.

Me impressiona como pessoas que fizeram caminhos tão diferentes podem ter chegado a posições tão compatíveis, quando não simplesmente unânimes.

Seis anos e meio mais novo que você, não tinha idade para participar diretamente daqueles fatos todos - e nem sei se teria escolhido esse caminho se tivesse idade, apesar de que o drama da viúva de Paulo Wright, prima do meu pai, não deixou de mexer forte comigo na adolescência. A impressão, de qualquer modo, é de que duas pessoas subiram faces de montanha totalmente diferentes, e de repente se percebem descrevendo a mesma paisagem, do mesmo mirante. E, com sinceridade, ao que parece ouvindo companheiros de um e de outro discutindo, no mato mais abaixo, sobre qual é o modo certo de andar em trilhas, sem nenhuma lembrança de se deixar levar pela busca da melhor visão - ou nem mesmo lembrar que existe uma paisagem a olhar...

Trabalhos a completar exigem que eu tome certa distância das discussões deste espaço por um tempo - mas não quero fazer isso sem expressar mais uma vez meu VIGOROSO apoio à sua posição nesse caso (entre outros)- com um forte abraço!

Celso Lungaretti disse...

Ralf,

também fiquei chocado, ao perceber a visão pobre que esse pessoal tem de um menino de nove anos.

Os milicos também diziam que democracia não funcionava porque o povo não sabia votar. Quando começamos a decidir em nome dos outros, não paramos mais.

E não consigo engolir que todos passem batido pela capitulação do Gilmar Mendes à chantagem explícita do senador estadunidense. Será que perderam até o amor próprio?!

De resto, nunca me incomodei em ter muitos contra mim, quando sei que estou certo. Caso contrário, não estaria vivo. Se me visse como os outros me viam, teria pulado de qualquer viaduto.

Hoje, nas palestras, costumo dizer que, na minha trajetória, só existe um mérito maior: o de eu ter preferido esperar 34 anos para provar que havia sido injustiçado, do que aceitar o acordo podre que a esquerda me propôs uns quatro anos depois que saí da prisão.

Muitos admitiram culpas que não tinham e fizeram autocríticas insinceras, apenas para continuarem pertencendo ao grupo. Eu apostei todas as fichas em dar a volta por cima, provando minha verdade.

Esses rolos compressores virtuais são fichinha perto do que já enfrentei.

Um forte abraço!

AF STURT disse...

Pelo que entendi ,vc foi um preso politico libertado ,devida o seguestro do embaixador americano,certo?
Agora não entendi,sua posição ,quer dizer que vc não reconhece o esforço dos guerilheiros que tiraram vc da prisão ? Queria ficar lá,como vemos hoje Basttite?

AF STURT disse...

Por falar, que são os da foto?

Clique aqui para continuar lendo meu comentário disse...

Fiquei boquiaberto ao ler os comentários a este seu post reproduzido no Vermelho.org
As pessoas simplesmente não fazem qualquer crítica à demora do judiciário brasileiro, um atentado à Corte Internacional de Haia, que determina que estes casos como o do Sean sejam resolvidos em no máximo 6 meses.
Meses e não anos.
Será que as pessoas não entendem isso?
As pessoas estão levando pelo lado emocional ao elogiar o judiciário pela devolução de Sean ao pai biológico.

Ralf [Zé da Trópis] Rickli disse...

Hahaha... gostei do "esses rolos compressores virtuais são fichinha perto do que já enfrentei". A propósito, não cheguei a enfrentar nada na medida do que você já enfrentou, mas já aconteceu de minha mãe idosa e cardíaca receber uma carta de um desconhecido comunicando que seu filho estava carente de cuidados psiquiátricos, quando insisti em manter a posição que me parecia mais responsável e ética em um grupo.

Enfim, uma busca no Google com o seu nome mostrou que ainda hoje tem gente que se diz de esquerda insistindo em discutir mesquinhamente certos detalhes mínimos e efetivamente irrelevantes do passado, como se isso pudesse mudar o presente e o futuro (esquecidos do "interpretar não basta, o que é preciso é transformar"?)

Não identifico nem sinto NENHUM motivo para duvidar do seu relato da época da guerrilha e tortura, mas também penso o seguinte: ainda que você tivesse entregado o local II, como não fez, QUEM, desses que agora perdem tempo nesses questionamentos mesquinhos e piolhentos, pode REALMENTE dar garantia absoluta de que não teria feito o mesmo sob tortura? Na ausência de qualquer risco real é MUITO fácil fazer bravata e acusar o outro de covarde!

Bom, acabo de encomendar pela net o 'Psicologia de Massas do Fascismo' de Wilhelm Reich, um dos livros que espero que me ajude a lidar com a pedra enroscada no esôfago que está sendo essa reação popular horrorosa ao caso Sean (aliás, popular ou só da classe média? Isso também me interessa descobrir...)

José Carlos Lima disse...

Esta polêmica envolvendo o menino Sean residiu na demora.
A devolução deste menino deveria ter se dado em 5 semanas, ou seja, há 5 anos.
Chega a ser uma eternidade 5 anos para uma criança de 4 anos.
Sean foi arrancado do convívio do pai quando tinha 4 anos, quando viu-se no novo lar, onde criou laços afetivos, tenho ganhado inclusive a companhia de uma irmãzinha, da qual agora teve que separar-se por força de uma tardia decisão judicial.
Este foi o problema: a demora.
A Corte Internacional de Haia determina que casos como o do menino Sean Goldman sejam resolvidos em no máximo 6 semanas.
Semanas e não anos!
De forma que o Judiciário brasileiro errou.
O Judiciário poderá inclusive vir a ser processado por aquela Corte Internacional, se bem que se isto ocorrer será o Brasil que será denunciado.
Em tempo: há quem elogie o sinistro Gilmar Mendes por ter sido rápido no caso.
Ah, é mesmo?
Rápido?
Se demorou 5 anos, não seria o caso de se esperar mais alguns dias para que o menino fosse ouvido, como era o desejo do ministro Marco Aurélio?
De fato Gilmar foi rápido no gatilho.
É do feitio de Gilmar ser rápido quando lhe é conveniente, como por exemplo para soltar Daniel Dantas duas vezes durante a madrugada.
Ou para por na rua o médico que estuprou dezenas de suas pacientes.
Como se vê, uma rapidez esse homem.
Há outras dezenas de casos de rapidez do desta figura, como por exemplo para que em sua cidadade natal, Diamantino, o prefeito eleito fosse cassado para que tomasse posse o derrotado, claro, um alidado do rapidíssimo sinistro Gilmar Mendes.
Já no caso Batistti, o sinistro Gilmar não está tendo tanta pressa assim, está enrolando, enrolando, talvez esperando que o escritor morra na cadeia caso ele(Gilmar) não tenha certeza absoluta da extradição.
Enfim, rápido quando lhe convêm.

Celso Lungaretti disse...

Af Sturt,

você entendeu errado: fiquei em prisão preventiva e depois fui libertado. Mais tarde, nos quatro julgamentos a que respondi, não me condenaram a pena maior do que já cumprira.

Também não tenho nada contra os sequestradores de Elbrick, muito pelo contrário: foi uma ação oportuna e necessária, já que se tratava de salvar companheiros da tortura e da morte.

A lista dos 15 resgatados é: Agonalto Pacheco, Flavio Tavares, Gregório Bezerra (provavel/ o de cabelos brancos), Ivens Marchetti, José Dirceu de Oliveira (2º em pé, da esq. p/ a dir.), José Ibrahim (3º em pé, da esq. p/ a dir.), João Leonardo Rocha, Luis Travassos, Maria Augusta Carneiro Ribeiro (a única mulher), Mario Zanconatto, Onofre Pinto (4º em pé, da esq. p/ a dir.), Ricardo Villas Boas, Ricardo Zarattini, Rolando Fratti e Vladimir Palmeira (o 3º agachado).

Abs.

Anônimo disse...

O menino foi ouvido. Isso é que é o mais chocante quando leio alguma coisa sobre o assunto, pois escrevem sem se informar. Vou repetir: O MENINO foi ouvido. Quem o ouviu foi uma junta composta por psicólogos e assistentes sociais designada pelo juiz que proferiu a decisão em primeira instância. A junta de especialistas (gente que lida com o assunto e não de palpiteiros, jornalistas, advogado ou juiz) entendeu que o menino estaria satisfeito com qualquer desfecho e que o mesmo não tinha condições de decidir, pois estava sofrendo pressão por parte da família brasileira.
Outra coisa. Não foi o Gilmar quem julgou, como já mencionei, houve uma sentença e depois tal sentença foi confirmada no Tribunal. O Gilmar somente afastou a liminar concedida na aberração do HC concedido pelo Marco Aurélio.

Celso Lungaretti disse...

Aurélio,

o garoto não foi ouvido por quem o condenou ao desterro.

Tenho uma impressão horrível de psicólogos e assistentes sociais. Quando disputei a guarda da minha filha, expliquei-lhes tintim por tintim o que aconteceria se a criança ficasse com minha ex.

Como autodidata, li a obra inteira de Freud, mais quase tudo do Marcuse e alguma coisa de outros autores. Sabia o que estava falando.

Não creram em mim. E todos os meus maus prognósticos se concretizaram.

Então, o mais sensato para quem ia julgar seria ouvir de viva voz o menino, não confiar em oitivas alheias.

Mas, claro, havia a chantagem do senador. E isto, SÓ ISTO, determinou a decisão do sinistro Gilmar Mendes.

Marco Aurélio Mello é o presidente moral do STF, como eu disse. O outro é o contrário.

Maurício Santos disse...

Desculpe a minha ignorância, mas esse menino não foi trazido para o Brasil indevidamente pela mãe?........agora volta para o Pai devidamente.Por quê tanta polêmica em torno deste caso.è uma questão familiar.Não tem caráter político.Puro caso de família.A TV explorou o caso por que dá Ibope.E pessoas sérias estão se perdendo em digvagações pseudo-intelectuais para meter o bedelho na família dos outros???....qualé?....não tem outra coisa mais séria pra comentar não Celso?....não entendo sua preocupação.Não vejo como um caso de Tirania x Liberdade.Acho todo este post um exagero.

Celso Lungaretti disse...

Chega um ponto em que ficamos apenas nos repetindo. O que havia para ser dito, já foi.

E eu reafirmou que se tratou, sim, de um caso em que estava em jogo a soberania nacional (ninguém falou em tirania x liberdade...).

Gilmar Mendes, agindo em nome do Brasil, comportou-se miseravelmente, desonrando-nos com a capitulação a uma chantagem estrangeira.

Foi uma vergonha - nada mais, nada menos.

luihernandez disse...

Se entendi bem, vc passou por caso parecido e se identifica com o caso do Sean, é isso? Acho que vc se identifica com a familia brasileira e não tem imparcialidade para conceber uma visão clara do que acontece nesse caso. claro, essa é somente a minha opinião a respeito. mas não exponho essa opinão sem algum conhecimento de causa. houve um caso parecido em minha familia, que infelizmente nem chegou a nenhum tribunal, mas eu vi em primeira mão o que é ALIENAÇÃO PARENTAL. por parte da minha mãe, alienando minha cunhada - a mãe do menino - e pode acreditar, a barra é pesadíssima. resumindo, fiquei contra minha mãe, e na época, 5 anos atraz, eu nunca havia ouvido esse termo "alienação parental". minha cunhada não era santa, não estava "coberta de razão", e adoro minha mãe. mas ela (minha mãe)
estava e está errada.não se fala mal dos pais para os filhos. nunca. claro, na minha opinião. pense pelo menos nisso, como esse menino poderia expressar uma opinião livre de pressão, tendo convivido somente com essa família por 4 anos? seu pai "VERDADEIRO" não estava desde o início brigando pela sua guarda? sim. DESDE O INÍCIO. e quando digo isso, não estou expressando minha opinião, mas me referindo a fatos. fato, a família brasileira pagou $150.000 por conta da luta do pai e do processo movido então para reaver o filho, então, não tem como dizer que esse pai sumiu por todo esse tempo e só agora quando a mãe do menino morreu ele reapareceu "visando interesses financeiros" como diz a família brasileira, certo? ou não. cada cabeça uma sentença.

Celso Lungaretti disse...

Luihernandez,

o meu caso foi semelhante ao do pai do Sean, mas, depois de tentar reaver minha filhinha via Justiça, acabei me dando conta de que a privação da mãe não seria também a melhor solução.

Crianças não são nossa propriedade. Devemos tentar discernir o que é melhor para elas, ao invés de nos deixarmos levar pelo rancor.

De resto, continuo achando que incomensuravelmente mais grave do que o drama familiar foi o senador jeca haver chantageado os exportadores brasileiros e o Gilmar Mendes corrido a fazer-lhe a vontade.

Certa ou errada, a Justiça brasileira não pode decidir sob pressão de estrangeiros.

Mas, parece que o sentimento de dignidade nacional anda meio embotado. Quase ninguém leva isto em conta. Parece todo mundo conformado com a arrogância dos gringos, fazendo-nos ultimatos como esse.

Related Posts with Thumbnails

COMENTÁRIOS RECENTES

Arquivo do blog

NUVEM DE TAGS

1929 1968 1984 1º de maio 3º mandato A Marselhesa A Verdade Sufocada Abin aborto Abílio Diniz ACM Adail Ivan de Lemos Adhemar de Barros Adolf Eichmann Adolf Hitler Adoniran Barbosa Adriana Tanese Nogueira Afeganistão Afonsinho Africa do Sul agio agiotagem agiotas Agora São Paulo AGU Agência Estado AI-5 AIG Al Pacino Aladino Félix Alain Prost Alain Resnais Alain Tanner Albert Camus Albert Einstein Alberto Dines Alberto Fujimori Alberto Goldman Alberto Torregiani Aldo Rebello alerta Alexander Soljenítsin Alexandre Dumas Alexandre Nardoni Alexandre Vannuchi Leme Alfredo Stroessner ALN Aloysio Nunes alterações climáticas Aluízio Palmar Alvarenga Alvaro Uribe Américo Fontenelle Ana Corbisier Ana Helena Tavares anarquismo Anatoly Karpov Andre Agassi Andre Ristum André Mauro Andy Warhol Angel Parra Angelo Lungaretti Angra anistia Anistia Internacional Anita Leocadia ano novo anos de chumbo Anthony Garotinho Antonio Cabrera Antonio Palocci Antonio Patriota Antuerpio Pettersen Filho Antônio Conselheiro Ao Pé do Muro apartheid Aparício Torelly apedrejamento Apocalypse Now Apollo Natali Apolônio de Carvalho aquecimento global Araguaia arapongas arbitrio arbítrio Arena Argentina Arnaldo Dias Baptista artes marciais Arthur Penn Arthur Soffiati Arthur Vannucci Ary Toledo Arábia Saudita atentado do Riocentro Augusto Boal Augusto Pinochet autoritarismo Ayres Britto Ayrton Senna Aziz Ab´Sáber Aécio Neves Baden Powell bafômetro Baia dos Porcos Bajonas Teixeira de Brito Jr. Baltasar Garzón Ban Ki-moon bancos Barack Obama Barcelona Bartolomeo Vanzetti Bashar al-Assad Batalha de Itararé Batman Baú do Celsão Beatles Beatriz Kushnir bebê-diabo Bela Lugosi Benito Mussolini Bento XVI Bernardo Bertolucci Bertold Brecht Bertolt Brecht Bertolt Brecht Betinho Betinho Duarte Biggs Bill Ayers Bill Clinton Billy the Kid Billy Wilder bingos biodiversidade Biro-Biro blitzkrieg blogueiro BNDES Bob Dylan Bobby Sands bolchevismo Bolsa Família Bolívia bombas de fragmentação bombeiros Boris Casoy Boris Karloff boxe Bradesco Bradley Manning Brasil 247 Brilhante Ustra Bruce Lee Cabo Anselmo Cabo Bruno cabo Povorelli Cabral Cacareco Caetano Veloso Camargo Corrêa Camboja Cansei capitalismo Capitão Guimarães Carlos Eugênio da Paz Carlos Giannazi Carlos Heitor Cony Carlos Lacerda Carlos Lamarca Carlos Lungarzo Carlos Marighella Carlos Reichenbach Carnaval Carrefour CartaCapital cartunismo Carvalho Pinto Casa da Morte de Petrópolis Caso Dreyfus Caso Ferreirinha Caso Isabella Caso Santo André Castello Branco Castro Alves CBF CCC Cecília Meireles celibato Celso Amorim celulares censura Cesar Benjamin Cesare Battisti cesárea Cezar Peluso Chael Charles Schreier Charles Bronson Charles De Gaulle Charles Dickens Charles Elbrick Charles Gordon Charles Manson Charlie Chaplin Che Guevara Chernobil Chico Anysio Chico Buarque Chico de Assis Chile China Christopher Lee Cidadão Kane cine Belas Artes cinema Cisjordânia Claude Chabrol Claudio Abramo Claudio Julio Tognolli Clint Eastwood Clive Barker Clube Militar Cláudio Antônio Guerra Clóvis Rossi CMI CNBB CNE CNJ cobaias humanas Colina colonialismo colégios militares Colômbia Comissão da Verdade Comissão de Anistia Comissão de Mortos e Desaparecidos Políticos Comuna de Paris Conare Conceição Costa Neves Condepe contestação contracultura Coojornal Copa Davis Copa do Mundo Coronel Ubiratan coronelismo Correio da Manhã corrupção Coréia do Norte Cosa Nostra Costa Concordia Costa e Silva cotas raciais cotas racias CPI CPI do Cachoeira CPMF crack cracolândia Cream Criméia Almeida Cristina Kirchner Cristovam Buarque crônica Cuba curandeirismo Curió D. Flávio Cappio D. Paulo Evaristo Arns Dalmo Dallari Damaris Lucena Daniel Dantas Daniela Toledo de Prado Dante de Oliveira Danton David Carradine David Goodis David Mamet decapitação Delfim Netto Delúbio Soares DEM democracia Dennis Hopper Desafia o nosso peito desigualdade econômica deslizamentos desobediência civil despoluição do Tietê Devanir de Carvalho Devra Davis Dia das Crianças Dia das Mães Diego Maradona Dilma Rousseff Dino Rizi direito ao trabalho Direito à Memória e à Verdade direitos humanos diretas-já discriminação dissidentes cubanos ditabranda ditadura Diógenes Carvalho DOI-Codi Dolores Ibarruri domingo sangrento Domingos Dutra Don Siegel Dulce Maia Dunga ecologia Edgar Allan Poe Edir Macedo Edison Lobão Edouard Bernstein Edu Lobo Eduardo Guimarães Eduardo Leite Eduardo Suplicy educação educação religiosa Edward Bernstein Egito eleições eleições 2010 Eleonora Menicucci de Oliveira eletrochoques Eliane Cantanhede Eliane Cantenhêde Elio Gaspari Elis Regina Em Tempo embargo econômico emigrantes Emílio Médici Ennio Morricone Enrico Fermi ensino entulho autoritário Enéas Carneiro episódio algoz e vítima Epoca Equador Eremias Delizoicov Eric Clapton Eric Hobsbawn Ernest Hemingway Ernesto Geisel Escola Base escracho escutas telefônicas Espanha espionagem Estado Novo estelionato etanol Ethel Rosenberg EUA eutanásia Evander Holyfield Evo Morales ex-presos políticos excomunhão execuções extradição Exército F-1 Falha de S. Paulo fanatismo Farc Fausto De Sanctis favela FBI Febeapa Felipe Massa Fellini Fernando Claro Fernando Collor Fernando de Barros e Silva Fernando Dutra Pinto Fernando Gabeira Fernando Haddad Fernando Henrique Cardoso Fernando Lugo FHC Fidel Castro Filinto Muller Fillinto Muller Fiodor Dostoievski flotilha FMI Folha de S. Paulo Fome Zero Foro de São Paulo Força Expedicionária Brasileira Francenildo dos Santos Francesco Schettino Francisco de Oliveira Francisco Foot Hardman Franco Montoro Franklin Delano Roosevelt Franklin Martins Franklin Maxado Franz Kafka França François Hollande François Mitterrand François Truffaut fraude eleitoral Fred Vargas Fred Zinneman Frei Betto Friedrich Engeles Fritz Lang Fukushima Fukuyama futebol Fábio Konder Comparato Fórum Paulista de Desenvolvimento Gabriel Chalita Gal Costa Galileu Gamal Abdel Nasser ganchos Garrincha Garry Kasparov Gastone Righi gastos militares gays Gaza General Maynard Gengis Khan genocídio George Foreman George Orwell George Romero George Roy Hill George W. Bush Geraldo Alckmin Geraldo Vandré Gerard Piqué geração 68 geração de empregos Geração Maldita Gerson Theodoro de Oliveira Getúlio Vargas Gianfrancesco Guarnieri Gilberto Carvalho Gilberto Gil Gilberto Kassab Gilmar Mendes Giordano Bruno Giorgio Napolitano Glauber Rocha Glauber Rocha Goldstone goleiro Bruno golpismo Google Goubery do Couto e Silva Goulart Graham Greene grampos grandes tragédias Greenpeace Gregory Peck Gregório Bezerra Gregório Fortunato greve de fome greve de osasco gripe suína Grupo Guararapes Grécia Guantánamo guerra civil Guilherme Fariñas Gustav Franz Wagner hackers Hamas Harry Shibata Harry Truman Heleny Guariba Heloísa Helena Henfil Henning Boilesen Henrique Lott Henrique Pinto Henry David Thoreau Henry Ford Henry Sobel Herbert Marcuse Hermann Goering Hermínio Sacchetta high school Hillary Clinton Hino da Independência Hino Nacional Brasileiro Hiroshima História Holocausto homem novo homofobia Honduras Hosni Mubarak Hugo Chávez Human Rights Watch humor Hélio Bicudo Hélio Vannucci Iara Iavelberg Ideli Salvatti Igreja Católica Igreja Renascer Igreja Universal imagem imigrantes IML Imola impeachment imprensa in memorian Inconfidência Mineira indenizações indignados Indio da Costa indulto indústria cultural Ingmar Bergman Intentona Comunista Internacional Socialista internet intolerância intolerância religiosa inundações Iraque Irã Isaac Deutscher Israel IstoÉ Istvan Mészáros Itamar Franco Itália Ivan Pinheiro Ivan Seixas Ivan Valente J. Edgar Hoover Jack Nicholson Jacob Gorender Jacqueline Myrna Jacqueline Onassis Jacques Brel Jaguar Jair Bolsonaro Jair Rodrigues Jairo Ferreira James Joyce Jane Fonda Janis Joplin Jarbas Passarinho Jards Macalé Jean-Jacques Rousseau Jean-Luc Godard Jean-Paul Sartre Jean-Pierre Melville Jerzy Kosinski Jessé Souza Jesus Christ Superstar Jesus Cristo Jimi Hendrix Jimmy Carter Jirau Joan Baez Joan Manuel Serrat Joaquim Barbosa Joaquim Cerveira Joaquim Câmara Ferreira Joaquim Seixas Joaquin Pérez Becerra Joe Cocker Joe Frazier Joe Louis Johan Cruyff John Carradine John Frankenheimer John Huston John Kennedy John Lennon John Mc Cain Jon Bon Jovi Jorge Amado Jorge Ben Jorge Semprún Jornal da Tarde Jornal do Brasil Jornal dos Jornais jornalismo jornalismo de esgoto Jose Giovanni Joseita Ustra Joseph Goebbels Joseph Stalin José Alencar José Anibal José Caldas da Costa José Eduardo Cardozo José Genoíno José Lavecchia José Lewgoy José Mujica José Osório de Azevedo Jr. José Padilha José Raimundo da Costa José Roberto Arruda José Sarney José Serra José Tóffoli João Baptista Figueiredo João Cabral do Melo Neto João Dantas João Goulart João Grandino Rodas João Pedro Stedile João Pessoa Juan Manuel Fangio Juarez Guimarães de Brito Juca Chaves julgamento de Nuremberg Julian Assange Julius Rosenberg Juscelino Kubitschek justiça social Jânio Jânio de Freitas Jânio Quadros Júlio Lancelotti Karl Marx Keith Carradine Khader Adnan kibutz Kim Jong-il Kirk Douglas Lacerda Laerte Braga Laura Lungaretti lavagem cerebral Lawrence da Arábia Lei da Anistia Lei da Ficha Limpa Lei Seca Leo Szilard Leon Trotsky Leonard Cohen Leonel Brizola Leopoldo Paulino LER-QI Leônidas de Esparta liberdade de expressão linchamento Lionel Messi literatura Loreena McKennitt Louis Malle Lourenço Diaféria Luc Ferry Luciana Genro Luis Antonio Fleury Filho Luis Buñuel Luiz Antonio Marrey Luiz Aparecido Luiz Carlos Azenha Luiz Carlos Prestes Luiz Eduardo Merlino Luiz Eduardo Rocha Paiva Luiz Eduardo Soares Luiz Fux Luiz Vieira Lula Luís Alberto de Abreu Luís Favre Luíza Erundina Lyndon Johnson Lênin Líbia Lúcia Coelho macartismo maconha Mafia Mahmoud Ahmadinejad Mahtama Gandhi Major Curió Mano Menezes Manuel Fiel Filho Manuel Zelaya Mao Tsé-Tung Mappin Marcello Mastroianni Marcelo Crivella Marcha da Família Marco Antonio Villa Marco Aurélio Mello Margareth Thatcher Maria Amélia Teles Maria Bethânia Maria das Graças Lima Maria do Rosário Maria Vitória Benevides Marilyn Monroe Marina Silva Mario Monicelli Mario Vargas Llosa Marlon Brando Marta Suplicy Martin Luther King Martin Ritt Marx Marzieh Vafamehr massacre do Carandiru Massafumi Yoshinaga Mauricio Hernandez Norambuena Maurício do Valle Max Horkheimer Maximilian Robespierre MDB medicina medievalismo Megaupload Memórias de uma guerra suja Meneghetti mensalão mercantilização Michael Burawoy Michael Jackson Michael Schumacher Michael Winner Michelangelo Antonioni Michelangelo Buonarroti Michelle Bachelet Mick Tyson Miguel Jorge Mike Tyson Mikhail Bakunin milagre brasileiro Milton Nascimento miniconto Mino Carta missão mitologia MMDC monolitismo monopolização Monteiro Lobato Monza Morro da Providência mortos e desaparecidos Políticos motos movimento estudantil Moçambique MPB MR-8 MRT MST Muammar Gaddafi Muhammad Ali muro de Berlim muro de Berlin Márcio Leite de Toledo Mário Faustino Mídia Sem Máscara mísseis cubanos música Nagasaki Naji Nahas Nara Leão Nasser Natal nazismo Neil Young Nelsinho Piquet Nelson Jobim Nelson Piquet Nelson Rodrigues neo-pentecostais neofascismo neoliberalismo Neusah Cerveira Neymar Nicola Sacco Nicolas Sarkozy Nicolau 2º Nikita Kruschev No Nukes Norberto Bobbio Norma Bengell Norman Mailer Norman O. Brown Noruega Nosso Tempo Notícias Populares nouvelle vague nova esquerda Nova York Náufrago da Utopia O Dia Seguinte O Estado de S. Paulo O Globo O Pasquim O Vampiro de Dusseldorf OAB Odilon Guedes OEA Olavo de Carvalho Olavo Hanssen Olga Benário Olimpíadas ombudsman Onofre Pinto ONU Operação Condor Operação Satiagraha Opinião Opportunity Opus Dei Orestes Quercia Orlando Zapata Os Miseráveis Osama Bin Laden OSB Oscar Schmidt Oscar Wilde ossadas de Perus Osvaldo Peralva Othon Bastos Otávio Frias Filho Pablo Escobar palestinos Palmares Paraguai Parlamento Europeu parto humanizado parto normal passagens aéreas Pat Garrett Paul Newman Paulo Abrão Paulo Autran Paulo Cesar Pinheiro Paulo César Saraceni Paulo Francis Paulo Freire Paulo Lacerda Paulo Maluf Paulo Pimenta Paulo Sérgio Pinheiro Paulo Vannuchi Paulo Vanzolini PC Farias PCB PCC PCdoB PDS pedofilia Peitolina Pelé pena de morte Pete Sampras Peter Cushing Peter Finch Peter Lorre PF PFL PIB Pier-Paolo Pasolini Pierre-Joseph Proudhon Pietro Mutti Pimenta Neves Pinheirinho Platão Playboy Plinio de Arruda Sampaio Plínio de Arruda Sampaio Plínio Marcos Plínio Salgado PM PMDB PNDH-3 POC poesias Pol Pot politicamente correto Porfirio Lobo Portugal preconceito Primavera de Paris Primavera de Praga privataria privatizações procurações forjadas Protógenes Queiroz Proudhon PSD PSDB PSOL PT pugilistas cubanos pulseiras do sexo punições PV Páscoa Pão de Açúcar Pérsio Arida quatro de Salvador Quentin Tarantino Quilapayun Quino Rafael Correa Rafael Correia Rafael Nadal Raimundo Fagner Ramon Mercader Ranchinho Raquel Rolnik Raul Castro Raul Seixas Ray Bradbury Raymundo Araujo RDD Real Madrid realities shows Receita Federal recessão Red Por Ti America Rede Globo reformismo refugio refúgio Reinaldo Azevedo Reinold Stephanes Renan Calheiros Renato Consorte Renato Mrtinelli René Clair repressão República de Salò República de Weimar resistência revista Piauí revolta árabe revolução Revolução Constitucionalista Riane Mnochkine Ricardo Amaral Ricardo Teixeira Richard Nixon Rio de Janeiro Rivelino Robert Altman Robert Louis Stevenson Robert McNamara Robert Silverberg Roberto Civita Roberto Gurgel Roberto Micheletti Roberto Requião rock Roger Abdelmassih Roger Corman Roger Federer Roger Vadim Rogério Sganzerla Roman Polanski Romeu Tuma Romário Ronald Reagan Ronaldinho Ronaldo Cunha Lima Ronaldo Fenômeno Rosa Luxemburgo Rosi Campos Rota Rubem Biáfora Rubens Paiva Rui Falcão Rui Martins Rui Pimenta Ruy Castro Saddam Hussein Sakineh Salvador Allende salário-mínimo Sam Peckinpah Sampa Samuel Wainer Sandra Gomide Sandy Santana Santo Dias Sarah Palin Sargento Kondo sci-fi Sean Connery Sean Goldman Secretaria da Segurança Pública de SP sectarismo Segunda-Feira Negra Senado senador João Ribeiro Sergio Donati Sergio Fleury Sergio Leone Sergio Sollima Severino Cavalcanti sexo casual Shakira Sharon Tate Sherlock Holmes Sidney Lumet Sidney Miller Sigmund Freud Silvia Suppo Silvio Berlusconi Silvio Santos Simon Bolivar Simone Sintusp sites fascistas sociedade alternativa Sofia Loren Solano Ribeiro Soledad Viedma Soninha Francine Spartacus spread Stanislaw Ponte Preta Stephen King Steve Jobs Steven Spielberg STF STJ STM Stroessner Stuart Angel submarino nuclear sucessão São Francisco São Paulo Sérgio Cabral Sérgio Fleury Sérgio Porto Sérgio Ricardo Sílvio Santos símbolos religiosos Síndrome da China Síria Sócrates Sônia Amorim T. S. Eliot Talebã Tancredo Neves Tarso Genro Taís Moraes TCU. reparações teatro Teatro de Arena Tempo de Resistência Terence Fisher Ternuma terrorismo TFP The Who Theo de Barros Theodor Adorno Thiago de Mello Thomas Morus Three Mile Island Tim Jackson Tiradentes Tiririca Tom Jobim Tom Zé Torelly Torquemada tortura Tortura Nunca Mais torturadores Tostão touradas trabalho alienado trabalho escravo traficantes Tribuna da Imprensa tribunais do crime Tribunal de Haia Tropa de Elite tropicalismo trote Troy Davis TSE Tunísia tupamaros TV tênis udenismo UFC Ugo Tognazzi Ulysses Guimarães UNE Unesco UOL URSS Uruguai Usina de Letras usineiros USP usura Vanderlei Luxemburgo Vanessa Gonçalves VAR-Palmares Vara de Família Vargas Vaticano Veja Venezuela Victor Hugo Victor Jara vida artificial Vincent Price Vinícius de Moraes Violeta Parra violência doméstica Virgílio Gomes da Silva Vitor Nuzzi Vittorio Arrigoni Vittorio Gasmann Vladimir Herzog Vladimir Safatle Voltaire VPR Walt Disney Walter Franco Walter Hugo Khouri Walter Maierovitch Wellington Menezes western Wikileaks Wilhelm Reich William Shakespeare William Wollinger Brenuvida Wilman Villar Woodstock Xuxa Yeda Crusius Yoani Sánchez Yoram Kaniuk Zagallo Zelão Zico Zinedine Zidaine Ziraldo Zumbi Zuza Homem de Mello Zuzu Angel Zé Celso Zé Dirceu Zé Elias Zé Maria África Átila Índio da Costa Última Hora