O mundo já não vive apenas uma crise pontual ou mera escassez de água, mas sim uma falência hídrica global.
O alerta consta de um relatório da Universidade das Nações Unidas, apresentado como subsídio à Conferência da ONU sobre a Água de 2026.
Segundo o estudo, em vastas regiões do planeta os sistemas hídricos foram tão degradados que já não conseguem se recompor nos marcos tradicionais de gestão.
Muitos problemas se tornaram estruturalmente irreversíveis: aquíferos superexplorados, rios artificializados, zonas úmidas destruídas, poluição crônica e uso predatório do solo corroeram os mecanismos naturais de armazenamento e renovação da água.
O resultado é um déficit permanente entre oferta e demanda, com impactos crescentes sobre alimentos, energia, saúde pública, estabilidade política e desenvolvimento econômico.
Parece que voltamos ao século passado, quando a seca era um tema recorrente nas canção nordestinas.
A diferença é que naquele tempo ainda havia como corrigir tais situações. Agora, não mais.
Uma expressão que usávamos antigamente era quem viver, verá.
Agora faz mais sentido dizermos se alguém sobrar, verá. (por Celso Lungaretti)
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Cantam Luiz Gonzaga, Fagner, Sivuca e Guadalupe.
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