| Megafazenda da Boi Gordo no Mato Grosso: o princípio do fim. |
Ao seu lado, poderá estar gargalhando até do nosso Judiciário um de seus prováveis inspiradores, Paulo Roberto de Andrade, famoso por um golpe de mais de 2,5 bilhões, não em ministros, políticos e bancos, mas em 34 mil pequenos investidores da classe média.
Segundo o professor Marcos Assi, na revista Exame, o golpe do Banco Master tem uma diferença marcante: os maiores lesados não foram apenas pequenos e médios investidores, mas fundos de pensão, municípios, Estados e empresas de capital aberto, com envolvimento direto ou indireto de políticos e até de importantes juristas, num total astronômico calculado em 10 bilhões de dólares.
Diante do escândalo do Banco Master, lembrei-me de um artigo sobre a falência da Boi Gordo que escrevi em 2009, com descrença e pessimismo na Justiça brasileira, bem evidente já no título: Dono da Boi Gordo rico, feliz e livre.
O empresário Paulo Roberto de Andrade tinha sido processado por crime falimentar e condenado a três anos de prisão pela 13ª Vara Criminal de São Paulo. Mas seu advogado entrou com um habeas corpus para Andrade aguardar em liberdade o fim do processo. E o ministro Og Fernandes, da 6ª Turma do STJ, concedeu a liminar alegando que o TJ paulista não podia determinar a prisão antes do trânsito em julgado da sentença.
É a pizza. Fazer o quê? Lamento a anulação de um caso emblemático como esse. Houve um golpe, milhares de pessoas foram lesadas e não haverá responsabilização penal
Um comentário:
https://www.lamarea.com/2026/04/08/etica-revolucionaria-del-che/
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