| Está rindo do que? De ter encontrado otários que ignoravam sua decadência? |
Ao rememorarmos ou tomarmos conhecimento do magistral futebol jogado pelos nossos escretes em 1958 e 1970, inevitavelmente o comparamos com a Incrível Seleção Brancaleone da atualidade.
Desde 2023, segundo o Superscore, o Brasil disputou 35 partidas, entre jogos oficiais e amistosos. Embora enfrentasse principalmente os adversários fracos que a CBF escolhia para encher os cofres e não visando à preparação para competições realmente importantes, venceu 15, empatou 10 e perdeu 10.
Seu aproveitamento foi de míseros 52,4%, índice que o coloca na 39ª posição entre os 48 selecionados já classificados para o Mundial de 2026, atrás dos poderosos Marrocos, Senegal, Irã, Argélia, Uzbequistão, Costa do Marfim, Turquia, Congo, Iraque, Tunísia, Haiti, Panamá e Cabo Verde. Pior, impossível.
Sob o comando do técnico Tite (2016-2022), pelo menos ficamos em primeiro lugar nas duas eliminatórias sul-americanas disputadas e conquistamos a Copa América de 2919. Aproveitamento? 80,7%.
Seus sucessores foram o interino Ramon Menezes, o mediano Fernando Diniz, o técnico de clubes Dorival Júnior e o superado Carlo Ancelotti,
Temos formado ultimamente uma geração de jogadores mal resolvidos, que prometem muito e entregam pouco, com carências gritantes em várias posições da defesa e do meio de campo.Com o revolucionário Jorge Jesus talvez acontecesse um milagre, (...) mas a escolha do convencional Ancelotti só reforça a impressão de que, tanto quanto Bolsonaro, está além de qualquer possibilidade de salvação.
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