sexta-feira, 3 de abril de 2026

BRASIL PODE SURPREENDER NESTA COPA: EM VEZ DE CAIR NAS QUARTAS-DE-FINAL, LEVA JEITO DE QUE CAIRÁ NAS OITAVAS

Está rindo do que? De ter encontrado
otários que ignoravam sua decadência?
 
Publicar neste blog as campanhas da seleção brasileira quando conquistou Copas do Mundo acabou sendo uma crueldade.

Ao rememorarmos  ou tomarmos conhecimento do magistral futebol jogado pelos nossos escretes em 1958 e 1970, inevitavelmente o comparamos com a Incrível Seleção Brancaleone da atualidade. 

Desde  2023, segundo o Superscore, o Brasil disputou 35 partidas, entre jogos oficiais e amistosos. Embora enfrentasse principalmente os adversários fracos que a CBF escolhia para encher os cofres e não visando à preparação para competições realmente importantes, venceu 15, empatou 10 e perdeu 10. 

Seu aproveitamento foi de míseros  52,4%, índice que  o coloca na 39ª posição entre os 48 selecionados já classificadas para o Mundial de 2026, atrás dos poderosos Marrocos, Senegal, Irã, Argélia, Uzbequistão, Costa do Marfim, Turquia, Congo, Iraque, Tunísia, Haiti, Panamá e Cabo Verde. Pior, impossível.

Sob o comando do técnico Tite (2016-2022), pelo menos ficamos em primeiro lugar nas duas eliminatórias sul-americanas disputadas e conquistamos a Copa América de 2919. Aproveitamento?  80,7%.

Seus sucessores foram o interino Ramon Menezes, o mediano Fernando Diniz, o técnico bom apenas para clubes Dorival Júnior e o superado Carlo Ancelotti,

O italiano estava encerrando seu ciclo no Real Madrid e, nos clássicos contra o Barcelona, vinha de perder todos os quatro, sendo dois por goleadas. Sofrera uma humilhante média de quatro gols por partida. Competições vencidas: nenhuma.

Evidentemente, a equipe madrilenha só o liberou com tanta facilidade porque não o queria mais.  

Com Ancelotti no banco, o Brasil disputou 10 partidas, venceu 5, empatou 2 e perdeu 3. Seu aproveitamento é de 56,6%. Pelos critérios do ranking da Superscore, ficaria em em 34ª lugar,
.
Minha análise de maio/2025 continua em pé:
Temos formado ultimamente uma geração de jogadores mal resolvidos, que prometem muito e entregam pouco, com carências gritantes em várias posições da defesa e do meio de campo.

Com o revolucionário Jorge Jesus talvez acontecesse um milagre, (mas a escolha do convencional Ancelotti) só reforça a impressão de que, tanto quanto Bolsonaro, está além de qualquer possibilidade de salvação. 
Por último: o que mais falta ao nosso selecionado é um meio-campista do nível do Didi ou do Gerson, que faça a ligação defesa/ataque com inteligência e brilhantismo. 

Messi, p. ex., foi o grande destaque da Argentina campeã do mundo de 2022, além de ter sido escolhido como o melhor da competição. E isto apesar da idade avançada para o futebol (35 anos)

Enquanto era jogador, o Neymar quebrava o galho. Mas hoje ele não passa de um enganador com canelas de vidro. 

E os clubes brasileiros deixaram de formar tais meio-campistas porque querem, acima de tudo, vender seus craques para o exterior, e os preferidos do mercado são os dribladores. (por Celso Lungaretti)

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